domingo, 7 de outubro de 2012

FanFic 'Dark Queen' – Capítulo 20 – Essa conversa não acabou.

Mega capítulo para alegrar nossa noite. 
É o maior até agora, dezoito páginas. 
Muitos trechos em Itálico sinalizando pensamentos, 
Edward e seu dom de ler mentes...
Amo absolutamente a música. não deixem de ouvir.
Espero muitos comentários.
Boa leitura!
Dark Queen
20
Essa conversa não acabou
***
It's Not Over / Não está acabado
I've taken all I can take / Eu suportei tudo que posso suportar
And I cannot wait / E eu não posso esperar
We've wasted too much time / Nós perdemos muito tempo
Being strong and holding on / Ser forte e aguentar firme
Can't let it bring us down / Não pode deixar isso nos derrubar

My life with you means everything / Minha vida com você significa tudo
So I won't give up that easily / Então eu não desistirei tão facilmente
I'll blow it away, blow it away / Eu superarei isso, superarei
Can we make this something good? / Nós podemos fazer disso algo bom?

Cause it's all misunderstood / Porque foi tudo mal-entendido

(Well I'll try to do it right this time around) / (Bem, eu tentarei fazer a coisa certa dessa vez)
Let's start over, / Vamos recomeçar
I'll try to do it right this time around / Eu tentarei fazer a coisa certa dessa vez
It's not over / Não está acabado
Cause a part of me is dead and in the ground. / Porque uma parte de mim está morta e no chão
This love is killing me / Este amor está me matando
But you're the only one / Mas você é a única
It's not over. / Não está acabado.

We can't let this get away / Não podemos deixar isto escapar
Let it out, let it out / Deixe sair, deixe sair
Don't get caught up in yourself / Não fique presa em você mesma
Let it out. / Deixe sair

Let's start over / Vamos recomeçar
We'll try to do to it right this time around / Nós tentaremos fazer a coisa certa dessa vez
It's not over / Não está acabado
Cause a part of me is dead and in the ground. / Porque uma parte de mim está morta e no chão
This love is killing me / Este amor está me matando
But you're the only one / Mas você é a única
It's not over. / Não está acabado

Daughtry
***
Edward POV
Ela queria que eu a levasse pra casa. Então eu levei. Deixei o bar dando uma enorme gorgeta a Joe por tratar minha Bella tão bem.
Alice não estava feliz com a decisão de Bella em voltar comigo, seus pensamentos demosntravam que era uma má idéia, ela estava bêbada e não sabia o que estava fazendo. Por incrível que pareça foi Jasper que a acalmou e convenceu que era melhor para todos nós que ela não interferisse no nosso assunto, eu o agradeci discretamente.
Não pense que não estarei de olho em você. O fato de convencer Alice a te deixar levar Bella pra casa não exclui a desconfiança que eu ainda tenho a respeito de suas intenções. Se você a machucar eu mesmo vou desmembrar você. Jasper gritou para mim em pensamento.
Minhas intenções estavam longe de querer machucá-la. Eu não sei onde isso ia dar, eu nem sei se confio em mim ou nela. No momento eu só queria estar lá, sentí-la, estar com ela.

Ela estava um pouco cambaliante quando entramos no carro. Eu não conseguia tirar minhas mãos dela. Seu cheiro delicioso me assaltava dentro do pequeno espaço. Eu queria devorá-la.
“Tânya não vai ficar feliz de ver você levando a humana pra casa.” Sua voz era um pouco embolada devido ao alcool.
“Não se preocupe com Tânya, ela pensa que tem direitos que não tem.” Ela acenou com a cabeça mas não rendeu o assunto.
A viagem foi curta, mas suficiente para que Bella adormecesse em meu ombro. A peguei delicadamente e levei ao seu quarto. A casa estava silenciosa e escura.
Fiquei ao pé da cama admirando a beleza de cabelos escuros diante de mim. Ela era perfeita em todos os sentidos. Sua pele era creme e rosas, seus seios estavam cheios e redondos, mesmo através da blusa de malha fina era possível ver as mudanças ocorridas nela. Mais do que até mesmo sua aparência física, ela toda exalava sexualidade confiante. Ela era uma mulher.
 Bella ressonava tranquilamente. Ponderei se deveria acordá-la para se trocar. Retirei as botas e as meias e admirei os pés femininos e delicados. Hesitei em seu jeans, ela me acharia muito abusado se eu a despisse? Não importa agora, eu a queria confortável. Como na noite em que a admirei de longe no Havai, sua calcinha era simples, branca de algodão. Minhas mãos tremiam ao descer a calça e passá-la em seus tornozelos. Retirei a jaqueta e soltei seus cabelos espalhando-os pelo travesseiro branco. Ela estava deslumbrante. A cobri e me sentei na poltrona no canto de seu quarto para velar seu sono como eu fazia quando vivíamos em Forks. Ela não deu nenhuma palavra.
Algumas horas depois ela começou a ficar agitada. Seu sonho parecia vívido. Ela se debatia na cama de um lado pra outro. Dizendo meu nome sob sua respiração.
"Respire Bella. Shhhhh. Basta respirar."
Retirei os fios de cabelo da testa úmida antes me deitar ao seu lado colocando meus lábios em sua orelha.
"Shhhhh, está tudo bem. Amor. Você estava sonhando. Você está ok", Eu a acalmei enquanto a embalava suavemente para trás e para frente.
Ela abriu os grandes olhos marrons, ainda grogue, confusa. Fechando-os novamente, esperando. Ela pensou que ainda estava sonhando.
"Eu estou aqui. Estou aqui com você, Bella."
"Onde é aqui, Exatamente?"
Seus olhos corriam freneticamente ao redor do quarto escuro, era natural ela estar confusa depois da bebedeira e a nova casa.
Seus olhos mostraram realização.
“Oh! Eu achei que estava sonhando.”
Ela era adorável, seus cabelos revoltos e lábios vermelhos. Suas bochechas levemente coradas.
“Desculpe, eu adormeci.” Ela disse envergonhada.
“Não tem problema. Eu cuidei de você.” Beijei o topo de sua cabeça.
Nossas pernas agora entrelaçadas, as minhas frias e duras enroladas nas macias e quentes de Bella.
Ela começou a esfregar seu tornozelo ao longo de minha canela por boixo da calça, como se querendo ter certeza que eu estava lá. Seu ânimo era leve e seu nariz passeava na parte lateral do meu pescoço. Era um movimento pequeno, tímido, mas que eu não tinha sentido em muitos anos.
Oh, Deus. Bella.
Minha cabeça nadou com uma centena de perguntas não respondidas, eu queria encontrar as respostas.
O que seria de nós? Ela me queria de volta? Ela estava sozinha? Ela ainda me ama?
E agora, tão desesperado quanto eu estava para saber, entender, eu estava igualmente com medo do que saber significaria.
Envolvê-la em meus braços na cama enquanto ela se aninhava em mim, me parecia tão familiar quanto era a quatro anos atrás. Mesmo com todas as coisas ainda não ditas entre nós, eu sentia meu mundo entrando nos eixos apenas com essa proximidade. Eu teria minhas respostas na parte da manhã.
Eu só queria uma noite.
Uma noite para banhar-me em feliz ignorância antes de ser confrontado com as decisões de peso que se seguiriam diante dos questionamentos. Uma noite em sua cama, explorando o caminho que minhas mãos adolescentes nunca exploraram por minha culpa. Uma noite para fingir que qualquer explicação que ela iria oferecer amanhã por ter me deixado pode satisfazer-me. Como eu poderia justificar o perdão que ambos estavamos procurando?
Uma noite para deixar a paixão afundar onde, amanhã, a razão tomará conta.
Sim. Eu merecia uma noite. E ela também. Ela tinha esse direito.
Enrolando as pernas ao redor das minhas, ela me puxou para mais perto. Perto o suficiente para sentir o seu cabelo macio na minha bochecha. Eu já estava duro como aço fazendo minhas calças desconfortáveis.
Mesmo após todo esse tempo, nós nos encaixávamos perfeitamente juntos, eu não tinha a intenção de me esconder dela mais. Nunca com exceção daquela noite eu que eu a rejeitei, eu tinha permitido que ela sentisse meu corpo por inteiro.
Não mais.
Eu me revelaria pra ela.
Inalei agudamente, apertando meu controle sobre seu corpo.
Sim.
Ela estava me guiando pelo caminho. Seus quadris mudaram se esfregando em minha rigidez.
"Hummm", ela gemia no meu ouvido, quase um sussurro. Ela suspirou e puxou-me mais perto, apertei-a mais forte em volta da cintura fina. Senti a queimadura escaldante de seu toque através do algodão macio da minha camisa – suas mãos passeando pelo meu peito e descendo pela minha barriga me enlouquecendo. Ela parou por uns instantes.
Em seguida, atacou, estávamos no meio de um abraço apaixonado.
Sim.
Eu senti o estrondo do rosnado em minha barriga, enquanto suas mãos viajavam loucamente, freneticamente, por cima do meu quadril, minhas costelas, meu peito. Minhas terminações nervosas estavam em alerta máximo, formigando com a sensação esmagadora de seus dedos me agarrando, esfregando em mim, em todos os lugares.
Ela arqueou a espinha, empurrando-me mais em seu toque, agarrando minha camisa em suas mãos. Eu respirava pesadamente no seu ouvido antes de lançar-me em minhas costas.
Nos colocamos de lado por um longo momento. Ofegantes. Nos olhando.
Precisando de mais, eu enrolei meus dedos nos cabelos cor de mogno, dando um leve puxão para baixo. Queria desesperadamente beijá-la, senti-la contra mim.
"Bella", Disse suavemente, "Eu preciso..."
"Shhhh", ela murmurou, trazendo os dedos em meus lábios.
"Mas -"
"Por favor, não, Edward. Está tudo bem. Não hoje."
Ela empurrou suas mãos quentes no meu peito. A sensação foi registrada como um pequeno empurrão, mas eu poderia dizer o que ela queria pela maneira como seus olhos brilhavam e os tendões em seu pescoço flexionaram. Caí com força contra a cama e me rendi.
Suas mãos estavam em todo lugar, queimando em minha carne. Seus olhos estavam selvagens e observando enquanto ela agarrava meu cabelo e acariciava meu rosto, meu pescoço, meu peito.
De repente sem aviso, os lábios dela estavam nos meus. Fiquei tenso, instintivamente, engoli as pressas o lago de veneno em minha boca. Por um breve momento, pensei em me afastar dela. Lembrei-me da última vez que ela tomou a iniciativa e o que eu fiz com ela.
Não deveria ser assim. Não dessa forma.
Mas isso não era sobre mim.
Eu dei a ela o direito de medir a dose, marcar o ritmo. Se isso era o que ela precisava, é isso que eu lhe daria.
Seus lábios deslizaram entre os meus, eu me perdi no gosto familiar de sua boca molhada. Meus sentidos e minha mente se turvaram enquanto eu em vão tentava processar o que estava acontecendo.
Deus, o que eu estava fazendo.
Senti a superfície esponjosa de sua língua doce-e-rosa ao longo de minha mandíbula quando ela lambia o caminho pra o lóbulo da minha orelha.
Jesus.
Sua respiração era quente e úmido no meu ouvido. Eu podia ouvir a frenética pulsação de seus batimentos cardíacos debaixo do algodão de sua camisa. Ela apertou o nariz no meu pescoço e puxou uma respiração instável.
Oh Deus.
Ela estava me inspirando novamente. Isso era tão arrasador.
Puta merda.
Ela puxou minha orelha em sua boca escaldante devagar e raspou os dentes deliberadamente. Soltando-me de sua mordida, ela disparou como no dia anterior um chiado zangado. "Respire, Porra."
Deus me ajude.
Ela sabia. É claro que ela sabia. Eu não tinha respirado desde que ela colocou a boca na minha.
Ela estava me testando, desafiando-me. Ela queria ver o quão longe eu iria da mesma forma que tinha feito antes.
Seu tom era de comando e sem remorso.
Foi um ultimato.
Eu não podia ler sua mente, mas eu sabia com certeza, que não haveria lugar para mim em sua vida se eu não pudesse fazer isso. Se eu não pudesse mostrar a ela que eu não estava mais vivendo pelo medo.
Eu pressionei meu nariz na pele sedosa de seu pescoço e enchi meus pulmões com o perfume avassalador de sua pele. Cerrando meus punhos ao lado de sua cabeça na cama, eu queimei minhas narinas com um longo gole da mais pura essência de Bella.
A intensidade do ato me sacudiu até a medula. Meu corpo inteiro estremeceu em resposta. Minha ereção latejava nas sensações conflitantes da desenfreada sede e desejo insaciável.
Depois de um longo momento, eu recuperei minha consciência. A sede estava agonizando, mas controlável. A luxúria não.
Abri os olhos para encontrar Bella olhando atentamente para mim. Ela parecia... Presunçosa? Orgulhosa? Provavelmente os dois.
Agarrando minhas mãos, ela desenrolou meus dedos, achatando as palmas das minhas mãos nas suas e descendo ao lado de seu corpo, passando por seus seios deslizando lentamente para baixo em seu torso. Engoli um gemido quando as minhas mãos sentiram as curvas arredondadas de sua figura feminina. Ela manteve um aperto firme me impedindo de retirar as mãos, ela me guiou até seu quadril.
Ela estava no comando. Tomando o que ela precisava. Tomando a força o que eu sempre me recusei a dar a ela.
Meu corpo tremia novamente com a sensação realmente devastadora do toque de Bella. Seu corpo era a perfeição. Seus músculos tensos e curvas suaves gritavam por mim sem palavras. Cedi à sua necessidade, minha necessidade, e relaxei em seu toque.
"Deus, Bella", eu falei trêmulo. "Você é... Deus, você é divina."
Eu não sei se foram minhas palavras ou algo mais - algo totalmente alheio a mim. Mas nos momentos que se seguiram, os olhos de Bella mudaram. Eles não eram mais selvagens com a necessidade frenética. Eram escuros e calculistas. Traiçoeiros.
Ela passou seus dedos por meus cabelos e agarrou meu rosto para que os nossos olhos ficassem presos um no outro. Sua respiração era lenta, mas dura.
"Edward", ela respirava. "Eu preciso que você me prove".
PORRA.
Suas palavras cairam em mim como uma onda, um tsunami desembarcando profundamente no meu estômago. Eu rosnei instintivamente, sentindo o aperto sendo construido em minha barriga e a necessidade pulsando em minhas calças.
Ela queria que a minha língua em sua boca.
Ela queria me empurrar para a borda do precipício, precisava ver o quão longe eu estava disposto a ir. O quanto eu precisava dela. O cheiro de sua excitação era pungente no ar enquanto eu processava seu ​​pedido. Ela queria ter certeza que eu precisava dela.
Quero provar a ela que eu preciso mais do que ela possa supor.
Sem quebrar o contato visual, acariciei seu lindo rosto. Passeio por seu pescoço tentador e seus seios mal cobertos pela blusa fina. Passeei minha mão por sua barriga chegando abaixo na borda delicada de sua calcinha e pressionei lentamente para baixo em direção a sua entrada. Divertindo-me com a sensação de sentir suas dobras aveludadas pela primeira vez, enfiei um dedo dentro dela, dois dedos então, profundamente em seu sexo pulsante.
Oh Deus, ela estava tão molhada.
Vi-a rolar os olhos e perder o fôlego. Sua pulsação estava descontrolada em minha mão. Eu a acariciava.
Caralho.
Ela era tão bonita e macia.
Meus dedos estavam ensopados, eu os deslisava facilmente. Fluxo e afluxo, ela ofegava ruidosamente junto comigo. Suas mãos estavam apertadas em meus cabelos, na minha nuca. Massageei o pequeno e delicado botão com o polegar e ela gritou meu nome. Eu estava perdido. Eu puxei nossas mãos disponíveis juntas e continuei minhas ministrações com a outra. Ela tinha os olhos fechados, a pele enrubecida e a boca levemente aberta. Perfeita, a beijei sugando sua lingua pequena pela primeira vez. Ela estremeceu debaixo de mim e apertou seu sexo em meus dedos. Ela estava gozando. Seu sexo pulsava e apertava meus dedos fortemente. Seu líquido escorria por meus dedos me queimando de luxuria.
Quando sua respiração voltou ao patamar aceitavel, retirei minha mão ansiosamente enfiei na boca provando-a.
Nada em meu século de existência poderia ter me preparado para o gosto do sexo de Bella na minha língua. Na minha boca. Na minha garganta.
Lutei determinado a manter o contato visual, mas foi demais. Meus olhos reverteramna o fundo de minha cabeça. Minha mente foi num piscar para a única vez que eu tinha provado o sangue dela. Senti o início de um frenesi animalesco familiar construir na boca do meu estômago enquanto eu avidamente chupava seus sucos de seus dedos um por um. Não foi suficiente.
Mais.
Meus olhos estavam selvagens com a necessidade de ter mais de Bella, escuros com a luxúria. Eu precisava de mais. Eu precisava consumi-la.
Senti-me como um monstro. E ainda pela primeira vez em um século, eu me senti completamente humano.
"Você mudou". Ela afirmou com a voz acanhada. Não era uma pergunta.
"Sim".
Como se ela pudesse ler minha mente, ela forçou meus olhos frenéticos e encará-la.
 "Mais", ela ordenou.
Oh, merda!
Eu estava desfeito.
Eu não a merecia. Mas ela estava me oferecendo mais, e eu não poderia de recusar.
Eu agarrei sua bunda mais forte do que eu pretendia e prendi suas coxas firmemente em torno de mim, estremecendo com a fricção deliciosa de seu centro úmido esfregando contra meu pau duro.
Eu não poderia retardar os meus pensamentos, meus movimentos. Eu estava desesperado para tê-la. Para tomar o que ela estava dando.
Mais.
Na minha pressa, eu achatei sua forma frágil no colchão. Agarrei os pulsos finos e prendí-os acima de sua cabeça com uma mão. Minha outra mão fez um rápido trabalho na camisa a deixando em farrapo, expondo a clavícula delicada.
Mais.
Eu mantive os braços firmemente presos por cima da cabeça antes de dobrar meu pescoço e arrastar minha língua ao longo do cume perfeito de sua clavícula.
Eu sufoquei um gemido de êxtase. Minha ereção dolorosa pulsava esfregando na parte baixa mal-vestida de Bella.
Ela lutou para retirar sua mão presa e notando o que ela queria permiti. Imediatamente ela voou para o botão de minha calça.
Seus olhos eram suplicantes
“Tire-a Edward.” Eu não sabia se conseguiria ir tão longe sem prejudicá-la. Era um impasse.
Peguei sua mão errante e a coloquei presa novamente no alto da cabeça com um rosnado.
Mais.
Como minha mão livre a tirei rapidamente ficando apenas com a boxer preta.
Ela se contorcia e se esfregava em mim, ela fechou os olhos e mordeu os lábios inocentemente da forma mais sensual possível a alguém.
Peguei seu rítmo e me para frente e para trás em sua virilha, nossas roupas intimas finas o suficiente para sentirmos o frio e o quente se misturando.
Eu estava tão perto.
"Deus, Edward. Não pare," ela implorou.
Eu podia sentir o êxtase se construindo a partir de meus dedos dos pés enrolados, subindo até minhas coxas, e parando na boca do estômago.
Eu precisava de mais.
Soltei suas mãos e desci minha boca por seu torso nu até encontrar sua entrada coberta pelo fino algodão. Respirei de boca aberta abocanhando seu sexo e sentindo seu gosto enlouquecedor. Ela gemeu estremecendo quando minha respiração fria entrou em contado com seu centro muito aquecido. Agarrei minha ereção e bombeei rapidamente.
Acelerei meus movimentos então, simultaneamente, apertando os lábios contra seu clitóris enquanto respirava seu gosto. Senti meus olhos rolarem na minha cabeça, e vi vermelho enquanto ela se contorcia sob minha boca.
"Oh Deus, Edward," Ela gemia, "Eu vou...".
E eu fui junto com ela.
Gritando e se contorcendo, ela apertou os calcanhares em minhas costas, meus cabelos firmemente atados a suas mãos. Meu corpo estremecia se despedaçando, destruído, com a intensidade do meu clímax.
Fiquei ali ofegante em silêncio por um longo momento antes de olhá-la. Ela se apoiou nos cotovelos para me ver. Descancei queixo no cós de sua calcinha, enquanto ela olhava para mim com o mais doce, mais orgulhoso e mais erótico olhar que já vi.
Meu peito arfava enquanto eu olhava para ela adorando. Meus membros sentiram-se moles, minha cabeça mais leve que o ar que nos rodeava.
"Uau", eu sussurrei.
Ela me puxou até que seu corpo descansou apoiado ao meu lado. Ela deslizou os dedos sobre meu abdômen antes de acariciar minha bochecha com o polegar.
"Você é tão bonito." Ela murmurou.
"Vou te beijar". Eu disse respondendo.
Sua expressão mudou de orgulho e admiração à cobiça e luxúria. O beijo foi com fome, áspero. Necessitado e cheio de gemidos vindos de nossas bocas enquanto uniamos nossos lábios e línguas juntos.
"Bella." Cantei o meu nome entre beijos. "Bella. Bella. Oh, Bella."
]Ela beijou meu queixo, meu rosto, meu ouvido. "Deus, eu senti sua falta." Lambi seu pescoço, enchi sua clavícula com beijos, antes de passear meu polegar através de seus seios chegando ao umbigo.
Ela vacilou rindo.
"Você é sensível", eu ri. Seus olhos cintilaram. "Por que eu não sabia disso?"
"Porque você nunca me fez cócegas", Bella sussurrou. "Você nunca se deixou descobrir."
Suas palavras foram como um soco na cara. Claro. Eu nunca me permiti tocá-la, conhecê-la intimamente. Um lampejo de dor brilhou em seus olhos.
Apertei-a mais em meu peito.
"Eu estou pronto para aprender." murmurei.
Muito cedo ela foi se afastando.
Ela olhou para mim antes de colocar dois beijos doces em meus lábios. Eu estava com medo do que viria a seguir - que ela quisesse falar.
Debrucei-me sobre ela, acariciando sua barriga um pouco com meus lábios, viajando até o cós da calcinha. Meus olhos pegaram de leve por baixo da calcinha na parte inferior do seu osso ilíaco, próximo a virilia e ao púbis uma marca de cor grafite pequena. Inspecionando-a mais de perto agora, descobri que era claramente uma tatuagem. Eu só podia ver a sombra da marca – parecia delicada e feita de pequenas letras.
Suas unhas acariciavam meu couro cabeludo deliciosamente enquanto eu descançava meu rosto em seu abdomem. Ela estava quase adormecendo novamente.
Eu sorri, imaginando Bella entrando em um estúdio de tatuagem. Eu tinha me apaixonado por uma menina, ela se tornou uma mulher. Cada bela e importante parte seu eu tinha sido preservado, mas reforçado com uma sexualidade confiante.
Eu ansiava por saber tudo de uma vez - conhecer todas as formas em que ela havia crescido, evoluído ao longo dos anos. Meus olhos estavam cravados nas pequenas letras detalhadas sob sua calcinha. Meu cérebro incessantemente circulava em torno dela.
Houve um tempo em que cada movimento, cada palavra de Bella era tão previsível para mim quanto o nascer do sol. Suas ações tinham sido uma vez, uma segunda natureza para mim. Agora, enquanto eu olhava para aquele pequeno mistério a minha frente, eu estava confuso tentando adivinhar por que no mundo, esta nova Bella fez uma tatuagem.
De repente eu estava desesperado para saber – ter um vislumbre da vida que ela levou na minha ausência.
Acariciei o local e ela recuou.
Bella puxou o edredom até o queixo e fugiu para trás até encostar contra a cabeceira da cama.
"Bella?", eu disse suavemente.
Ela ficou em silêncio.
"Bella?", eu implorei minha voz marcada pelo desespero. “O que foi.” Eu olhei para ela, apenas para descobrir a cabeça inclinada em direção ao teto, com os olhos piscando em rápida sucessão. "Olhe para mim. Por favor."
Sua cabeça caiu para seu peito enquanto ela lançou uma respiração instável. Ela levantou a cabeça lentamente, e quando seus olhos encontraram os meus, um rubor se espalhou por todo seu rosto.
"O que é isso?" Eu perguntei, olhando para seu quadril.
"Você sabe o que é", respondeu ela, sua voz sem emoção. “Uma tatuagem.” Ela apertou o edredom mais forte.
Olhei para ela, sem piscar, querendo que ela me explique sua reação. “Deixe-me ver?” Pedi. Ela fez que não.
“É pessoal.” Ela encerrou o assunto.
Eu percebi que não adiantaria o lado físico se nós não colocássemos tudo em pratos limpos.
Levantei-me e vesti minha calça rapidamente. Sentei-me a baira da cama próximo a ela e acariciei sei rosto colocando alguns fios atrás de sua orelha.
"Ok, tudo bem, não precisa me mostrar”. Ela provavelmente fez para o garoto com que ela saiu no Havaí ou outros, quem sabe. Estremeci com a idéia.
Senti que o muro que havia desmoronado antes estava de volta. Alguns minutos depois ela começou.
“Onde você esteve Edward?”
“Porque Alice não fala mais com você, porque ela decidiu que não quer mais ver seu futuro?”
Suspirei. Era hora de confessar meus pecados.
“Paramos de nos falar a três anos quando voltei do Havaí.” Olhei pra ela com cautela.
“Você foi ao Havaí?” Ela perguntou desconfiada.
Então sem muitos detalhes sobre como eu a vigiei como um perseguidor e assisti sua noite de amor com o outro. Eu disse a ela o necessário.
Apenas que quando percebi que ela tinha seguido em frente eu retornei a Forks, estava deprimido e Alice estava interferindo nas decisões que eu estava tomando.
“Quais decisões?” Eu olhar agora era duro.
“Eu resolvi ir embora com Tânya.”
Ela se levantou e foi em direção ao closed, voltou um minuto depois vestindo uma camisa branca de malha que ia até os joelhos.
Cruzou os braços em frente ao corpo. “Explique-me novamente, pois não entendi.” Ela estava furiosa.
“Você foi ao Havaí no meu aniversário de vinte anos. Um ano depois que eu parti. Chegando lá você deduziu que eu tinha seguido em frente sem ao menos falar comigo. Voltou pra Forks e brigou com sua melhor amiga e irmã por que ela não concordava por você querer ir embora com outra mulher.” Ela fechou os olhos apertando os braços em torno de si.
"Deus, Bella. Sinto muito. Sinto muito. Sinto muito. Sinto muito." Eu balbuciava, perdendo a conta de quantas vezes eu repeti o refrão.
Ela abriu os olhos e quando ela falou de novo, seu tom estava suplicate. "Pare com isso, Edward. Por favor. Apenas pare."
“Eu quero saber. Não, eu preciso saber os detalhes.” Ela se sentou na cama subindo novamente o Edredom até o queixo.
“Estou esperando. O que você viu no Havaí que te fez querer deixar sua familía e ir embora com... Tânya?” O nome soou amargo em sua voz.
Então eu contei em detalhes os dois dias que estive lá. Para não constragê-la mais eu deixei claro que não fiquei para assistir sua intimidade com aquele rapaz. Quando terminei a olhei esperando.
As lágrimas escorriam pelo seu rosto corado antes de cair manchando o Edredom sob seu maxilar. Seus olhos, finalmente expressivos, transmitiu a angústia que eu esperava, mas para o qual eu não poderia ter sido preparado. A tristeza que infligi foi demais para suportar.
Meu estomago se apertou mais uma vez.
“Quando voltei, eu estava tão desesperado e minha familia me pressionava a te dar outra chance.” Apertei a ponte do meu nariz. “Eu só queria esquecer a visão de você nos braços de outro.”
Levantei-me e fui em direção à janela ainda escura. “Alice teve uma visão que eu não sei qual foi e surtou quando a mesma desapareceu após minha decisão de estar com Tânya. Ela me atacou e me provocou me dizendo o quanto eu era burro e tolo por ao menos querer saber os fatos. Mas o que havia pra saber, eu já tinha visto não é?” Meu tom foi acusatório.
Eu precisava dizer isso. Ela precisava ouvir.
“Você me julga por tão pouco, você me vê tão baixa. Os sentimentos da humana não são tão fortes quanto os seus não é mesmo Edward.” Seu tom era cáustico. Nocivo.
Ignorei seu sarcasmo, cansado de sua deflexão.
“Não Bella, claro que não. Eu sinto muito se soou assim aos seus ouvidos. Não foi o que eu quis dizer. Você tem todo o direito de dormir com quem você quiser. Eu nunca vou interferir em suas decisões.” Falei tentando acalmá-la.
"CALA A BOCA EDWARD!" Ela gritou, e foi um barulho animalesco, estridente e gutural de uma vez. Ela apertou seus ouvidos e os olhos bem fechados. “CALA A PORRA DA SUA BOCA. Você seu filho de uma puta arrogante e soberbo. Você sempre sabe de tudo não é mesmo? Tem resposta pra tudo. Deus. Como eu te odeio nesse momento.”
Eu calei atordoado pelo volume e ira em sua voz. Seus ombros tensos com o esforço antes que ela tirou as mãos das orelhas e relaxou.
Ela saltou da cama, com o rosto pintado de repente no tom magenta de sua raiva. Lentamente ela caminhou para perto da janela. Ela parecia uma predadora, uma deusa da vingança vindo em minha direção.
Ela olhou para mim, seu batimento cardíaco diminuindo e o rubor deixando o seu rosto. Ela estava fria. "É tudo verdade? Tudo isso que você me falou?"
Eu balancei a cabeça afirmando. “O que mais.” Ela sabia que havia mais. “Diga Edward, diga por que Alice não olha mais para você.”
“Eu tentei matá-la. É o que você quer saber? Minha natureza monstruosa? Pois bem, ai está. Eu ofendi e magoei cada membro da minha familia antes de sair com Tânya. Eu queria que eles me deixassem em paz, eu queria que você me deixasse em paz. Ok?”
Os dados foram lançados.
Eu estava desequilibrado.
"Bella", eu comecei, rangendo os dentes. Minhas mãos nos bolsos, comprimindo minhas coxas duras através do tecido da calça. "Eu lhe devo um pedido de desculpas. Devo-lhe muito mais do que isso."
Ela riu de mim sem humor.
"Edwa" tentou interromper.
"Não, Bella, deixe-me terminar.” Pela primeira vez eu assobiei.
"Percebo agora que você nunca entendeu essa face na nossa espécie. O animal em nós." As palavras saíram com pressa, como se eu, de repente quisesse nada mais do que trazer para esta conversa para fim  rapidamente. "Eu levei vantagem sobre você. Você não tinha noção de onde estava se metendo quando se envolveu comigo. Com minha familia. Você era jovem, queria coisas da vida que eu não estava preparado para oferecer e outro estava. Eu entendo."
Ela zombou. "Meu Deus, Edward. Eu sabia que você era propenso a presunção, mas Jesus. Não se dê tanto crédito. Eu posso ter sido um pouco cega em relação a você, ter te colocado em um pedestal de merda que você não merecia, mas eu certamente sabia o que estava fazendo. Eu sabia onde estava me metendo. E as consequências disso."
O quê?
O silêncio no quarto era assustador, aterrador.
"Bella", eu sussurrei. Era um fundamento. Um arrependimento. Isso foi há três anos. As coisas agora são diferentes. Vamos prosseguir daqui.
Quantas vezes eu tinha praticado o meu pedido de desculpas, eu nunca tinha imaginado que seria desta forma. Nunca pensei que minha ereção latejante prejudicaria minha cabeça. Ou que o último vestígio de veneno que rodou na minha boca estaria misturado com o gosto da excitação de Bella. Minhas preocupações com o meu discurso foram cortadas.
Eu não podia ler sua mente, mas eu sabia que estava por vir. Era como se ela sentisse tão profundamente, tão completamente, que o sentimento escorreu para fora de seus poros e me deu um tapa na cara. Como se, combinado com o sangue e sexo, eu podia sentir o cheiro seu desgosto no ar. O aroma resultante foi tão insatisfatório, tão medíocre, que eu fechei os olhos por um breve momento para beber, eu merecia. Ainda antes de abrir meus olhos e olhá-la. Eu era um bastardo arragante mesmo.
Ela cerrou os olhos, antes de inalar profundamente. Quando ela os reabriu, seu olhar era frio.
"Eu vou te dizer uma coisa, Edward."
Qualquer coisa. Diga-me qualquer coisa. Eu pensei desesperado.
"Você precisa dar o fora do meu quarto. AGORA."
Fiquei em silêncio enquanto eu olhava para ela, com o coração pesado tentando em vão me acalmar.
Quando ela começou de novo, sua voz estava estranhamente calma. "Você fica aí justificando suas ações e me acusando de dormir com outro. Você tenta fazer eu me sentir culpada por me entregar facilmente. Por ser capaz de separar sexo e..." Ela desviou o olhar e engoliu em seco uma vez antes de terminar. "e amor." Fez uma pausa e inclinou a cabeça ligeiramente enquanto falava, "Mas antes de me julgar, você pode querer se perguntar de quem realmente é a culpa."
Ela voltou para a cama e se deitou apagando o abajur aceso na mesinha ao lado.
“Dê o fora Edward. Saia agora, antes que eu peça para seus irmãos virem aqui te enxotar.” E se virou para o outro lado.
O0 ~ 0O
Eu saltei a janela e cai graciosamente nos meus pés. Eu virei e me permiti olhar para seu quarto persistentemente antes de correr para a floresta densa.
Jasper estava esperando por mim a alguns quilômetros da casa. Como ele sabia aonde eu iria? Alice é claro. Bom, pelo menos agora ela não está fingindo que eu não existo.
Eu não queria brigar. Eu queria tempo para resolver o que eu faria a respeito da minha situação com Bella. Ela tinha razão em tudo que ela disse, mas isso não exclui o fato de que eu a amo e vou lutar por ela. Eu não vou abrir mão disso. Mesmo que tenha que enfrentar meus irmãos.
Ele se aproximou de mim com cautela num primeiro momento, empurrou as mãos nos bolsos, torceu os lábios, seus olhos estavam apertados em concentração, me sentindo, avaliando. Quando ele fechou a distância entre nós, a sua postura já era descontraída e seus lábios se voltaram para cima em um sorriso malicioso.
Uau Edward! Mas que inferno... Ele arregalou os olhos. Seus pensamentos eram tumultuados e cheios de imagens de Bella em roupa íntima, dormindo, se trocando no quarto dela no Havaí... Como assim ele tinha visto minha garota nesses termos?
Eu não gostei do rumo que sua mente estava tomando. Um leve rosnado subiu do meu peito.
Ele olhou para baixo ainda sorrindo, e eu percebi que ele estava olhando para o meu punho apertado ao meu lado.
Merda.
Claro, ele podia sentir o cheiro dela em meus dedos, em mim todo. Oh inferno, eu mesmo ainda estava meio delirante por causa disso.
Enfiei minha mão no meu bolso.
"Não foi assim" eu comecei, na defensiva.
"Eu sei, eu sei", ele interrompeu. "Nós ouvimos tudo, pelo menos a essência. Você quer falar sobre isso?"
"Eu estou muito sobrecarregado. Eu não poderia mesmo explicar-me," eu soltei.
"Então ela te chutou para fora." Não era uma pergunta. Eu apenas afirmei com a cabeça.
Jasper levantou uma sobrancelha diante do meu silêncio. Vá em frente. Continue.
"Eu nunca a vi tão furiosa, Jaz. E claro que ela está confusa. Ela chorou. Gritou. Disse-me para calar a boca. Para dar o fora."
Ele sorriu. Essa é a minha garota.
“Ela disse ‘Porra’ e xingou e falou sujo como um caminhoneiro?” Eu ri sem humor.
"Sim, bem, ela não tem dezoito mais." Você terá que se acostumar.
Eu notei. Ponderei descontente.
A mente de Jasper se voltou para imagens de Bella falando apaixonadamente sobre direitos humanos e política. Tudo que a fazia uma grande jornalista. Assuntos sérios como distribuição de renda e comida para os países do terceiro mundo, querras e protecionismo das grandes nações. Imagens dela sentada com as pernas cruzadas sobre a cama em uma madrugada qualquer. Copo de café fumegando ao lado, lábios carnudos. Cachos emaranhados. Decote tentador em uma camisa de malha velha e rasgada. Óculos para leitura de aros de metal...
Eu atirei-lhe um olhar maligno. Ele a achava pra lá de sensual.
Desculpe. Ele encolheu os ombros, eu não pude evitar. "Então, ela estava chateada. Chutou você para fora... e?" Ele desconversou.
Eu balancei a cabeça.
"Mas isso não era tudo." Ele afirmou isto simplesmente, buscando explicação ao invés de confirmação.
"Não, isso não era tudo", eu admiti. Fiz uma pausa, recordando com grande clareza a intensidade, a paixão, a ligação que eu senti quando a tinha beijado, sentido, provado dela.
"Ela me beijou." Senti meus de lábios involuntariamente curvarem para cima, quando falei.
"Deus, Jaz, eu - eu realmente a toquei." Eu passei minhas mãos em meus cabelos, balançando a cabeça levemente.
"E? ​​Como você está se sentindo sobre tudo isso?”, perguntou ele.
"Eu não sei", Eu disse honestamente. "Eu deveria estar me xingando. Depois de tudo que eu fiz, eu não podia sequer pedir perdão corretamente. E ainda por algum motivo. Eu sinto..."
Eu parei, procurando as palavras para descrever os pensamentos girando em minha mente, as sensações percorrendo meu corpo. Eles eram quase totalmente estranhos para mim, ainda tingidos com uma familiaridade dolorida. Apertei os olhos fechados, revivendo os eventos da noite e tentando, em vão, identificar exatamente como me senti.
Jasper mostrou uma bola de football* americano que eu não tinha notado atirou-a para mim. Apanhei-a um milímetro da minha orelha.
"Você está feliz, Edward." Passou tanto tempo coberto de sentimentos negativos que não reconhece a felicidade quando vê.
O olhei intensamente. “Porque você está aqui comigo? Porque não está com raiva de mim como todo mundo?” Eu estava genuinamente curioso.
“Você é meu irmão.” Era um fato. “Eu amo você, mesmo você sendo um burro às vezes... e eu posso sentir o que você sente. Na maioria das vezes eu não ouço o que você diz e sim sinto o que você sente. É o suficiente pra mim.” Ele deu de ombros e sorriu. “A maioria das merdas que saem da sua boca não condizem com o que você sente.”
Joquei a bola nele e ele gargalhou.
O0 ~ 0O
Nós decolamos juntos, rumo ao oeste para fora dos limites da cidade. Eu não conseguia lembrar a última vez que tive o prazer de correr por correr – pela sensação do vento cortando fortemente contra o meu rosto e o efeito do ar em meus ouvidos enquanto eu empurrava meu caminho através dos pinheiros finos.
Eu estava feliz.
É claro que Jasper sabia minhas próprias emoções melhor do que eu. Mas mesmo que eu confiei que ele estava certo, o sentimento era tão novo, tão estranho, eu ainda estava lutando para aceitá-lo.
Eu não tinha direito de ser feliz.
Não enquanto ela estivesse ferida. Confusa. Furiosa.
Mesmo assim, não havia como negar isso. Eu estava feliz e...
...Ela ainda estava lá.
Eu senti desde o momento em que a puxei para dançar naquele bar. Enquanto eu estava no quarto dela, a poucos metros de seu corpo adormecido, a mesma pulsação elétrica que sempre acontecia quando estávamos próximos. Vinha desde o primeiro dia em que ela entrou na minha vida e ainda cantarola e estala entre nós.
No momento em que suas mãos ardentes me tocoram eu sabia. Apesar de sua raiva, as lágrimas, ela sentiu o mesmo.
Ela tinha me tocado. Ela tomou a iniciativa apesar de tudo. Eu não consegui parar o sorriso que dividia meus lábios.
Meus pés mal registravam o chão sob eles enquanto eu voava mais e mais rápido através da periferia Vancouver e a meio caminho da fronteira canadense.
Ela me beijou.
Empurrei para frente, aumentando a minha velocidade enquanto subíamos uma ladeira íngreme, no sopé das montanhas altas que nos rodeavam. Eu não sabia se Jasper ainda estava comigo.
Eu tinha tocado nela.
Provei-a.
Neste último pensamento meu corpo pareceu perder sua orientação sobre a terra. Meus músculos esticados e queimando através do esforço que foi, mesmo para mim, sobrenatural. A velocidade era demais até para meus próprios sentidos aguçados. A paisagem desbotada correndo a uma mancha de verde e marrom. Terra e folhas.
Corri mais de uma hora. Quando a cores do vôo mudaram de lama e musgo para o azul fresco do céu e branco da neve a meus pés, eu retardei a corrida. Já tinha muito tempo desde que Jasper me abandou em meu abrir de olhos, ele sabia onde eu estava indo, ele me seguiria.
Ao alcançar o meu destino, sentei-me no meio da bacia de neve. O sol batia de um céu de cobalto, e embora minha pele brilhasse como o cobertor branco debaixo de mim, o tom parecia quase humano em comparação. Maravilhado, eu fechava e abria minha mão enquanto eu a observava brilhar ao sol.
Em mais de 80 anos, Bella foi o único ser humano que eu tive a inclinação para realmente tocar, abraçar, beijar. Eu nunca tinha dado muita atenção às minhas mãos antes que ela entrou em minha vida. Mas logo depois, eu tinha começado a odiá-las, ter medo delas. Com Bella perto elas não eram apenas minhas mãos, mas armas capazes de esmagar-lhe os pulsos ou quebrar sua coluna com um único movimento.
Mas esta manhã, elas foram gentis, acariciava-a com amor. . . Encheu-a completamente.
Não, não completamente.
Senti-me endurecer, recordando a euforia de tocar Bella - - Pela primeira vez. Minha lembrança preferida. Seu cheiro ainda irradiava de meus dedos como se tivesse permanentemente cravado em minha pele. Fechei os olhos. Cobrindo o nariz e a boca com minha mão, eu respirei fundo.
Bella.
Como ser humano, eu nunca tinha experimentado a alta inebriante das drogas. Mas quando eu respirei a excitação potente de Bella – quando se cheiro correu pela minha boca e pela minha garganta - eu entrei num estado de semiconsciência sublime. O sentimento foi comparável apenas ao nirvana divino de saborear seu sangue delicioso. Era como se cada parte sua - seu sangue, seu corpo, sua mente, sua alma, mesmo o cheiro de sua excitação - tivessem sido projetados especificamente para mim.
Minha epifania foi interrompida pelo avanço de Jasper juntamente com Emmett. O ritmo era lento para nossa espécie. Emmett tinha que ser cauteloso. Eles me olhavam com olhos arregalados de choque, vieram correndo em minha direção.
Edward, que porra foi essa? Quero dizer, todos nós sabemos o quão rápido você é, mas Jesus. Mesmo para você… Jasper pensou em admiração.
Percebendo que eu estava preocupado, seus pensamentos silenciaram.
"Fale comigo Edward. O que é?" Perguntou ele.
"Ela foi feita para mim." Eu disse estupefato. Emmett gargalhou bem alto espantando várias aves ao redor que debandaram em revoada.
Jasper agachou-se ao meu lado, seus olhos me insitando a continuar.
"Ela é minha cantora, Jasper. Por muito tempo eu tenho visto isso como uma tragédia." Olhei para o meu punho fechado, balançando a cabeça. "Mas é exatamente o oposto. Ela foi feita para mim. Ela pertence a mim. Nós nos pertencemos".
Jasper sorriu e Emmett bateu a mão no meu ombro, ambos me olhando com condescendência.
"Eu sei Edward. Nós sempre soubemos.”
Baixei os olhos, lembrei-me do sofrimento que eu tinha infligido a minha família em minha teimosia e recusa em ouvir os seus apelos ao longo dos anos. Eu sabia que Jasper tinha suportado um tipo especial de dor.
"Eu tenho sido um tolo, Jasper. Fiz todos sofrem sem razão, Me perdoe." Me voltei para Emmett que estava sentado num banco de neve próximo. “Perdoe-me de coração.” Embora eu tivesse dito isso antes, a convicção em minha voz desta vez foi mais nítida, clara.
Eles não falaram nada, mas me deram um olhar simpático.
Eu sei Edward. Emmett pensou. E agora eu sei que você quer dizer isso.
Eu sabia que com Jasper, não havia necessidade de um pedido de desculpas formal. Ele podia sentir meu arrependimento. Ele se levantou e sorrindo, apertou minha mão me puxando para os meus pés.
"Deus, eu perdi tanto tempo." Eu suspirei, e por vários minutos, todos ficaram quietos sem falar.
Perder tempo.
Era uma frase simples. Os seres humanos a usavam todos os dias.
Minha família nunca o fez. Viviam intensamente tudo que era proposto.
Minhas palavras pairaram no ar pesado entre nós. Eu tinha desperdiçado anos. Anos da vida fugaz de Bella que poderiam ter sido passados ​​juntos. Anos que eu deveria ter amado-a, adorado-a. Vivendo todos os momentos e realizaçãos dela.
"Sim, Edward. Mas você não pode permanecer no passado. É hora de parar de punir a si mesmo, irmão. Seguir em frente sem fugir. O importante é onde você está agora. Agora é hora de tomar uma decisão. O que você vai fazer?" Jasper cutucou.
"Não existem mais decisões. Eu estou impotente diante do que sinto. Eu tenho que lutar por ela. Reconquistá-la”.
“Até que enfim!!!” Emmett jogou os enormes braços pra cima e bateu palmas por sobre sua cabeça. “Já era hora do menino emo dar o fora e o homem fazer uma aparição.” Ele sorria abertamente. “Ela já não é mais uma garotinha Eddie, é uma mulher agora que precisa de um homem ao lado dela. Porra!!! Ela é mais fodona e legal agora do que antes.” Seus pensamentos eram carinhosos. “Minha MiniMac.” A tensão tinha sido quebrada por seus gracejos.
“Que apelido ridículo é esse que você deu a ela Emmett?” Eu estava curioso.
“Ridiculo nada. Real.” Ele se empolgou e começou a gesticular exageradamente. “Sabe aquela lanchonete humana. MacDonald’s? Pois é. Uma vez a uns dois anos Bella estava histérica. Ela queria por que queria um BigMac. Ela falou disso por semanas. Seu carga de trabalho estava tão grande que ela não conseguia tempo para buscar um.Um dia então nós fizemos uma encomenda especial pra ela. Alice puxou algumas cordas e ela teve entregue em sua casa uma dúzia daqueles nogentos sanduiches e milkshakes. Passamos dois dias com Bella só comendo isso Bro. Era facinante de ver. Ela grunhia e gemia a cada mordida.” Seus pensamentos ficaram lacivos e eu mandei um punhado de neve na cara dele.
“Cuidado.” Eu adverti. Emmett me ignorou e continuou.
“Como eu dizia, ela grunhia e gemia e eu não entendia o que poderia ser tão bom. Bella me explicou que de todas as comidas humanas, o BigMac era um dos melhores. Eu rir e falei pra ela se o BigMac era tão bom então ela era um MiniMac. Entendeu? MiniMac... BicMac.” Ele balançava as mãos fazendo a associação entre um e outro. Eu continuei sério o encarando enquanto Jasper rolava de rir ao meu lado.
“O quê? Ela é gostosa pra caralho Bro só que Mini. Você concorda né?” Ele esperou a resposta. Eu suspirei e balancei a cabeça para espantar a idiotice da situação. Só Emmett para pensar essas coisas. Eu ri.
Venha vamos jogar. Quero te dar uma surra. Jasper pensou.
Vamos Emmett, vamos jogar.” Chamei meu irmão. Ele esfregou as mãos se levantando.
“Não estou em melhor forma, mas ainda posso bater a bunda bonita dos dois no chão ao mesmo tempo.” Nós sorríamos um pro outro como nos velhos tempos.
O0 ~ 0O
No início, foi estranho – Estávamos jogando como nos velhos tempos, mas havia ainda uma estranheza entre nós. À medida que o jogo ficava mais intenso e a disputa mais assirrada, eu encontrei-me relaxando, me divertindo pela primeira vez em anos. Apesar de Emmett ter um balanço mais forte, a minha velocidade me dava vantagem. Eu estava ganhando dos dois por alguns pontos.
Quando Jasper viu que suas estratégias de jogo não o estavam ajudando a vencer ele resolveu me desestruturar nas emoções. Imagens de Bella ao longo dos últimos três anos me bateram vorazmente. Seus pensamentos foram deliberadamente zombando de mim.
Emmett percebendo que a trapaça de Jasper deu certo se juntou a ele. Um rosnado baixo retumbou no meu peito enquanto eu coloquei toda a minha força para atirar a bola em direção a Jasper.  Ela o ultrapassou e disparou muito além da montanha diante de nós.
Jasper dobrou em risadas juntamente com Emmett. "Bem, eu acho que esse otário é um caso perdido."
Eu não achei graça.
Ok, ok. Desculpe.
“Você é tão dramático Bro.”
Eles riam de mim. Eu perdi quando uma imagem conjurada por Emmett de Bella deixando a toalha cair sem querer saindo do banheiro após o banho não sabendo que era observada.
O som que emanava do meu corpo não era suave ou baixo. O rosnado de raiva começou no fundo do meu estômago antes de sua erupção pela minha garganta em um rugido selvagem. O barulho violento repercutiu nos picos ao redor por alguns segundos enquanto todos olhavam atordoados.
“Viu?” Eles falaram em unisono. “Dramático.” Cairam na gargalhada novamente. Tive que rir junto.
Embora eu soubesse a direção, eu tinha perdido a noção da trajetória da bola.
"Será que eu perdi? Onde está a bola?" Perguntei desorientado.
Os olhos de Emmett estavam cerrados enquanto ele gesticulava para um punhado de pedaços marrons espalhados na neve imaculada que havia entre nós.
"Não existe mais bola." Ele disse com tristeza.
Sem jogo, nós caçamos. Apreciando a companhia uns dos outros, eu tinha sentido falta imensamente dos meus irmãos. A camaradagem tranquila, as brincadeiras inocentes.
Tomamos caminhos diferentes pela floresta, cada um derrubou dois alces. Encontramos-nos depois de caçar e Emmett não tinha seu sorriso característico no rosto.
"O que está errado Em?" Eu perguntei. Ele parecia estar muito chateado com alguma coisa. Jasper o olhava preocupado.
"A vida selvagem daqui é uma porcaria, como vocês podem chamar de caça? Eles nem sequer nos provocam para uma luta. Eu sinto falta dos ursos, já faz seis meses que comi um."
Ele disse tristemente. Eu não consegui suprimir o riso que saiu contra a minha vontade. Jasper estava histérico ao meu lado. Emmett inicialmente parecia chateado com nossa resposta, mas não conseguiu evitar que os cantos da boca subissem também.
"É bom ter você aqui de novo, mano", Emmett disse, dando tapinhas nas minhas costas. Eu balancei a cabeça em resposta e lhe dei um sorriso. Minha família estava sendo ótima para mim a maior parte do tempo, com excessão de Rosalie que estava irritada com os acontecimentos recentes e me culpava por isso e Alice que me ignorva absolutamente.
Os outros podem ainda não compreender as decisões que me trouxeram até aqui, mas eles me perdoaram e me apoiaram.
Sentamos em silêncio por um longo tempo, cada um de nós absorto em pensamentos e simplesmente apreciando a vista, foi quando ouvimos um grunhido distante na floresta. Nossas cabeças se viraram imediatamente combinando os sorrisos que enfeitavam nossas expressões.
“Leão da montanha!” Jasper gritou decolando.
Emmett pulou antes de mim, mas eu era mais rápido que os dois, eu não estava muito preocupado com o avanço deles. Corremos escutando e percebendo o ar até chegar onde o barulho estava, revezamos em tentar sabotar o outro para chegar à caça saborosa primeiro.
Eu bati na clareira onde o leão da montanha estava alguns segundos antes de Emmett e Jasper e sem demora ataquei. Emmett pulou junto e tentou tirar minhas mãos de cima dele, Jasper rosnava e tentava puxar Emmett sem sucesso. Acabamos em uma luta, rolando no chão, cada um de nós tentando obter vantagem sobre o outro. Eu tinha o benefício de ouvir os pensamentos e saber o que eles planejavam fazer antes da ação, mas Emmett era mais forte do que nós, então não era tão fácil demovê-lo fisicamente. Jasper era bom nas estratégias e conseguia burlar os ataques de ambos.
Lutando assim por alguns minutos antes que a realização a respeito do que deveríamos estar fazendo nos atingiu. Nós pulamos para nossos pés e olhamos em volta percebendo que o leão da montanha foi o vencedor e fugiu enquanto estávamos rolando no chão. Nós três nos olhamos com olhos arregalados e explodimos em gargalhadas descontroladas pelo fato mais uma vez. Estávamos sujos e amarrotados. Pedaços de ávores e raízes estavam espalhados ao nosso redor.
"Vamos lá manos, vamos voltar para a casa. Eu acho que fizemos estrago suficiente por um dia". Jasper nos abraçou pelos ombros nos impulsionando pra frente.
Mesmo com os acontecimentos da noite passada eu me senti mais vivo do que estive em anos. Uma vez saciados com mais alguns alces, fomos a um ritmo leve de corrida de volta pra casa, rindo e relembrando jogos passados. De repente eu me vi sentindo uma falta devastadora do resto da minha família. Embora as coisas estivessem longe de serem perfeitas, eu me senti melhor agora. Eu encontrei-me querendo lutar com Emmett, discutir por bobagens com Rosalie, ajudar Esme com o jardim, conversar com Carlisle. Estar com Alice. Ah Alice. Minha querida irmã. Eu tinha errado tanto com ela. O que eu fiz para deixá-la tão magoada. Apesar de minha mente perfeita eu tinha uma lembrnça confusa do dia em que brigamos. Eu iria consertar isso nem que fosse meu último ato.
Nós estávamos apenas a uma curta distância da casa, quando sentimos o cheiro de outro vampiro. Eu desacelerei para uma caminhada enquanto cheirava o ar e olhava ao redor. Meus irmãos assumiram uma postura defensiva.
"Alexander," eu respondi os acalmando. “Um amigo da Escócia.”
Jasper e Emmett diminuiram o ritmo, e se postaram ao meu lado esperando que ele se revelasse.
"Meu amigo". A voz de Alexander saiu de trás das árvores densas que rodeavam a propriedade Cullen.  
“Jasper, Emmett, esse é Alexander Iúri Romanov. Ele vive na Escócia e estava curioso a respeito de nossa família. Eu o convidei para passar um tempo conosco.” Sorri, o indicando a meus irmãos.
Ele é um Íncubo Edward. Como se já não bastasse ter que aturar Tânya. Jasper pensou exasperado.
“Podem me chamar de Álex. É um enorme prazer conhecê-los.” Eles apertaram as mãos. Álex parecia genuinamente feliz em conhecer outros vampiros vegetarianos.
Ele parece legal Bro, um pouco triste. Lembra-me seu jeito emo de ser. Deve ser por isso que vocês se deram bem. Emmett zombou em sua mente.
“Bom te encontrar Edward, resolvi caçar antes de encontrá-lo, foi uma feliz coincidência.”
“Carlisle ficará feliz em saber que veio.” Voltamos para casa em um clima agradável. Ao contrário de Tânya que fazia questão de esfregar seu dom na cara de todos, Alexander era muito discreto. Jasper estava agradecido por isso.
A manhã estava alta quando retornamos. Ao chegarmos Bella ainda dormia. Tânya não podia ser vista em nenhum lugar da casa. Deve ter ido caçar ou estava com raiva por eu tê-la deixado no bar ontem com Alice e Jasper.
Todos estavam encantados com o novo convidado. Ele era gentil e chamoso com as mulheres e atencioso e loquaz com os homens. A conversa era agradável e corria solta quando percebi os movimentos do despertar de Bella no terceiro andar.
“Bella está acordando.” Esme sinalizou me olhando com piedade. Ela também tinha ouvido a troca entre nós noite passada.
“Temos uma amiga humana na casa como você deve ter percebido.” Ela disse se voltando para Alexander, “Mas não se preocupe, ela sabe sobre nós, aliás, é mais como se fosse nossa filha.” O termo era carinhoso.
Alexander acenou com a cabeça. “Eu já havia notado pelo cheiro.” Ele sorriu. Seus pensamentos eram tranquilos, mesmo tendo percebido quão delicioso o cheiro de Bella era. “Deve ser uma humana especial para ter sido acolhida como filha por vocês.” Carlisle iniciou um desfile de elogios a Bella enquanto Esme se levantou para preparar o café da manhã dela.
Uma hora após Bella tomar um banho e seu café da manhã. Alice a troxe para conhecer Alexander. Foi então que me dei conta que seria um choque pra ele ver a semelhança entre minha Bella e sua Sophia. Mas já era tarde. Bella era rebocada por uma Alice saltitante em direção a enorme sala de estar.
Com elas ainda na escada Alexander se pós de pé em um átimo de segundo. Suas emoções e pensamentos ficaram descontrolados. Então ele voou em direção a Bella que estava atordoada com a rapidez em que tudo se desenrolava. Todos estavam em polvorosa e o seguraram antes dele sequer a tocar. Ela estava lívida de susto.
Na mente dos seis vampiros na sala, ele a estava atacando, eu sabia que não.
Ele estava imobilizado no chão por Emmett e Carlisle. Jasper estava encolhido nos degraus próximo a Alice que não entendia a gama de emoções que estava incapacitando o marido. Eu estava postado na frente de Bella em posição de ataque.
“Sophia... Sophia... Minha Sophia.” Ele falava e pensava em sintonia.
Eu rosnei furiosamente em sua direção silenciando a todos na sala.
MINHA,” Eu rugi.
Nota da Autora: 

Desculpem a hora. Antes tarde do que nunca não é?
Eu queria fazer algumas alterações no capítulo a ele acabou gigantesco.
Espero que agrade.

Imagem do Capítulo:
 Bola de FootBall americano que o garotos estavam jogando.

Até segunda pessoal.
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