segunda-feira, 17 de setembro de 2012

FanFic 'Dark Queen' – Capítulo 12 – Quebrados

 Boa Noite amores. 
Capítulo 12 a vista. Sei que prometi Bella para hoje. Porém achei melhor escrever um capítulo de ligação para que a história faça mais sentido.
Vamos hoje ver a bagunça que Edward deixou para trás na Casa dos Cullen.
Peço, aliás, espero que você sempre façam isso, mas hoje em especial. 
Ouçam a música do capítulo. Ao escrever eu imaginava Carlisle o tempo todo. Foi muito triste. Tadinho.
Boa Leitura.
Dark Queen
12
Quebrados
***
Fix You / Consertar Você
When you try your best but you don't succeed / Quando você faz o seu melhor, mas não tem sucesso
When you get what you want but not what you need / Quando você recebe o que quer, mas não o que precisa
When you feel so tired but you can't sleep / Quando você se sente tão cansado, mas não consegue dormir
Stuck in reverse / Preso em marcha -ré

And the tears come streaming down your face / E as lágrimas escorrem pelo seu rosto
When you lose something you can't replace / Quando você perde algo que não pode substituir
When you love someone but it goes to waste / Quando você ama alguém, mas isso se desperdiça
could it be worse? / Poderia ser pior?

Lights will guide you home / Luzes vão te guiar para casa
And ignite your bones / E incendiar seus ossos
And I will try to fix you / E eu vou tentar consertar você

ColdPlay
***
Após a partida de Edward todos na sala estavam em suspenso por uma fração de segundo. Como um espelho se quebrando Alice gritou e se pôs de joelhos.
Ela sofria. Sofria pela família, sofria por Bella, pela perda de algo que poderia ter sido.
O empata estava atordoado com as emoções intensas ao seu redor: Mágoa, raiva, decepção, tristeza, desespero, angústia... Dor. Os Cullen estavam quebrados como ele nunca tinha visto.
O que era tão grande que causou tamanha agonia e perda em Carlisle e Alice? A angústia dela era tamanha que ele mesmo sem saber o motivo já amaldiçoava Edward por fazê-la se sentir assim.
Ao ouvir os sons vindos do quarto do irmão Jasper percebeu que ele havia tomado um rumo inesperado em sua existência. Uma direção que ninguém esperava ou queria. Algo que alteraria toda a família e a julgar pela reação de Alice isso não era nada bom, mas como Carlisle tinha dito, a escolha era de Edward, apenas dele.
Carlisle se ajoelhou ao lado da filha que soluçava e a abraçou sem nada dizer. Ela chorava cada vez mais alto e o pai não sabia como consolá-la. Tudo era tão devastador. Jasper se aproximou e os abraçou intensificando a onda de calma. Após alguns minutos ela convulsionou e parou com os olhos vidrados novamente. Outra visão.
“Ele quer morrer outra vez.” Alice disse sem emoção. Esme gemeu alto com o choque. A menina sacudia a cabeça em negativa. “Ele não vai conseguir, não vai. Ele quer, mas não vai. Não adianta, seu destino está traçado.”
“O que ele pretende? Quais são seus planos?” O tom era frenético. O antigo homem estava em um dilema entristecido. Carlisle cogitou a possibilidade de ir atrás do filho mais velho e trazê-lo pra casa ainda que arrastado, mas não tinha forças pra isso. Edward precisava amadurecer. Traçar seu próprio caminho. Cometer seus próprios erros e conviver pela eternidade com as conseqüências de suas escolhas. Como homem racional e com o peso dos anos em suas costas ele sabia disso, porém com seu coração de pai ele se arrependia de tê-lo mandado sair. Qualquer loucura que Edward cometesse era sua responsabilidade. Ele já se culpava por seu egoísmo de tê-lo transformado tão jovem. Agora isso. Ele era como Atlas carregando o peso do mundo sobre seus ombros. Sua família precisava se unir. A fera dentro deles não poderia ganhar jamais. Como patriarca cabia a ele arrebanhá-los.
“Querida, querida olhe pra mim,” Jasper tentava tirar a esposa do transe sem sucesso. “Olhe pra mim Alice, agora.” Ele comandou em um tom enérgico.
Ela sacudiu a cabeça minimamente e o encarou com olhos suplicantes.
“Você não entende Jaz.” Sua tristeza era de partir o coração. “Tudo se foi, tudo. Bella, oh Bella...” Ela recomeçou a chorar. Ele pegou o rosto de fada entre as mãos e beijou seus olhos sentindo o gosto doce de seu veneno convertido em lágrimas que nunca cairiam.
“Venha, vamos dar uma volta.” Ele a pegou pelos ombros a levando para saída em direção a garagem.
 “Jasper, não se afastem muito. Assim que Rosalie retornar, precisamos ter uma reunião com a família.” O louro assentiu e se encaminhou para o carro com Alice nos braços.
Carlisle estava à porta abraçando Esme que escondia o rosto em sei peito. O médico tirou o celular do bolso e ligou para o Dr. Snow informando que não poderia comparecer ao plantão dessa noite, pois tinha um problema familiar para resolver.
Eles caminharam lentamente para os fundos da casa passando pela sala destruída e indo para o jardim.
O médico puxou a esposa em direção a floresta fechada, ele não queria correr o risco de se quebrar na frente dos filhos. Ele era o esteio da família, mas para Esme ele poderia mostrar seus verdadeiros sentimentos. Ela entendia, ela compartilhava da sua dor.
A chegar ao riacho que estivera com Alice a poucas horas, seus joelhos cederam e ele chorou. Chorou por seu filho, sua família, a solidão que o consumiu por séculos não se comparava a aflição que sentiu ao mandar Edward embora. Seu filho, seu amigo, companheiro de jornada. Esme o embalava o deixando expurgar toda angústia. Horas se passaram enquanto o casal se confortava mutuamente deitados sobre a grama. Ele refletiu sobre seus séculos sobre a Terra e todas as suas realizações. Onde ele errou? O que poderia ter feito de diferente?
Eu não tinha o direito de confrontá-lo daquela forma. Eu deveria ter me controlado, mas o que ele disse para Esme... A forma como ele a ofendeu...
“Você está bem?” Ele estava preocupado além da medida.
“Sim, ele não fez por mal, você sabe. Edward está ferido e confuso. Atacou para se defender.” Carlisle a olhou nos olhos por um minuto.
“Você tem um coração muito bom.”
Esme sorriu ternamente.
“Aprendi com o melhor.” Ela aquieceu. “Temo que ele não volte.” A aflição era evidente em seu lindo rosto maternal.
“Eu também querida. Eu também. Vamos ter que confiar em seu bom senso e esperar.”
“Estou com tanta raiva de Tânya.” A voz de Esme endureceu. “Ela se aproveitou de sua vulnerabilidade, não foi um jogo justo. Ela não tinha esse direito.” Falou indignada. “Nosso filho é muito jovem. Não estava em condições emocionais de rechaçar os avanços Sucumbus dela.”
Carlisle riu sem humor.
“Não se esqueça de que ele é mais velho que você Esme.”
“Não.” Ela cortou, “Ele é apenas mais antigo, não mais velho. Apesar de tudo, Edward foi um rapaz protegido do mundo por seus pais. Ele não sentiu as pressões e a carga da vida. Mesmo agora sendo um vampiro centenário, com a leitura de mentes e tudo mais, ele ainda é um adolecente emocionalmente, não tem a experiência real. Isso vem da vivência, do errar e aprender. Com Bella ele estava começando a viver. O aprendizado é uma consequencia.”
“É verdade. Porém, nesse joquinho de Tânya, são necessários dois jogadores. Ele sucumbiu, então é tão responsável quanto ela. Estou me questionando onde errei.”
“Você não errou meu amor. Como você mesmo disse, a escolha foi dele.”
Teoricamente Carlisle compreendia o livre arbítrio e o defendia, mas como pai e criador de Edward ele tinha vontade de ir buscá-lo e fazê-lo ver a burrice que estava cometendo. Repreendê-lo como o adolescente teimoso que ele tinha se tornado. Estes atos impensados o lembravam do final dos anos vinte, quando o filho se revoltou e foi viver seus próprios conceitos.
Ele estremeceu fazendo com que Esme o olhasse interrogativamente. “Só me lembrando querida, não se preocupe. Está tudo bem.”
Esme que até então deixara o marido expurgar a sua dor foi vencida pela curiosidade.
“Sobre o que era a visão de Alice?” Ela estava muito intrigada dado o descontrole imprevisto da filha.
“Não importa mais, não vale a pena Esme. Acabou. Não vai mais acontecer.” Disse com um pesar indisfarçado. Uma tristeza profunda se abateu sobre ele. Teria sido melhor não saber, não esperar. Será que Bella ainda viria pra casa? Ele achava que não.
O0 ~ 0O
Jasper dirigia a esmo pela rodovia com uma Alice muito silenciosa a seu lado. Ela estava encolhida no banco como uma criança pequena.
Agora o desgosto que sentia estava se tornando algo mais. Raiva? Amargura? Revolta?
Ainda que ela amasse Edward mais que aos outros, Alice não compactuava com suas decisões equivocadas. Ele tentou matá-la, ele a atacou e o pior, desistiu.
Após o que pareceram horas, ele parou o carro em um acostamento deserto e a puxou delicadamente para seu colo. Ficou acariciando seus cabelos e face por um longo tempo. O dia estava nascendo quando ela finalmente falou.
“Como ele pôde Jaz? Ele traiu a todos nós.” Ela estava indignada.
“Não é assim Allie, ele não tem mais nenhum compromisso com Bella, lembrar?” Seu tom era cauteloso. “Ela se foi, ela o deixou. Você precisa compreender que ele estava perdido, sem rumo. Está foi a forma que ele encontrou de tentar se manter junto.”
Alice se desvencilhou do colo do marido e o olhou incrédula.
“Você o está defendendo depois de tudo que aconteceu? Está me dizendo que ele podia nos atacar assim. Que ele está certo em abrir mão de tudo que sente, de tudo que acredita?”
“Alice raciocine? Não é dessa forma. Ele é um homem, ainda que imortal, segue sendo um homem. Têm desejos, anseios. Sei o que ele sente. Edward voltou do Havaí quebrado, se sentindo um lixo, traído, humilhado e subjugado. Atrevo-me a afirmar que o que aconteceu lá causou uma mudança profunda nele.” Jasper tentava argumentar.
“Nada justifica essa atitude, ele pode ser um homem em todo sentido da palavra, mas não é um adolescentes hormonal descontrolado, ele tinha opções. Sempre há opção.”
Jasper já estava ficando irritado.
“Claro que ele tinha opção, então ele optou e essa escolha não é problema nosso. Quanto a ser um adolescente, será que ele não é?” Ele rebateu mal humorado. “Sua visão era apenas isso Alice, uma visão. Não estava escrito em pedra e se não vai mais acontecer, você te que deixar ir. Superar.” Jasper tentou abraçá-la novamnete e ela se esquivou.
Alice estava irritada o que afetava consideravelmente a atmosfera no carro.
“Eu sei que minhas visões são mutáveis Jasper, não estou questionando isso, mas sucumbir às investidas de Tânya não soluciona seus problemas. E Bella? Como vai ficar Bella?”
Ele suspirou pesadamente.
“Bella se foi Alice, a um ano ela não dá notícias, já é hora de seguir em frente, trilhar outros caminhos." Tentou tocá-la e ela recuou.
Ele insistiu. “Tanya já está na estrada a centenas de anos e é imortal como nós.” Jasper ponderou dando de ombros. “Talvês será melhor para ele, já que ela chegou primeiro, o conhece a mais tempo. Com o passar dos anos a dor de Edward será atenuada e com a ajuda dela, ele eventualmente pode até esquecer Bella.”
A menina o olhou incrédula.
“Você está querendo me dizer que em 1976, quando Maria foi procurá-lo,” Ela fez as aspas no ar. “Você deveria ter voltado pra ela, já que ela veio primeiro?” Alice estava furiosa.
“Se bem me lembro, naquela época nós estavamos em crise e você tinha saído de casa. Ficou fora meses depois de matar aquela garota em Spocane*. Seu tom agora era cortado, angustiado.
“Eu nunca duvidei que você voltaria para mim, eu nunca vacilei. E quando Maria veio,” Ela disse o nome com despreso. “Eu acreditei que o seu amor por mim era mais forte.”
Jasper esfregou o rosto com as duas mãos e olhou para a esposa consternado. Ele lançou toda a força de seu sentimento consiliador.
Sabia porém, por experiencia própria onde isso iria acabar e não lhe agradava nada.
“Como Maria veio parar nessa conversa Allie? Você é minha esposa.” Ele disse dando enfase ao você tentado apasiguar Alice já sabendo que não funcionaria.
“Bem, de acordo com o que você acabou de dizer, o direito é dela. Ela teve 80 anos ao seu lado para comprovar isso.”
Jasper bateu a cabeça no volante causando um estalo. Sua voz saiu abafada por baixo dos braços que envolvia sua cabeça no volante.
“Alice, por favor, eu não quero mais falar disso. Você é minha escolha. Maria o meu passado. Falávamos de Edward  e Tânya e vamos continuar falando sobre Edward e Tânya ok?”
Alice bufou cruzando os braços como uma criança piracenta. “Para o seu governo eu falava de Edward e Bella. Recuso-me a aceitar esse rompante inconsequente dele. E quanto a Maria, ela não desistiu de você. Eu sei.” Ela disse batendo no cranio delicadamente com o dedo. “E indiretamente você, Senhor Whitlock, me disse que existe, ainda que subjetivamente uma chance para ela.”
“Não seja ridícula Alice.” Jasper disse exasperado. Ele odiava quando o assunto ‘Maria’ vinha a baila. Ele jamais voltaria pra ela ou para aquela vida. Maria o havia enganado, o usado e isso é imperdoável.
Alice abriu a porta do carro e saiu elegantemente, o sol estava forte no horizonte lançando um brilho dourado em sua pele. Ao entrar na mata fechada a frente ela ouviu a porta do carro abrindo.
Sem se virar ela disse: “Vou pra casa major, e vou sozinha. Não quero sua companhia no momento.” Correu saltando em uma árvore e desaparecendo dentro da vegetação alta.
Um rosnado baixo tamborilou no peito de Jasper. Ele se sentou no chão, encostando-se à roda do carro frustrado e irritado. A esposa o chamava de major apenas em duas ocasiões: No auge da paixão ou no auge da raiva. Com certeza no momento ela não estava no auge da paixão.
Um dia Edward pagaria por isso. Era tão conveniente que ele tivesse se acertado com Tanya. Desde o fatídico dia onde ele tentara contra a vida de Bella, suas emoções para com a garota humana eram ambíguas. Ora culpa ferrenha, ora afeto amistoso. Às vezes, repulsa pelo horror que ela o fazia sentir com aquele cheiro tentador. Estar perto dela era sempre uma corda bamba. Jasper se sentia inseguro e de certa forma, saber que ela não voltaria era um alívio bem vindo.
Ele esperou mais algumas horas antes de voltar pra casa, queria que Alice se acalmasse antes de seu retorno.
O0 ~ 0O
Após fugir do carro, Alice foi pulando de árvora em árvore até atingir o alto de uma serra. A vista era espetacular. Ela se recostou no galho mais alto e fechou os olhos procurando. Quase noventa anos convivendo com seu dom apurado, a tinha ensinado como manipulá-lo. O futuro lindo que ela havia visto estava perdido para sempre, se fora. Em seu lugar apenas imagens desconexas. Concentrou-se em Edward. Nada, seu futuro mudava, e mudava... Em todas as ramificações ela viu Tânya a seu lado. Um rosnado fraco ressoou em seu peito. Se ele queria assim. Ele estava morto pra ela.
Qundo se concentrou em Bella, não tinha nenhuma expectativa. A imagem chocante quase a derrubou. A visão de bella saindo da clarira gelada como imortal com Edward a seu lado havia mudado. Agora ela estava sozinha.
Bella gloriosa e feroz saia de trás das árvores para a clareira aberta onde o sol brilhava. Não havia mais um sorriso em seus lábios, mas umolhar mortal em seu rosto de pedra. Ela se inclinava quase se propondo a rastejar e cheirava o ar farejando algo. Soltando um rosnado gutural ela atacou algo. A visão se encerrou deixando uma Alice atordoada.
A vidente estava temerosa e aliviada ao mesmo tempo. Sua amiga ainda seria uma imortal, mas a dinâmica tinha mudado. Alice não tinha como saber se Bella ainda iria querer fazer parte dos Cullen.
O0 ~ 0O
Rosalie estava indignada ao passar pela porta com Emmett ao seu lado.
“Aquele doente, imbecil. Como ele ousa. Aquela humanazinha não merece tudo isso.” Ela gritou.
“É a segunda vez que ela desestrutura minha familia, não é justo.”
“Bella não fez nada meu anjo. Ela nem sabe o que está acontecendo. Não a culpe injustamente. Se quer um responsável, Edward é o seu homem.” Emmett estava tranquilo, ele não se debruçava onde não tinha solução.
“Eu não entendo porque todos a defendem tanto, o que ela tem? Aquela carinha de sonsa não me compra. Já Edward merece uma surra, onde já se viu. Olhe para essa sala, tudo arruinado. Hum.” A loura bufou.
Alice desceu as escadas, sua expressão era sombria.
“Se você não tem nada de útil a acrescentar Rose, fique calada.”
Rosalie atirou os longos cabelos por sobre os ombros e começou a arrumar os moveis ignorando Alice.
Carlisle, Esme e Jasper voltaram uma hora depois. O clima na casa Cullen era desalentador.
“Onde está Kate?” Esme estava envergonhada pela cena familiar que se desenrolou com visitas em casa.
“Achou melhor ir atrás de Tânya. Ela não estava muito feliz com a atitude da irmã. Pediu que perdoássemos os disparates dela, ela não lida muito bem com a rejeição, você sabe. Quis provar um ponto indo atrás de Edward.”
Esme suspirou.
“Assim que chegarem a Denalli entrará em contato com notícias.” Finalizou. 

Carlisle assentiu. Fazendo um gesto para ser seguido e comandou.
“Vamos para a sala de jantar. Precisamos discutir alguns pontos.” Ele se dirigiu para o cômodo juntamente com os filhos e a esposa.
Ao se sentarem o patriarca começou pesaroso.
“O que aconteceu noite passada jamais deveria ter acontecido. Estou constrangido e triste. Peço desculpas por não ter sabido lidar com a situação de forma mais eficaz.” Emmett sacudiu a cabeça em reprovação.
“Que isso Carlisle, se tem alguem que nos deve desculpas é Edward. Você fez o que pode para ajudá-lo. Todos fizemos. Ele não quis ouvir. Deu no que deu.” Ele deu de ombros.
“Não sabemos quando ele retorna.” Carlisle completou. “Alice, você vê algo que possa compartilhar?”
Alice estava mogoada e frustrada. “Não, em minha última visão ele não tinha um futuro definido. Apenas Tânya era dada como certa, a familia não está incluida em nenhuma das vertentes.” Seus olhos dourados brilharam com raiva mal disfarsada. Jasper se postou ao seu lado pedindo tregua com o olhar. Ela tomou a mão dele e apertou.
Carlisle suspirou e se voltou para a familia.
“Pois bem. Perdemos dois membros amados de nossa familia nesse lugar. Meu coração está contrito e aflito. Sendo assim, não vejo mais motivos para permanecermos em Forks. Gostaria de propor uma votação para escolharmos uma nova cidade. Um novo começo.”
Rosalie até então calada disparou.
“Até que enfim, já não era sem tempo.”
Então a familia quebrada, mas unida em um único propósito se pôs a discutir seu futuro nebuloso.
Nota da Autora: 
Bem, então é isso. Chegamos ao cume da história.
Na próxima quarta vamos com Bella. Agora sim as mudanças vão começar. 
Espero ansiosamente os comentários. Marquem os quadradinhos e me façam feliz com a opinião de vocês.
- Spokane: É uma cidade localizada no estado americano de Washington, no Condado de Spokane. Foi fundada em 1871 e incorporada em 29 de novembro de 1881. Seu nome original era Spokan Falls.
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