quarta-feira, 24 de outubro de 2012

FanFic 'Dark Queen' – Capítulo 28 – Fazendo Parte da Familia

Boooa Noite Galera.
Mais uma parte da nossa história.
Esse capitulo ficou gigante e agora está totalmente completo.
A música de hoje é em homenagem ao nosso Cowboy Jasper que fará uma aparição bem apropriada na segunda parte. Amo essa música, ela é tão sexy. 
Tenho certeza que o nosso EddieBoy como diria Emmett, quer fazer coisas realmente ruins para Bella. rsrsrs
Tenham uma ótima diversão.
Pessoal, o capítulo 29 será postado na quarta feira sem falta.
Explico lá embaixo. 
Dark Queen
28
Fazendo Parte da Família
***
Bad Things / Coisas Rins
I wanna do bad things with you. / Eu quero fazer coisas ruins com você

When you came in the air went out. / Quando você entrou o ar foi embora
And every shadow filled up with doubt. / E toda sombra se encheu de dúvida
I don't know who you think you are, / Eu não sei quem você pensa que é
But before the night is through, / Mas antes que a noite acabe,
I wanna do bad things with you. / Eu quero fazer coisas ruins com você.

I'm the kind to sit up in his room. / Eu sou do tipo que fica acordado a noite inteira em seu quarto
Heart sick an' eyes filled up with blue. / Coração doente e olhos cheios de tristeza.
I don't know what you've done to me, / Eu não sei o que você fez comigo,
But I know this much is true: / Mas eu sei que esse tanto é verdade:
I wanna do bad things with you. / Eu quero fazer coisas ruins com você.

When you came in the air went out. / Quando você entrou o ar foi embora
And all those shadows there are filled up with doubt. / E todas aquelas sombras ali se encheram com dúvidas
I don't know who you think you are, / Eu não sei quem você pensa que é
But before the night is through, / Mas antes que a noite acabe
I wanna do bad things with you. / Eu quero fazer coisas ruins com você.
I wanna do real bad things with you. / Eu quero fazer coisas realmente ruins com você
Ow, ooh. / Ow, ooh.

I don't know what you've done to me, / Eu não sei o que você fez comigo,
But I know this much is true: / Mas eu sei que esse tanto é verdade:
I wanna do bad things with you. / Eu quero fazer coisas ruins com você.
I wanna do real bad things with you. / Eu quero fazer coisas realmente ruins com você.
Jace Everett
***

 Bella POV
O dia já ai alto quando resolvemos subir e tomar um banho.
“Nós temos que ir mesmo?” Enlacei seu pescoço acariciando os cabelos suaves da nuca, a posição fez meus seios se elevarem sendo visíveis sobre as bolhas perfumadas da enorme banheira redonda em que estávamos sentados. O gemido sexy de Edward me fez rir. Seus dedos apertaram meus mamilos os fazendo endurecer.
“Acho que não.” Ele me puxou mais apertado me virando e me fazendo enfrentá-lo. Ele estava duro novamente sob meu centro pulsante.
“Desse jeito nos nunca vamos sair da banheira.” Cantarolei ainda rindo entre gemidos enquanto ele beijava meu pescoço. 
“Faremos uma festa particular. Somente eu e você.” Sua boca capturou a minha avidamente. Desci a mão por sua barriga o fazendo se contrair, acariciando levemente os pelos que levavam ao paraíso, o agarrei subindo e descendo algumas vezes com carinho antes de deixá-lo entrar em mim vagarosamente. Estávamos conectados assim a horas, parando poucos minutos em cada vez. Sempre que ele não estava dentro de mim havia um sentimento de vazio, de ausência. Nós nos movíamos rápido espirando água por todos os lados.
“Alice vai nos matar se não descermos.” Minhas palavras cortadas pelos movimentos.
“Eu sei.” Ele lamentou. “Era suposto estarmos em lua de mel não? Confinados por pelo menos dez anos. Sem sermos incomodados.” Edward segurou minha cintura mais apertado e aumentou o ritmo. “Você está perto amor?” A respiração rápida. “Diga que está... Eu não vou segurar muito tempo.”
Eu estava em outro mundo. Sentindo nossa conexão intensa. “Sim... Sim... sim... Oh Edward, tão bom.”
Senti seus dentes em meu ombro arrastando através de minha clavícula, seus longos e habilidosos dedos entre nós brincando com meu clitóris como se eu fosse um piano onde ele pudesse extrair a mais bela melodia. Acelerei ainda mais o movimento. Nossos gemidos e rosnados enchendo o ar enquanto chegávamos juntos ao ápice do prazer.
Deitei minha testa em seu ombro e ele beijou meus cabelos. “É uma vergonha ter demorado tanto tempo para desfrutarmos disso. Quero ficar sim com você pra sempre minha linda.”Ele acariciava minhas costas gentilmente enquanto a alta passava.
Concordei sentindo seu cheiro misturado a sabonete e shampoo. Embora eu também quisesse o mesmo, nossa família nos aguardava.
Levantei-me num movimento fluido após alguns minutos o trazendo comigo espalhando mais água ao redor. “Venha baby. Vamos nos trocar. Se continuarmos nus nunca sairemos daqui.” Sua gargalhada reverberou pelas paredes.
“A quantidade de roupas envolvida realmente não importa quando você está incluída no pacote amor.” Disse dando uma palmada ruidosa no meu traseiro.
“Hei?!!!,” Reclamei esfregando o lugar de brincadeira. “Cuidado Sr. Cullen. O fato de eu ser inquebrável não quer dizer que você não tenha que cuidar do material. Eu posso chutar sua bunda agora.
“Eu adoraria que você chutasse minha bunda se você a beijasse depois.” Seu tom era sexy, seus olhos encapuzados e famintos.
“Oh meu Deus Edward. Se você continuar me olhando assim nós não vamos nem sair do quarto.” Corri para o closet e fechei a porta. Ele era irresistível. Eu não conseguia parar de sorrir.
Havia roupas e mais roupas enfileiradas em cabides e dobradas em uma cômoda enorme. Lindos calçados de todos os tipos perfeitamente arrumados em prateleiras. Alice deve ter se divertido muito aqui.
Escolhi um vestido de malha de lã colado ao corpo cinza mesclado, mangas longas apenas para fingir fugir do frio, o tecido era confortável e macio em minha pele. Coloquei legs pretas por baixo e uma bota que para a alegria maior de Alice tinha saltos.
Soltei os cabelos e os ajeitei com os dedos. Tão fácil ser bonita quando se é um vampiro. Era um alívio não me preocupar em cair por causa dos saltos ou se a roupa ficaria bem. Menos tempo perdido.
Edward me aguardava deitado despreocupadamente na cama com um braço debaixo da cabeça e o celular em na outra mão. Jeans escuros e uma camisa de malha preta de gola v colada ao corpo. Totalmente comestível.  Um sorriso manhoso se estendeu por seus lábios.
“Apreciando a vista Srta. Swan?” Ele debochou da maneira muito óbvia que eu o comia com os olhos.
“Muito Sr. Cullen.” E em um segundo eu estava contra a parede com sua boca na minha.
“Eu também,” ele falou entre beijos. “Você está maravilhosa além de muito gostosa.” Suas mãos apertaram minha bunda me colando ainda mais a ele se é que isso era possível. E então ele me soltou.
“Alice já mandou milhares de mensagens.” Ele revirou os olhos. “Ela deu o prazo de duas horas para estarmos lá ou não vai falar com nós dois por um ano.”
“Porque comigo também não? É você que está me impedindo de ir.” Fiz beicinho e ele o beijou.
“Claro que é.” Edward me puxou escada abaixo. “Não vou te impedir mais.” Disse entrando na garagem em anexo ao chalé.
“De onde veio o carro?”
“Jasper trouxe antes de você despertar. Um Lexus ES 350, edição limitada. Lindo, mas não é meu. Estou apenas testando.” Ele abriu a porta para que eu entrasse. “Melhor que correr até o pé da montanha, não quero sujar nem molhar seu lindo vestido.” Seu sorriso era sincero.
“Testando?”
“Sim, se gostar talvez o compre. Tenho saudades do meu Volvo, queria não ter sido burro o bastante para destruí-lo, ele era tão bom.” O pesar evidente em sua voz.
Acariciei sua coxa enquanto ele manobrava o carro e disparava montanha abaixo. Realmente o carro era incrível, acho que o gosto pela velocidade era mesmo parte da psiquê Vampírica. Nesse ritmo alucinado chegaríamos a tempo de satisfazer Alice.
O0 ~ 0O
A pequena estava de braços cruzados e batia o pé nos aguardando sair do carro. “Um minuto mais e vocês se veriam comigo.” Ela nos beijou a ambos e saiu porta adentro. “Gostei da roupa, pelo menos seu senso de moda melhorou.” Ouvi ao longe.
De mãos dadas fomos recebidos por Carlisle e Esme. Edward gemeu ouvindo os pensamentos de ambos. Minha vontade de estender o escudo foi imensa, eu queria saber o que o fez infeliz. Arqueie uma sobrancelha em direção a ele.
“Alice.” Foi a resposta.
“Vá sem reclamar Edward.” Esme ralhou. “Os meninos precisam de ajuda com a decoração.”
“Ela exagerou não é?” Afirmei.
“Sempre.” Edward deu de ombros me beijando e indo para os fundos.
“Venha Bella, queremos te mostrar a sala da família.” Carlisle colocou o braço por sobre o meu ombro me levando para o terceiro andar.
Ao lado no final do corredor em que eu e Edward tínhamos quartos havia uma porta. Eu sempre supus que era outro quarto de hóspedes e para minha surpresa uma enorme sala, muito bem decorada estava lá. Sofás, tapetes, e mesas, nada incomum, se não fosse pelas particularidades ao fundo, tecnologia de última geração, um monitor de cinquenta polegadas onde segundo Carlisle a família se reunia para falar comigo enquanto eu estava no Havaí. 
CPU’s, scanners e impressoras modernas, um pequenos estúdio fotográfico em um canto, mesas de desenho super bem equipadas, estantes com centenas de livros. Em cada canto que eu olhava um novo ambiente se abria.
Esme e Carlisle me observavam atentamente. “É aqui onde trabalhamos.” Carlisle disse. Cada um possui o seu espaço.  Balancei a cabeça afirmativamente, mas ainda não entendia.
“O espaço onde Jasper escreve.” Esme apontou. Pude ver na parede ao fundo da mesa antiga e muito bem organizada, o mapa que eu tinha enviado de presente para ele. Isso me fez sorrir.
“As mesas de desenho pertencem a Emmett e Esme. Rosali e Alice preferem trabalhar nos computadores.” Ele se dirigiu para duas portas ao fundo que eu não tinha notado.
“Aqui.” ele abriu uma porta. “É o estúdio de gravação de Edward.” Uma pequena sala perfeitamente acolchoada com vários instrumentos musicais, bateria, violões, teclados, saxofone, baixos, guitarras antigas penduradas nas paredes, até um violoncelo.  Uma mesa de som e mixagem ultra modernas. Uau.
“E aqui,” ele abriu a outra porta, “Meu laboratório.” Parecia que eu tinha sido transportada para dentro de um hospital. Microscópios, centrífugas, aparelhos que eu nunca vi que pareciam ter custado uma fortuna. Tudo metálico ou em um branco imaculado.
“Nossa.” Eu os olhei encabulada. "Isso é incrível. Vocês trabalham aqui? Todos juntos?" A curiosidade levando o melhor de mim.
"Sim" Esme concordou, "na maioria das vezes."
Voltamos e nos sentamos no sofá no centro do salão. Carlisle foi em direção a um enorme armário antigo de madeira escura maciça. Retirando um molho de chaves do bolso ele o abriu revelando livros, pastas e o que parecia um arquivo suspenso.
Ele pegou as pastas muito grossas e coloridas e as colocou ao meu lado. “Esses são os nossos dossiês, cada Cullen tem um. Nestas pastas são armazenadas informações sobre nós, documentos originais, dados familiares, posses, tudo que é relevante sobre nós individualmente. Como uma Cullen, eu quero que você nos conheça.” Carlisle parecia emocionado ao partilhar os segredos da família comigo e eu em ser recebida tão calorosamente.
Eram oito pastas, todas em pares e em tons degradê, uma azul escura e uma azul clara, uma verde clara e outra escura, uma vermelha e outra laranja, uma marrom e outra bege.
Vamos deixar você sozinha para pesquisar. Antes, ele se levantou. “Venha comigo.” Uma das imensas estantes foi empurrada para o lado e atrás uma estreita porta de aço oculta.
“Nosso cofre.” Solenemente ele me informou a combinação de vinte números e letras, “Com sua memoria perfeita, sei que não terá necessidade de anotá-la.” Ele brincou. Abrindo a porta uma luz difusa se acendeu.
Era uma sala pequena, por volta de dois metros por dois. As paredes também eram revestidas de aço. “A prova de Incêndios.” Esme que estava atrás de mim explicou. “Perdemos alguns quadros valiosos a uns trinta anos em Minnesota.”
Aproximei-me para olhar, prateleiras de jóias dignas de um reino, mais de uma dúzia de quadros de pintores famosos, Chagall, Picasso, Monet, Renoir, obras inestimáveis e artistas inestimáveis.
Em outra prateleira, dinheiro, pilhas e pilhas de dinheiro de várias nacionalidades, Dólares, Euros, Pesos, Ienes, moedas que eu nunca vi, barras de ouros e algumas caixinhas com centenas de diamantes e pedras preciosas dentro. Instintivamente toquei minhas orelhas onde os brincos que ganhei de Jasper e Alice estavam.
“Sim,” Carlisle respondeu. “Essas pedras saíram de nossa coleção.” Seu sorriso era orgulhoso.
“Isso é...” Eu estava sem palavras. Chocada seria um eufemismo. “Demais, no sentido de exagero quero dizer.”
“Sei que para você, ver tudo reunido de uma só vez é assombroso, mas não foi assim. Tudo isso foi coletado através dos anos, A maioria das artes foram compradas por uma ninharia. Os artista ainda estavam vivos ou nem eram famosos. Picasso por exemplo era amigo de Edward e essa pintura foi um presente em 1940.
Passamos algum tempo dentro da arca do tesouro como eu apelidei o cofre. Esme contou-me as histórias por trás de cada joia, de cada pintura. Era interessante de ver que apesar de tamanha riqueza eles eram pessoas simples.
Voltamos para a sala e o cofre foi lacrado novamente e a estante colocada no lugar, um humano jamais conseguiria mover aquele móvel.
“Aqui,” Carlisle chamou minha atenção, próximo ao Studio de música havia um ambiente muito bem decorado, porém simples. Um pequeno escritório bonito e funcional, próximo a uma das muitas janelas do espaço. Era claro e arejado, com estantes repletas de livros sobre diversos assuntos como economia global, politica e meio ambiente. Títulos a respeito de comunicação e jornalismo também faziam parte do acervo. “Sua mesa.”
“Se você não gosta, nós podemos mudar.” Esme se apressou em dizer. “Claro que você pode escrever no seu quarto, mas quando tiver vontade de estar junto conosco, você tem seu canto.”
Eu a abracei forte e ela ofegou. “Desculpe, ainda tenho que me acostumar com a força.” Ela sorriu e afagou meus cabelos. “Tudo bem querida, não se preocupe. Vamos deixar você para que olhe com calma os documentos. Assim que terminar desça. Alice preparou uma linda festa de boas vindas.”
“Obrigada, a vocês dois, é lindo. E eu adorei, tudo, tudo mesmo.” Seria grande trabalhar enquanto Jasper e Alice estivessem na sala. Até com Emmett seria divertido.
Peguei as pastas que estavam no sofá e as levei para minha mesa. Comecei pela verde escura.
Em letra impressa na parte debaixo da pasta o nome completo de Jasper.
Abri e uma gama de documentos apareceu.
Uma breve biografia. Data de nascimento, data da transformação, nome dos pais verdadeiros, irmãos, descendentes. Eles mantinham a documentação de todos os parentes diretos que descendiam dos irmãos de Jasper. O último era um bebê de apenas dois anos, sobrinho/tataraneto dele. Uma pequena foto da criança estava anexada à certidão de nascimento. Caleb Roan Whitlock. Assim como a foto de todos os demais parentes.
Diplomas, dezenas de diplomas e certificados de ensino. Várias graduações, pós-graduações e doutorados. Uau. Não é a toa que ele era um grande terapeuta. Além dos diplomas de filosofia e História.
Anexado aos diplomas. Várias publicações de livros didáticos dessas matérias. Todas assinadas por ele, mas com vários pseudônimos diferentes. Livros escritos por Jasper.
Reconheci inclusive alguns que usei na faculdade. Grande!
Escrituras de imóveis e certificados de empresas também faziam parte do pacote. A família Whitlock era a feliz proprietária de refinarias de petróleo em Houston no Texas e fazendas de gado e um Haras no sul dos Estados unidos.
A próxima pasta, verde mais clara era de Alice. Que fofo, eles combinaram as cores.
Mary Alice Brandon – nascida em Bilox, Mississippi.
Diplomas de várias faculdades de Design de moda, Comércio exterior.
A parte de descendentes era pequena, apenas uma sobrinha neta que ainda vivia em Bilox com o filho pequeno e o marido. Administravam uma confecção de roupas que começou a prosperar coincidentemente quando um jovem estilista francês Perrine Bruyère confiou toda a sua coleção de roupas finas a eles. Ele queria investir no mercado americano. Sei.
A documentação do referido estilista estava toda em nome de Alice. O Ateliê em Paris empregava trinta e oito pessoas, além dos terceirizados. Vários croquis de vestidos maravilhosos estavam anexados juntamente com os dados da confecção de Bilox. Alice, uma designer de moda. Não éw a toa que ela é fissurada em moda.
A pasta vermelha era de Emmett,
Emmett McCarty – Gatlingurg, Tennessee.
A quantidade de descendentes dos McCarty era assustadora, dezenas sobrinhos netos e bisnetos. Todos no ramo da pecuária e comercio.
Além dos diplomas de segundo grau, não havia diplomas de cursos de nível superior. Emmett preguiçoso.
Em vários pseudônimos, escritórios de engenharia de Emmett. Construtoras relativamente pequenas mas com grandes projetos. Ele constroi casas e prédios? Rá, essa é muito boa.
Esboços de vários projetos estavam xerocados e anexados a alvarás de construção por todo o país. Isso deve gerar uma fortuna. O projeto mais atual era da recuperação de uma área de baixa renda abandonada. Olhei em direção a uma das mesas de projetistas do outro lado da sala, uma pequena maquete de um complexo residencial com um parque. Ele recuperava áreas degradadas com projetos de Casas bio-ecológicas. Quão bonito é isso?Os humanos destroem e o vampiro conserta.
Pasta laranja – Fiz uma careta, íamos ter que aprender a conviver uma com a outra, agora ela era minha irmã.
Rosalie Lillian Hale – Rochester, Nova York.
Poucos descendentes, mas muito abastados, banqueiros renomados de wall street. Bem a cara dela.
Diplomas de Astrofísica. Nerd, e medicina. Vários de engenharia, automotiva e elétrica.
Uma pequena pasta me chamou a atenção. Vermelha com o simbolo de um cavalo. Dentro, vários esboços de peças de carros e modelos que eu nunca vi.
Ações de propriedade, muitas. Puta merda! Rosalie era uma das donas de uma das maiores montadoras automobilísticas do mundo? E desenhava as peças para seus carros? Coloquei tudo no lugar e fui para a próxima pasta bege. Estava meio tonta com tanta informação.
A pasta bege era de Esme,
Esme Anne Platt – Columbus, Ohio
Arquiteta. Ela deve ajudar Emmett em seus projetos. Fotógrafa.
O mais bonito era a quantidade de instituições de caridade que Esme comandava. Orfanatos, casas de repouso para idosos, Além de duas grandes fundações que arrecadavam fundos para matar a fome e remédios nos países de terceiro mundo. Eles também construiam escolas e hospitais em regiões devastadas pelas guerras. A Fundação Anne Platt era a mais ativa. Esse nome não me era estranho.
Na pasta marrom,
Carlisle Cullen – Londres, Inglaterra.
Sorri para o bom médico Inglês, seu sotaque ainda podia ser percebido quando ele estava nervoso ou emocionado.
Sem descendentes.
Se Edward tinha mais de uma dezena de graduações, Carlisle chegava a quase uma centena, artes, música, bioquímica  medicina... Dezenas de diplomas e licenças médicas de vários países da Europa e Estados Unidos. As mais conceituadas universidades do mundo. Incrível.
Um envelope com uma listagem extensa com o nome de vários Hospitais, clínicas e laboratórios por onde ele trabalhou com nomes variados. Destes, ele possuía doze hospitais, incluindo o de Forks. Vinte e duas clínicas espalhadas por todo o país onde se atende pacientes de baixa renda. Além de cinco laboratórios onde são realizadas pesquisas para a cura da AIDS e do câncer. Tudo financiado pela C.E.E Inc.
Eu estava pra lá de atordoada. Nas próximas pastas eu já suspeitava pela variação de cor...
Edward Anthony Masen – Chicago Illinois.
Dezenas de diplomas de graduação em diversas áreas, a música e a medicina sendo as mais recorrentes. Matemática? Nerd também. Meu Edward um médico.
Sem descendentes diretos, apenas alguns primos distantes. Triste, a gripe levou toda a família.
A escritura do imóvel da casa onde ele nasceu em Chicago.
Algumas partituras me chamaram a atenção. Eram centenas, décadas de músicas compostas. Títulos me chamaram a atenção também. Músicas famosas, gravadas por cantores famosos, todas compostas por Edward, ele nunca levou nenhum crédito. A maioria das composições datava das décadas de 50, 60 e um pouco em 70. Ele deve receber milhares de dólares apenas pelos Royalties (Direitos autorais). Ele compôs para gente mundialmente famosa. Inclusive para os rapazes de Liverpool. Bandas europeias, além dos clássicos. Meu homem talentoso e modesto.
Peguei a última pasta, com certeza minha. Par da de Edward, azul clara.
Isabella Marie Swan – Forks, Washington.
Minha certidão de nascimentos, seguro social, documentação de meus pais, fotos dos meus parentes diretos, minha irmã. Abri um largo sorriso, Megan estava linda, tão parecida com Renee mas com os olhos verdes de Phil.
Nos documentos seguintes meu sorriso caiu um pouco. Um fundo de aposentadoria em nome de Charlie, no valor de novecentos mil dólares. Uma apólice se seguro em nome de Renee e minha pequena irmã no valor de dois milhões de dólares. Eu estava sem fala. Como? Como eles iam força-los a aceitar?
Continuei a remecher nos documentos. Meu diploma de graduação...
Uma escritura de uma casa em meu nome? Como? A casa em Honolulu. Minha assinatura, eu tinha uma casa no Havaí e assinei por ela... Quando? Tudo era confuso e eu estava começando a ferver de raiva.
Os direitos de circulação do The Columbian Papers, O jornal em que eu trabalhava estava em meu nome. MEU NOME, PORRA. Eles compraram o jornal? Eu estaria hiperventilando se pudesse. Como eles se atrevem.
A gota d'água foram os papeis das minhas bolsas de estudo. Tanto a graduação quanto a pós-graduação. Todas financiadas pela Fundação Anne Platt. Tudo pago pelos Cullen.
Eu iria matá-los, como eu fui estúpida. Esse tempo todo e eu achando que tinha conseguido pelo meu próprio mérito. Que eu era boa o suficiente para conquistar o direito de vencer por mim mesma. Meu esforço.
Eu estava vendo vermelho, eu queria explicações... E queria agora.
“Edward Anthony Cullen.” Falei entredentes. “Venha aqui me explicar o que significa isso?”
Em apenas meio segundo Carlisle e Jasper estavam na sala.
“POR QUÊ?” Eu atirei a minha pasta na direção deles. Carlisle a pegou sem esforço.
“Acalme-se Bella.” Jasper tinha uma expressão compassiva no rosto de estrela de cinema.
“Se quer continuar com seus braços guarde seu poder pra quem precisa dele.” Falei exasperada. “Eu não quero me acalmar, eu quero respostas.” Meu corpo tremia e meu escudo externo ondulava descontrolado a minha volta, uma massa gelatinosa, vermelho brilhante e transparente. O Escudo interno agora cobria não só meu cérebro, mas todo meu corpo. Eu sabia então que Jasper não poderia me tocar com seu dom mesmo que tentasse.
“Filha,” Carlisle se aproximou um pouco com as mãos estendidas como quem se rende. “Nós não queriamos te afligir.”
“Como vocês pretendem empurrar praticamente três milhões de dólares em minha familia, COMO?” Eu precisava me acalmar, meu temperamento recém-nascido estava levando a melhor em mim.
Carlisle parecia falar com um animal acuado e raivoso, o que me deixou mais irritada. Rosnei o fazendo recuar.
“Renee tem o hábito de jogar na loteria mensalmente como você sabe. O seu fundo será entregue dessa forma.” Ele suspirou. “Já Charlie é um pouco mais complicado. Ele terá uma apólice de aposentadoria vindo do departamento do Estado. Ele é jovem, mas está na força policial a muitos anos. Se aposentará cedo. O dinheiro estará disponível para ele então.”
“Por que tudo isso?”
“Por que nós cuidamos dos nossos.” Jasper pontuou. “Como você viu, nossas familias humanas não ficaram desamparadas.”
“Começamos esse ritual com Emmett.” Carlisle disse humilde. “Ele era o mais velho de uma familia de oito irmãos menores. Ele era o único trabalhador além de seu pai. Após acordar, mesmo com as memórias difusas ele se lembrou de que sua familia humana precisava de sua ajuda. Então iniciamos o processo. Isso não é caridade Bella, só estávamos restituindo a sua familia o que certamente eles teriam se você ainda estivesse no meio deles.”
Eu estava confusa e com raiva, mas pela lógica fazia sentido. Não tanto dinheiro, porém, sei que jamais deixaria minha mãe ou pai desamparados também.
“Ok.” Aceitei o argumento. “E o jornal, vocês compraram o jornal. É por isso que John foi até o Havaí me oferecer o emprego não é?” Meus sentimentos de inadequação estavam tomando conta. Passei anos na faculdade dando duro. Eu vivi para minha formação e agora acho que nunca fui boa o bastante, provavelmente eles compraram meus professores para que eles me passassem também.
“Nada mudou no jornal. Para todos os efeitos John ainda é o dono. Os papeis nem foram assinados por você. Se você olhar as datas...” Carlisle abriu minha pasta retirando alguns papeis. “Veja, foi fechado anteontem, você estava em transformação.” Ele me empurrou um maço de folhas do contrato. Eu não conseguia focar minha atenção nisso. Estava muito exaltada para me concentrar. Empurrei as folhas as espalhado-as pelo chão. Jasper pacientemente as recolheu.
“Bella seja rasoável.” Ele advertiu colocando seu dom em prática. A calma invadiu o ar ao meu redor sem me tocar e eu rugi. Ataquei Jasper com todas as minhas forças.
“Eu não quero ser razoável, nem ter calma Jasper. Avisei para não usar o seu dom em mim.” Ele como experiente que era me segurou, imobilizando-me por trás. Não me machucou, mas eu lutava para me soltar. No fundo da minha mente eu não entendia minha reação exagerada, porém não conseguia me conter. Chutava, esperneava e urava como um animal enjaulado. Meu escudo externo o cobriu e ele foi atacado pelas emoções presas conosco dentro do mesmo. Seu olhar era atordoado.
“PARE COM ISSO!” O grito atrás de nós me tirou do prumo.
“Pare Bella.” Edward disse mais suavemente dessa vez. “Você quer ficar brava com alguém por tentar cuidar de você fique brava comigo. Não com eles.” Ele se aproximou sem nenhuma cautela.
“Solte-a Jaz.” Jasper me apertou mais forte.
“Não acho que seja uma boa idéia irmão. Ela está...”
“Pode me soltar Jasper, eu não vou mordê-lo,” eu disse zombando cortando sua fala. “Não muito.” Ninguém riu da piada. Jasper me soltou, mas continuou perto. Minha raiva estava ainda fervilhando mais não a ponto de me descontrolar e atacar Edward.
“Porque você insiste em achar que eu preciso ser protegida?” Eu gritei “Eu passei quatro anos sozinha no Havaí pensando que estava lutando minhas próprias batalhas lá. Pensei que tudo que eu conquistei foi por mérito meu, mas tudo não passou de uma ilusão. Não é? Você comprou meus professores também?”
“Bella, você tão está pensando direito. É claro que não comprei professor nenhum. Isso,” Ele apontou meus diplomas em cima da mesa. “Foi você quem conquistou. Eu posso ter dado uma ajuda no quesito material, mas no intelectual eu jamais conseguiria intervir. Você conquistou tudo sozinha.” Edward andava de um lado para o outro e apertava a ponte do nariz com o polegar e o indicador. “Quando você foi embora, eu me desesperei. Milhões de cenários horríveis passaram pela minha cabeça naquele dia. Cenas onde você poderia morrer, se machucar, sei lá, precisar de alguma coisa que eu não estava mais disponível para dar. Será que você não entende o quanto é importante pra mim que você esteja feliz e bem?”
Eu assistia seu ir e vir com cinismo estampado no rosto. “Eu deixei claro tantas vezes que não queria sua ajuda, sua riqueza. Porque você insiste em esfregar que você pode mais na minha cara? Se queria me proteger tanto assim, porque não foi atrás de mim então. Eu passei quatro anos de merda no Havaí imaginando onde você poderia estar enquanto você se divertia por ai com aquela mulher.”
“BASTA. Chega Bella.” O tom de Edward pela primeira vez na vida era duro comigo e isso me fez parar em minhas trilhas.
“Como é que é? Você está com raiva de mim agora?” Falei incrédula. Carlisle e Jasper deixaram a sala discretamente vendo que a briga rumava para outra direção.
“Você acha que realmente eu estava me divertindo nos últimos quatro anos? Pense. Você é tão inteligente, mas às vezes me surpreende pela estupidez.” Ele agora parecia realmente com puto.
“Você está me perguntando por que eu não fui atrás de você não é? Pois eu te digo. Olhe um pouco pra dentro de você agora, como vampira. O que você sente? Qual a intensidade de suas emoções depois de transformada. Olhe para suas mãos, todo o poder de destruição que elas possuem. Você acha que era fácil pra mim? Ver você me desejando e não poder te demonstrar o quanto eu te queria, te tocar, te cheirar? A cada dia que eu voltava pra casa e te deixava viva era uma vitória. Eu tinha medo de te matar a cada segundo. Acha que era fácil pra eu saber que com apenas um descuido eu poderia quebrar sua espinha, seu pescoço, arrancar seu braço. Agora que você é uma de nós, imagine nossa história ao contrário.E se eu fosse humano?” 

Ele tinha um ponto.

Seguindo de acordo com tudo que Edward disse, eu vejo o quanto deve ter sido impossível estar comigo.
Só de lembrar o cheiro daqueles humanos lá na montanha, eu sentia um frenesi interior e minha garganta entrava em combustão. Imagina para Edward me tocar, ficar intimamente comigo. Se ele fosse humano eu não sei se teria sua força de vontade e controle. Ele estava certo, mas isso não justifica ele me empurrar sua riqueza goela abaixo.
“Eu realmente pensava que você estaria melhor sem mim. Foi por isso que te deixei ir. Mesmo que isso me matou a cada segundo dos últimos quatro anos.” Ele parecia amargo. Foi até a janela e fitou o horizonte onde o sol se punha.
“Sei que você me disse que o contrário de amor é medo. Mas veja baby, eu não tinha medo, eu tinha pavor de te ferir. Fiz um monte de besteira por causa disso e terei a eternidade para me arrepender por todas elas. Mas uma das coisas de que nunca me arrependerei foi de cuidar de você do único modo que eu podia a distância e providenciar para que você não tivesse que se preocupar com coisas fúteis como o dinheiro do almoço para o dia seguinte. Quando se vive para sempre, dinheiro é um mero detalhe.” Edward se virou e me encarou, seus olhos agora negros escurecidos pela raiva que brilhava alí.
“Olhe aonde você chegou. Seu foco apesar de tudo foi em vencer cada batalha que surgia a sua frente, se hoje você se formou com honras e antes do previsto foi por não ter que se preocupar se seu pai estava gastando o dinheiro da aposentadoria dele com sua educação. Você foi a melhor aluna de graduação e pós-graduação apenas por conseguir se focar sem distrações. Sei que está frustrada pela minha interferência, mas eu sinto muito, não pedirei desculpas por isso.”
Ele saiu da sala me deixando atordoada. Como foi que ele virou essa discussão a seu favor? Eu estava zangada e ao mesmo tempo pensando que era uma merda que ele estivesse bravo comigo. Fui até a mesa e peguei os documentos sobre a aquisição do jornal. Realmente Carlisle tinha razão. Datavam de anteontem e ainda faltava minha assinatura. Funguei chateada.
“Sabe,” A voz de Alice me pegou desprevenida. “Sempre adquirimos nosso primeiro negócio. Não foi intenção deles magoar você. Era um presente.” Eu fiquei mais aborrecida ainda com essa declaração.
“Não é como se pudéssemos trabalhar normalmente como qualquer humano pode, precisamos de certa autonomia. Ou você acha que Susan entenderia se você explicasse que terá que faltar por que o sol está brilhando lá fora.” Ela sorria docemente pra mim. Fazia sentido.
“Você acha que ainda tem clima para festa?” Seu biquinho era adorável.
“Dê-me apenas alguns minutos, já vou descer.” Alice deu um sorriso encorajador e me abraçou rapidamente.
“Claro.” Ela fez uma pausa na porta me olhando. “Não se ofenda Bella, mas Edward te ama, todos nós amamos e o que é nosso é seu também. Até minha coleção nova de bolsas Prada.” Rimos juntas.
“Ok. Obrigada.” Ela desceu me deixando sozinha. Eu teria que aprender a viver com isso. Riquezas, descontrole, escudos e força descomunal. Fui até um espelho de corpo inteiro ao lado do pequeno estúdio de fotografia e ajeitei minhas roupas e cabelos. Respirei fundo apenas por hábito. Vamos a festa, quero pelo menos tentar me divertir e fazer as pazes com meu namorado.
Ao chegar aos fundos da casa fiquei encantada, Alice e Esme sabiam mesmo como dar uma festa. Luminárias japonesas brancas estavam espalhadas por todo o espaço rivalizando com pequenas lâmpadas que davam ao ambiente uma luminosidade suave. Canhões de luz negra e spots pulsantes estavam estrategicamente colocados em direção a pista de dança improvisada no canto, um deque redondo de madeira para se dançar... Vários vasos enormes com flores silvestres, tulipas de vários tons delicados conferindo um cheiro agradável sem ser exagerado no ar. Ao fundo, eu podia ver madeiras empilhadas para se fazer uma foqueira.
“Ei MiniMac. Mais calma?” Emmett carregava uma mesa de som para DJ que tinha visto lá em cima mais cedo na studio de música de Edward. Equilibrando precariamente por cima, uma caixa com dezenas de discos de vinil. Tomei a caixa e o acompanhei até ao lado da pista de dança.
“Sim, se você estivesse lá, aposto que eu teria te dado uma surra.” Eu ri e ele fez cara de desprezo. “Nunca maninha. Você não chegaria nem perto.” Pela lateral de minha vista ví Edward chegar e depositar uma pilha de lenha próxima às outras e arrumá-las para a foqueira. Quando me viu olhando ele se virou de costas. Ainda estava bravo. Droga.
“Não se preocupe, ele vai vir ao redor eventualmente.” Emmett deu uma risadinha. “Tão dramático." ele disse baixinho.
Emmett ligou a mesa  a algumas caixas e iniciou o som. Peguei os discos e examinei, clássicos e atuais se misturando, mas uma seleção de muito bom gosto. Bandas de rock e e pop rock britânicos e americas em sua maioria. Grandes escolhas.
“Hoje estou por conta do som. Seu sorriso era cheio de dentes.”
“Onde estão todos?” Perguntei olhando ao redor. Eu queria me desculpar com Carlisle e Jasper.
“Esme e Carlisle estão recebendo os convidados e o resto se preparando, sei lá?” Emmett colocou alguns CDs ao lado e começou a testar o som, eu olhava para Edward que encarava o fogo que agora lambia a madeira. Ele estava tão lindo. Eu queria ir até ele e abraça-lo por trás, sentir seu corpo firme colado ao meu. Lembrei-me da banheira hoje mais cedo e os dedos dos meus pés formigaram. Suspirei.
Esme e Carlisle entraram juntamente com algumas pessoas. Carmen e Eleazar, mais um casal que não conhecia, eles eram lindos também. O homem com calças e um colete de couro parecia perigoso, mas um sorriso largo enfeitava suas feições. Seu cabeiro loiro estava preso com tiras também de couro. Ele era bonito de um jeito diferente. Ao seu lado uma loira escultural. Eles estavam de mãos dadas e demostravam conhecimento ao redor de Esme. Meus instintos foram controlados, se minha familia confiava neles eu tambem deveria confiar.
“Bella,” Carlisle me chamou. Parecia que nossa discussão não havia ocorrido. “Venha, deixe-me apresentá-la aos meus amigos.” Ele apontou o novo casal.
“Katrina e Garret. Fazem parte da familia de Danali.” Esme apresentou com um sorriso feliz. Irmã de Tanya, pensei, eu queria correr e me esconder.
Katrina e Garret, meu nome é Isabella." Estendi a mão. "É um prazer conhecê-los.” Disse educadamente.
“Chame-me de Kate” Disse a loira apertando minha mão entusiasmada, nenhuma falsidade aparente. O homem inclinou a cabeça como um cavalheiro me cumprimentando. Alice e Rosalie se juntaram a nós e Carmen veio me dar um abraço. Aos poucos o ar festivo foi tomando conta.
Com excessão da comida, a festa era normal, como qualquer uma. Amigos rindo e se divertindo. Edward, Alexander e Eleazar conversavam animadamente sobre algo com Emmett próximo a mesa de som, ás vezes eu pegava o olhar de Edward em mim e logo que me via olhando ele desviava. Parecia que estávamos no colegial, nenhum dos dois dando o braço a torcer.
Um gritinho estridente de Alice ao meu lado me fez olhar para trás, ela batia palmas de dava pulinhos sem sair do lugar. Muito animada pro meu gosto. Ela era tão feliz as vezes.
Oh meu Deus... Quando me foquei no que chamou sua atenção entendi sua exitação. Jasper vinha andando totalmente a caráter. Chapeu, botas, calças jeans pra lá de apertadas e um cinto de couro com uma enorme fivela prata com dois cavalos desenhados. Para completar, uma camisa xadrez vermelha. Ele era realmente um delicioso Cowboy.


Mais ao fundo, Emmett quase teve uma síncope de tanto rir. 

“Yhaa, e o cowboy sai pra passear...” Ele ria e gargalhava juntamente com todos. 
 Alice correu em sua direção quase derrubando a caixinha de CDs que ele carregava. Ela montou em seu colo com as pernas em volta de sua cintura o beijando sofregamente. Ele retribuiu com o mesmo ardor.
“Arranjem um quarto.” Alexander gritou ainda rindo.
“Oh, nós vamos... Não é meu cowboy? Nós vamos.” Ela o beijou novamente. Depois da exibição muito pública de afeto dos dois a festa ficou ainda mais animada, todos se revesavam na pista de dança. Jasper colocou várias músicas country sempre dançando e rindo com Alice e até Rosalie sempre tão séria dançava magistalmente.
Eu fiquei em um canto olhando Edward de longe, em nenhum momento ele tentou se aproximar, só poucas olhadas de vez enquando. Ele, Jasper e Emmett conversavam animadamente do outro lado de onde eu estava na roda com Carmen e Esme. O som alto me impedia de ouvir o que conversavam. O tom de voz de um vampiro entre os seus é de apenas um murmurio. Como eu tinha feito durante toda a noite eu estendi meu escudo. Era bom alongá-lo. Eles deviam estar a uns cinquenta metros de mim. O meu alvo agora era Emmett. Jasper me confundia com seus poderes, muitas emoções de todos ao redor para assimiliar. Fui fazendo um esforso, me esticando, por fim Emmett e Edward estavam sobre minha proteção, imediatamente fui assaltada pelas imagens na mente de Emmett. Meu escudo refletia o dom de Edward nitidamente. Eu podia vê-lo se mover dentro da bolha avermelhada.
É bro, você podia não gostar dela, mas devia ter aproveitado, ela é muito gostosa e você estava solteiro na época. Eu aproveitei muito quando era humano, não tinha uma noite que acordava sozinho, às vezes acordava com duas. Jasper riu, eu também, ás vezes até com três. Era um papo de homem, contando suas vantagens sobre mulheres. Igual a concurso de cuspe ou de quem tem o pinto maior. Revirei os olhos.
Naaa, eu estava muito arrasado na época. Eu não queria outra mulher, com excessão a aquela vez que eu voltei do Havaí, Tânya nunca me tocou. Minha atenção estava agora totalmente voltada para os três irmãos que confessavam suas travessuras. Eu sei que devia ter retirado meu escudo e parado de ouvir. Mas ver tudo em primeira mão através da mente suja Emmett era muito tentador. Meu ciúme ardia. Edward me disse que não tinha experiência sexual, mas em nenhum momento ele me disse que nunca havia brincado um pouco por ai. Eu realmente queria matar a vagabunda por estar com o que é meu.
“Tudo bem Bella?” A voz de Carmen me tirou a concentração e meu escudo bateu em mim como uma gominha que se solta e estrala. Ai!
“Tudo, só pensando.” Balancei a cabeça e dei um sorriso firme. Ela não insistiu. Voltei meu escudo agora com facilidade.
As imagens conjuradas na mente de Emmett eram ainda mais revoltantes. Tânya sobre o meu Edward com as mãos asquerosas em cima dele. Nojento, um gosto metálico subiu pela minha garganta.
Nem um boquete?Isso não tem graça Bro. A mente de Emmett continuava conjurando as imagens e as comparando com as suas e de Rosalie na mesma posição.
Edward parecia alheio e desinteressado. Cuide de sua vida Emmett, isso é passado. Você sabe que eu posso ver você e Rosalie nessa sua mente emporcalhada não é?
Mas ela é gostosa Eddie, de um modo totalmente diferente de Bella, mas é gostosa. Até você tem que admitir.
Edward deu de ombros, Como você mesmo disse, ela não era a Bella.
Vocês passaram três anos na companhia um do outro e ela não tentou te agarrar nem uma vez? Isso não se parece com uma succubu. Eu ia matar Emmett pór insistir nisso.
No meu último ano com Maria nós já não nos tacávamos mais e antes disso era muito ruim. Eu a fodia rapidamente e saia fora. As sensações eram as piores, tanto minhas quanto dela. O prazer envolvido não valia o desgosto depois. Jasper falou baixando ainda mais a voz indo para quase apenas um mover de lábios. Tenho certeza que se não estivesse ouvindo através da mente de Emmett eu jamais saberia o que eles falavam.
Ela tentou sim. Claro que tentou, mas eu não estava interessado. Como eu disse, ela só bateu uma pra mim quando voltei do Havaí, foi prazeiroso na hora, mas como Jasper disse: o desgosto depois não valeu o trabalho. O olhar de Edward flutuou em minha direção. Eu estava constrangida e com raiva. Mesmo vendo que ele nunca esteve interessado eu estava zangada por ele ter deixado que Tânya o tocasse.
Emmett começou a falar sobre ele e Rosalie, várias imagens explícitas pairaram no ar e Edward deu um tapa na traseira de sua cabeça. Cara, já não basta ter que ouvir e ver vocês dois, agora eu tenho que revisar as lembranças também?
Alexander se juntou ao grupo. Eu não estava interessada em ouvir mais farras sexuais, recuei.
Fui até uma árvore com galhos tortos e baixos, saltei me sentando ainda próximo ao chão, eu precisava de espaço. O ciúme me corroia juntamente com as imagens que Emmett havia plantado em minha mente. Observei Carlisle que dançava na pista com Esme. A música era lenta e sensual e quem visse os dois imaginaria exatamente um jovem casal apaixonado se beijando e trocando juras de amor ao pé do ouvido. Parecia fácil estar junto quando se tratava deles.
“Por que você está aqui sozinha.” Jasper se sentou no galho comigo. Ele analisava minhas emoções, desci meu escudo interno, mas já era tarde. Ele sentiu meu ciúme desvairado e desgosto. Seus olhos se estreitaram, com certeza ele pensava se de alguma maneira eu tinha ouvido a conversa deles. Fiquei imóvel, esperando que ele chegasse a suas próprias conclusões.
“Só refletindo sobre algumas coisas,” respondi desviando os olhos e encarando Edward que nos fitava. Ele ouvia nossa conversa através da mente de Jasper. “Dance comigo Jaz?” Eu não sei o que me deu, mas eu queria que Edward sentisse o mesmo que eu sentia agora. “Quero aprender aqueles passos country que vocês estava fazento com Alice.”
Ele tirou o chapéu como num cumprimento. “Claro minha senhora. Vamos lá.” Pulou do galho e estendeu a mão para que eu a tomasse. Fomos para a pista e Emmett colocou uma música country sexy. Jarper cantava com a melodia e sua voz era grave e sensual. Quero fazer coisas ruins com você... Tão apropriado. Eu no momento queria realmente fazer coisas muito más com Edward. Coloquei meus braços ao redor do pescoço de Jasper e o cobri. Direcionei a energia de seu dom para Edward. Fui atacada com suas emoções, todas muito parecidas com as que eu sentia. Um desgosto e irritação mesclados com ciúmes e posse. Recuei, era intenso demais combinadas com as minhas.
Exteriormente, eu dançava e sorria para todos. Alice veio se juntar a nós e um tempo depois eu realmente me divertia com eles. Avistei Alexander conversando com Kate e Garret, ele acenou e deu uma piscadinha, eu retribuí seu sorriso. Lembrei-me difusamente da sensação que ele me causou a um tempo atrás na cozinha de Esme. Seu dom era poderoso.
Queria tanto que Edward viesse me abraçar, eu sentia profundamente falta de suas mãos em mim. Sua boca. Ele estava de costas falando com Esme, Carlisle e Eleazar. Era como se eu fosse invisível. Merda. Ele iria me fazer implorar?Estendi meu escudo até Álex. Eu queria fazer outra experiência. O choque de tê-lo sobre minha proteção reverberou pelos cantos mais escondidos das minhas entranhas. Era como se eu estivesse flutuando num mar de luxúria, lascivo, carnal. Nossa! 
Jasper e Alice estavam debaixo da capa vermelha comigo eles iniciaram um beijo cheio de paixão numa dança crua. Afastei-me dando espaço ao casal. Será quanto eu consigo alcançar em extensão? Ponderei esticando ainda mais as pontas do escudo. A impressão era de se estar bêbada, bêbada de exitação. Um sentimento de euforia subiu pela minha espinha até o topo de minha coluna e um arrepio de prazer me perpassou. Eu só queria me soltar. Quanto mais eu sentia o dom de Alexander, mais eu queria expândí-lo. Kate e Garret se uniram a nós, até Esme e Carlisle dançavam mais soltos na pista.
Senti uma mão quente em meu ombro. “Dança comigo Bella?” Os estranhos olhos de Alexander me encaravam vendo mais que supostamente deveria.
“Claro.” Dei uma olhada discreta para o lado em que Edward estava. Eu não queria deixá-lo mais zangado do que estava e ao mesmo tempo eu não dava a mínima, Eu também estava muito irritada hoje com a história das bolsas de estudo e de Tânya dando uma mãozinha literalmente pra ele. Sua cara era de quem queria matar ao me ver dançando com Álex. Se não estava gostando ele que viesse me tirar daqui. A música agora era quente e pulsante, como chocolate derretido com morangos. Meu escudo totalmente estendido sobre todos. Eu podia sentir cada ponto dos doze vampiros que me cercavam. Eu sentia o fluxo de energia que era retirado de Álex e distribuido através de minha cobertura para cada ponto de luz. Éramos um mar de sensações balançando ao som da batida sexy que Edward agora na mesa de som nos proporcionava.
“Eu sei o que você está fazendo.” A voz de Alexander em meu ouvido era apenas um murmurio. Fiz-me de desentendida. Suas mãos quentes estavam em minha cintura e meus braços em volta de seus ombros.
Ele me puxou mais perto. Para um observador era como se nossa dança estivesse mais aquecida, mas nós sabíamos que não.
“O que eu estou fazendo?” falei em seu ouvido também. Senti que ele enrijecia.
“Isabella... Você é boa.” Ele afirmou misteriosamente. “Como uma recem criada seu dom está muito avançado. Imagina com um pouco de treino.” O choque fez querer recuar e ele me segurou no lugar. “Não recolha seu escudou ainda.” Eu pensei que ele falava do fato de eu fazer ciúmes em Edward, mas saber o que eu fazia com meu escudo era uma novidade.
“Mantenha.” Sua voz era macia em meu ouvido. Senti uma corrente elétrica perpassando pela extensão vermelha e tremi.
“O que você está fazendo.” Perguntei quase arfando. Era como se ele despejasse a força de mil orgasmos através de minha mente refletindo em meu escudo e por consequencia em cada pessoa sob minha cobertura. Todos pareciam alheios, porém sentiam os efeitos. Os casais a minha volta se balançavam graciosamente quase em éstase. Edward se agarrava a mesa de som e seus olhos eram negros de ira e luxuria. Parecia Eros*, o deus do amor. Tão solitário e lindo.
“Se você forçar mais, eles vão começar a arrancar suas roupas e a fazer amor ao nosso redor.” Álex disse baixinho.
“Como você sabe que sou eu?” Eu estava confusa e cheia de excitação, queria ir atrás de Edward e arrastá-lo pra algum quarto e ter meu caminho com ele.
“Eu posso sentir minha energia se expandindo através do seu escudo. É fácil quando se sabe o que procurar. Já vi um dom como o seu. Foi a muito tempo em Volterra quando eu vivia lá. Nem de longe Tália chegou a ter a sua desenvoltura. Aro a destruiu antes que fosse tarde demais.” Vendo meu choque ele continuou. “Não se desconcentre. Mantenha seu escudo. São dois não é?”
“Sim, um interno e outro externo.” Respondi com dificuldade. Os efeitos eram muito intensos.
“Você consegue mover o interno?” Eu balancei a cabeça afirmativamente. Sem conseguir verbalizar. Se fosse humana estaria suando horrores.
“Então se cubra com ele. Sei que a princípio será difícil movê-lo, ele é sua proteção estão está se agarrando ao seu cérebro. Tente movê-lo até se cobrir totalmente.” Ele instruiu. Fui forçando seu fechamento ao meu redor. Como um tecido elástico ele foi se moldando aos poucos através de meu corpo. A sensaçõe de formigamento passou deixando apenas uma ressaca orgástica.
“Viu? O pequeno é para te blindar, enquanto você usa o que se expande mais para proteger outros ou para se defender.”
“Uau. Obrigada.” Eu sorri agora mais aliviada por não estar sob o domínio do poder Incubus dele.
“Não há de quê. Queria ter podido ajudar Tália, ela era minha amiga. Aro cobiçou seu dom, mas quando viu que ela possuia outro escudo que podia usar para se defender dele, ele a queimou sem ao menos desmembrá-la. Tome cuidado Bella. Não permita que ninguém além daqueles que você confia saiba da extensão do que você é capaz antes que você esteja pronta. Seu segredo está seguro comigo.”
Eu sorri. “Eu nem sei do que sou capaz, nem sei como manupulá-lo ainda. Só estava fazendo experiências aleatórias.” Disse um pouco culpada.
“Eu entendo.” Alexander gargalhou olhando ao redor. “Sua concentração é muito boa. Mesmo enquanto falamos você se mantém firme. Isso é ótimo. Foram precisos quase cinco anos para que Tália ao menos descobrisse como mover o escudo interno. Você em um dia manipula os dois com destreza.”
Olhei ao redor, todos ainda dançavam sob minha proteção, casais felizes e cheios de desejo. Olhei para a mesa de som e Edward não podia ser visto. Meu sorriso caiu um pouco. Acho que fui longe demais, meu escudo interno escorregou e eu queimei novamente. Ops.Gemi.
“Minha vez.” A voz de Edward era contida e cheia de significados. Seus dedos longos sobre a minha mão que estava no ombro de Alexander. Ele sabia. Tinha ouvido tudo pela mente de Álex. Eu não tinha prestado atenção que uma vez dentro de minha égide tudo que fosse dito ele poderia ouvir juntamente comigo.
“Com certeza amigo. Toda sua.” Alexander se retirou. Senti seus braços ao meu redor e minha concentração se foi. A cobertura recuou ondulando atrás de mim.
Ele não disse nada, apenas seus olhos me olhavam profundamente. Eu não precisava do poder avassalador de Alexander para desejar o homem a minha frente, bastavam seus braços ao meu redor e seus olhos nos meus. Os casais na pista conosco começaram a se recolher, uns davam boa noite, outros apenas deixaram em sua bolha de anseio e amor.
Uma música muito lenta e atraente estava tocando. Edward apenas me olhava e me abraçava. Quase não nos movíamos.
Ele enterrou seu nariz em meu pescoço e inspirou profundamente. Eu estremeci.
“Venha.” De repente ele me puxou para longe da pista de dança onde apenas Emmett e Rosalie mais Garret e Kate ainda dançavam. Fomos em direção ao bosque próximo onde eu havia me sentado na árvore mais cedo com Jasper.
Ele andava rápido e em silêncio, eu não ousava quebrar o mesmo. Edward parecia com raiva e encolerizado. Mal chegarmos ao meio do bosque entre alguns carvalhos antigos, ele me colocou de costas contra uma árvore de tronco incrivelmente grosso. Seu corpo se colou ao meu e sua boca estava em meu pescoço imediatamente. Eu arquei minha coluna querendo mais.
Seus olhos varreram descaradamente meu corpo. Eu nunca tinha sido tão faminta por ele.
"Porque não me contou". Edward disse por entre os dentes raspando minha orelha no processo. Suspirei por causa do contato. Olhando por seu ombro vi que as árvores nos davam a cobertura perfeita. Ouvia ao longe as vozes e a música, mas não conseguia vê-los.
"Não pensei que fosse importante."
Desci as mãos entre nós e fiz um trabalho rápido desafivelando o cinto e abrindo o botão de sua calça jeans. Ele segurou minhas mãos. “Hum hum” Fez sinal negativo com a cabeça.
Subindo meu vestido até a cintura ele encarou a calça legging grossa que eu usava como se ela fosse ofensiva. Apenas com o toque suave de suas unhas ela estava em farrapos pelo chão ao nosso redor. Ele olhou faminto para a calcinha transparente preta que eu usava. Subindo-me a altura de seus ombros, ele depositou minhas coxas ali, uma de cada lado de sua cabeça. Minhas costas eretas junto ao tronco da árvore e minhas mãos em seus cabelos macios. Joguei minha cabeça para traz quando ele abriu minhas pernas, pressionando as palmas das mãos contra sua face interna de minhas coxas, ele lambeu o comprimento de meu sexo por cima da renda preta lentamente mais e mais.
Ele gemeu contra mim aproveitando o calor delicado que emanava do meu sexo. E então rasgando a calcinha com os dentes ele teve realmente um gosto de mim. Ele enfiou a lingua entre as minhas dobras com abandono. Eu deixei-me ir selvagem enquanto ele me absorvia recolhendo a umidade lá, me chupando, mordendo e sugando loucamente, enquanto eu me debatia e gemia.
Arqueei contra ele, movendo-me ao mesmo tempo que seus golpes de língua. Ele brincava comigo, desacelerando o ritmo quando reconhecia os sinais reveladores de meu clímax se aproximando. Edward empurrou dois dedos dentro de mim e descansou a bochecha em minha coxa me observando, respirando com dificuldade e rápido contra minha pele. Ele enrolou seus dedos longos e deliciosos dentro de mim, uma vez, duas, na terceira achatou a lingua em meu clitóris movamente e eu fui embora, levada pelo prazer.  Apertei-me ao redor de seus dedos gemendo seu nome.
"Adoro ver você", Ele sussurrou enquanto eu me acalmava.
"Hmm?" Gemi com sua declaração em questão. Ele retirou seus dedos e os lambeu. Depois beijou-me a anca, subindo com a boca pelo meu corpo e me descendo de seus ombros enquanto ia retirando o meu vestido no processo e o pendurando em um galho próximo.
"Eu disse:" Ele beijou meu ouvido, sua língua se curvando ao longo do lóbulo. "Eu amo te ver gozar."
"Sim?" Eu estava trêmula e cheia de desejo.
"Sim". Ele deslizou o nariz para baixo em minha bochecha, ao longo de minha mandíbula. "Adoro ver você se contorcer. Eu amo o jeito que seus seios se mexem e como você se arqueia em minha direção quando eu falo com você desse jeito."
Eu suspirei em resposta, considerando sua declaração.
"Bella, você sabe que eu apreciava demais a sua humanidade. Não sabe?”
"Eu sei". Estranhei não entendendo onde ele queria chegar.
"E eu não quero banalizar o que você sentia por mim antes, mas -"
"Wow!" Interrompi. "Que maneira de começar uma frase."
“Eu só quero que você saiba que eu não tirei sua vida de você de ânimo leve. Eu lutei tanto para te manter humana que hoje que você é igual a mim, me pergunto se você entende os meus motivos. Eu odiei cada segundo da nossa briga hoje a tarde. Não quero nunca que se repita por algo que eu fiz no passado.”
Eu o contemplava estupefata. “Foi você?” Agora tudo fazia sentido. O depertar em seus braços. Seu apego a mim desde o meu abrir de olhos. A alegria que eu sentia nesse minuto era incomparável. Deitei minha cabeça em seu peito e me agarrei a ele. Seus braços fortes me apertaram. Sua face sobre minha cabeça.
"Eu só quero dizer que queria mais que tudo ter você ao meu lado. Quando percebi que Carlisle tinha te levado para a transformação eu não pude deixar acontecer sem mim. Você é minha em todos os sentidos. Eu pagarei de bom grado o preço por ter tirado sua vida se você permanecer comigo.”
“Você se arrepende?” Perguntei sabendo que não. Ele riu.
“Óbvio que não. Não poderíamos ter feito o que fizemos se eu não tivesse te transformado.” Ele me apertou e puxou meu queixo para que eu o olhasse. Ele lambeu meus lábios e pude sentir meu gosto lá. Era tão sensual.
“Eu desejei por todos esses anos que você se tornasse mais sintonizada com tudo ao seu redor. Eu queria que você fosse como eu, mas tinha medo. Agora vendo como as coisas caminharam bem, eu me sinto um tolo. Gosto de ver como você está confiante e poderosa. Seus sentidos apurados capazes de ouvir, cheirar, saborear, ter sensações que você nem sequer registrava antes. Coisas que você nem sequer sabia que existia. Você é minha igual, fisicamente, emocionalmente, mentalmente. Somos agora seres combinados em todos os sentidos."
Meus olhos se arregalaram. "Todos os sentidos." Me fiz de inocente espalmando sua ereção muito evidente presionando minha pélvis.
Ele balançou a cabeça afirmativamente. "Eu sou capaz de fazer coisas para você - com você - que eu só era capaz de fantasiar."
Inclinei a cabeça. "Sério?"
"Realmente". Ele sorria cínico.
"Como o quê?"
Ele se dobrou mais próximo, pressionando sua boca em meu ouvido. "Como você se sente quando eu estou dentro de você, cada centímetro meu. Tenho certeza que é muiiito intenso. A Bella humana não suportaria. Você se lembra de hoje de manhã na banheira? Você me montou tão duro quanto você pode não é? Você acha que aquela menina tímida faria isso?” Ele lambia minha orelha e chupava o lóbulo me deixando louca, suas mãos seguravam as minhas para que eu não o tocasse.
“Você foi uma menina muito má hoje Isabella, muito má. Eu devo castigá-la por todas as suas infrações.” Sua voz era como veludo. Macia e sedosa.
“Infrações?” Grunhi sem fôlego.
“Sim, a lista é enorme. Além de gritar comigo e me desafiar, eu tive que te ver dançando de forma desavergonhada com outros caras. Você tem um dom muito poderoso e não me contou, usou esse dom para deixar todos ao seu redor morrendo de tesão e ainda por cima nem se quer cogitou a idéia de me pedir perdão de joelhos por seus maus feitos.” Edward pontuou minhas transgressões do dia com uma mordida no lábio inferior e depois passou a lingua vagarosamente enquanto falava.
“O que você acha de eu puní-la te fodendo contra essa árvore tão forte até que ela se parta ao meio e caia." Gemi, com os olhos fechados. Eu gozaria apenas com sua palavras em minha boca."Ou estão espancar essa bunda linda. Ríspido e forte."
"Edward".
"Hmm?" Ele apertava meus seios cobertos ainda pelo sutiã preto se esfregando em mim.
"Eu quero que você me foda contra essa árvore então." Eu implorei.
"O quê?" Ele parou de atacar minha boca e desceu até meu mamilo direito o mordendo.
"Aqui. Agora." Eu falei um pouco incoerente. Ele sorriu e eu alisei seus cabelos, forçando sua boca mais forte no meu seio. "Eu quero ser selvagem com você aqui. Eu quero que você me foda tão duro que eu não consiga pensar em nada, apenas em seu corpo no interior do meu. Nada mais."
"Víre-se." Ele comandou áspero. Sua voz cheia de desejo.
"Segure esse galho," ele instruiu levantando meus braços para um tronco forte vários centímetros acima da minha cabeça. "Apenas segure."
Ele me ajeitou, meus braços estendidos e minha bunda empinada, parou um momento para simplesmente apreciar a vista, selvagem e disposto. "Eu não posso acreditar que você é minha", murmurou.
"Para sempre", eu disse empinando mais até senti-lo contra minha bunda.
Minha fala o fazendo se contorcer contra a minha traseira. Sorri e ele sabia que eu tinha sentido isso. Rapidamente ele tirou a camisa e baixou as calças e boxer até os tornozelos. Isso ia ser rápido. Eu me derretia em expectativa. Edward recolheu meus longos cabelos em uma das mãos o torcendo e puxando levemente até que minha cabeça estava um pouco inclinada para trás. Meus braços ainda estavam acima de minha cabeça, sua lingua varreu meu pescoço e minhas costas, Ele levantou uma de minhas pernas e se encaixou abaixo de mim, a ponta se seu membro firme em minha entrada. Embora ele estivesse apoiando todo o meu peso, a posição deu-lhe acesso irrestrito a meus seios, minha garganta. Meu clitóris. Ele me ergueu um pouco e depois empurrado de uma vez ele estava dentro de mim. Eu gritei com o choque. Ele concentrou a boca e lingua na pele delicada – atrás do meu pescoço onde a veia jugular deveria pulsar visivelmente em meu estado de excitação.
Ele passeou a língua ao longo da pele lá, sentindo a cicatriz em forma de crescente, que tinha me marcado como sua. Seu veneno em mim. Misturado. Um só.
Edward começou devagar, circulando seus quadris suavemente me fazendo acostumar com a sensação de plenitude que era tê-lo nessa posição. Tão profundo.  Eu relaxei com a cabeça em seu ombro e a mão que segurava minha perna foi para meu clitóris desenhando pequenos circulos e me deixando tonta. Eu não poderia segurar mais. Ele acelerou, iniciando a pressão, profundo e forte contra mim. Coloquei uma mão contra a árvore para absorver o impacto e a outra segurava o galho com força, usando-o como alavanca para levantar-me ligeiramente pra cima e pra baixo junto com seus impulsos poderosos.
"Porra Bella, você é tão foda sexy."
Eu podia sentir seu sorriso lacivo nos meus cabelos e ombros. "Você gosta de mim assim?"
"Deus, sim. SIM." Eu choramingava com cada impacto de sua pelvis em minha bunda, meus seios saltando como cada estocada. Ele me batia forte e indiscutivelmente mais sexy. Eu me perguntava quanto mais de força ele poderia colocar antes que a árvore caísse. Me sentia inquebrável, poderosa e dígna do meu leão, o cordeiro estava morto e a leoa agora reinava ao seu lado tão imponente quanto ele.
Senti Edward se esticar e endurecer ainda mais dentro de mim. Ele estava perto assim como eu. Ele se contorcia loucamente e sua mão era um borrão friccionando meu ponto sensível. Nós gemíamos e rugiamos em sintonia completa. Minha mente oscilando entre visões de nosso passado e nosso futuro.
"Oh, Deus, Edward." Eu gritava alto e desinibida no espaço aberto.
Ele manteve uma mão firme em meu quadril enquanto a outra continuava a me massagear eroticamente, as vezes subindo aos meus seios para retornar mais ávida ao meu centro pulsante. "Porra" Ele respirou em meu pescoço. "Você é deliciosa Baby. Tão bom, tão bom".
Soltei o galho e coloquei a mão para trás segurando sua nuca e arranhando o couro cabeludo o fazendo estremecer. Meus olhos estavam fechados, sentia sua pele orvalhando levemente o veneno perfumado de mel, lilás e sol enquanto ele continuava em movimento.
Senti o aperto no meu baixo ventre enquanto o maior orgasmo de minha vida arrasava por meu corpo me liberando. Então, esmagando a madeira em uma pasta com seu punho ele gozou dentro de mim, nossas vozes se misturando entre gritos e suspiros enquanto cada um se deliciava com o prazer e a sensação do corpo do outro. Nosso lugar. Nosso lar. Para sempre.
Ficamos deitados alí no chão, agarrados um ao outro curtindo a sensação de paz e serenidade que o momento proporcionava. Meu escudo interno se alongou sem problemas agora como se tivesse vida própria. Estendeu-se ás minhas costas onde Edward me apertava o envolvendo por inteiro juntamente comigo. Presos juntos literalmente em uma bolha magenta*
Te amo amor. Mais que tudo. Sua voz soava diferente mais profunda e rica.
Virei-me para olhá-lo. Seu sorriso era terno.
Tão linda... Em seus olhos me ví refletida, todo o seu amor espelhava o meu. Ele não falava com a boca e sim com o coração e a mente. Eu estava ouvindo Edward, realmente ouvindo.
Também te amo, amor. Sempre. Respondi sem palavras. Seus olhos se arregalaram. E então seus lábios eram duros nos meus. Nossas imagens de amor eterno, o passado e o presente se misturando. Não precisavamos de palavras mais. Nossos corpos, nossas mentes e nossas almas estavam unidos em um só.

 Nota da Autora:
Uau. Quanto trabalho. Espero que tenham gostado do sexo selvagem. 
As pervas de plantão como eu agradecem.

Não se esqueçam de marcar os quadradinhos e falar comigo. LOL
 Estou sentindo falta de alguns comentadores antigos e adorando os novos. Bem Vindos!!!
Pessoal, nesta segunda não haverá capitulo de DQ. Por um problema de cronograma um novo capitulo será postado na Quarta feira. Espero que compreendam. Tive um problema pessoal e vou fazer uma pequena viagem. Retornarei na quarta de manhã. Bjos.


Eros: (em grego ρως; no panteão romano Cupido) era o deus grego do amor. Hesíodo, em sua Teogonia, considera-o filho de Caos, portanto um deus primordial. Além de o descrever como sendo muito belo e irresistível, levando a ignorar o bom senso, atribui-lhe também um papel unificador e coordenador dos elementos, contribuindo para a passagem do caos ao cosmos.[1] Posteriormente foi considerado como um deus olímpicos, filho de Afrodite e de Hefesto ou Zeus, Hermes ou Ares, conforme as versões. Tendo, certa vez, Afrodite desabafado com Métis (ou Têmis), queixando-se que seu filho continuava sempre criança, a deusa lhe explicou que era porque Eros era muito solitário.

Magenta: O magenta é uma cor-pigmento primária e cor-luz secundária, resultado da mistura das luzes azul e vermelha. Ao contrário das demais cores, esta cor não está em uma única faixa de ondas no espectro; a luz magenta tem ondas tanto de vermelho quanto de azul na mesma quantidade. A cor é chamada também de fúchsia ou fúcsia, devido à planta com o mesmo nome. Fúchsia é usado como nome alternativo para a cor magenta eléctrica.
 
Para quem quiser ter um gostinho de como o cowboy Jasper dançava siga o link abaixo.


  Amo o Sr. Jackson Rathbone -  Meu cowboy perfeito.

 Imagens do Capitulo.

Roupas de Edward e Bella
Carro novo de Edward - Lexus ES 350 - Carrão
Pastas Familia Cullen - Porém mais grossas - essa são apenas para a visualização.
Um pouco da decoração da Festa que Alice vai dar para Bella
 Lingerie que Bella usa para a festa e parte final da capitulo.

 Até quarta meus docinhos. E se valeu a penas esperar. Deixem seus comentários.
 Falem comigo.
Vou dormir agora.... zzzz

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