segunda-feira, 22 de outubro de 2012

FanFic 'Dark Queen' – Capítulo 27 – Meu Maior Presente é você

 Surtando aqui por vários motivos...
Fotos maravilhosas do nosso lindo homem na Austrália.
(Rob perfeito em todos os sentidos.)
Início da divulgação de Amanhecer parte 2 
(Isso é surtante e triste ao mesmo tempo. Não quero que acabe, mas estou louca pra ver o filme.)
E batemos o récord de comentários no capitulo anterior. YAY!!!!
Feliz... Feliz!
Uma particularidade deste capitulo é que Edward canta para Bella e a música é esta aqui em baixo.
Você poderão ver dois links para os vídeos.
O primeiro, está em italiano, é como ele canta e a letra é perfeita pros dois.
O segundo é a mesma canção só que em espanhol, eu só coloquei pois tem as partes onde Bella canta devolta pra ele. É melhor para entender o dueto dos dois. 
Essa foi a primeira canção que escolhi para a DQ. Amo música italiana e essa letra me lembra a Bella.
Aproveitem o capitulo.
Dark Queen
27
Meu Maior Presente é você
***
Il Regalo Più Grande / O Maior Presente
Voglio farti un regalo / Vou te fazer um presente
qualcosa di dolce qualcosa di raro / Algo doce, Algo raro
non un comune regalo / Não um presente comum
di quelli che hai perso o mai aperto / Daqueles que se perde ou nunca se abre
o lasciato in treno o mai accettato / Ou esquece em um trem ou não se aceita
di quelli che apri e poi piangi / Daqueles que abres e choras
che sei contenta e non fingi / Que se alegra e não finges
e in questo giorno di metà settembre / E nesse dia, no meio de setembro
ti dedicherò... / Te dedicarei
il regalo mio più grande / O meu maior presente

Vorrei donare il tuo sorriso alla luna perché / Vou doar seu sorriso a lua por que
di notte chi la guarda possa pensare a te / de noite quem a olhe possa pensar em você
per ricordarti che il mio amore è importante / Para lembrar-te que o meu amor é importante
che non importa ciò che dice la gente perché / E não importa o que todos dizem por quê
tu mi ha protetto con la tua gelosia che anche / Porque mesmo com ciúmes Eu sei que você me protegia
che molto stanco il tuo sorriso non andava via / E sei que, mesmo cansada, Seu sorriso nunca iria embora
devo partire però se ho nel cuore la tua presenza / Mesmo partirtindo tenho no coração a sua presença
è sempre arrivo e mai partenza / É sempre chegada e nunca partida
il regalo mio più grande... / O meu maior presente

Vorrei mi facessi un regalo / Gostaria que me fizesse um presente
un sogno inespresso donarmelo adesso / Um sonho escondido, Me dê agora
di quelli che non so aprire / Daqueles que não sei abrir
di fronte ad altra gente / Diante de muita gente
perché il regalo più grande / Porque o maior presente
è solo nostro per sempre / É só nosso para sempre
Vorrei donare il tuo sorriso... / Vou doar seu sorriso a lua por que
E se arrivasse ora la fine che sia in un burrone / E se chegasse agora o fim que seja em um abismo
Non per volermi odiare solo per voler volare / Não para querer odiar-me mas para querer voar
e se ti nega tutto questa estrema agonia / E se te nega toda essa extrema agonia
e se ti nega anche la vita respira la mia / E se te nega a vida, respire a minha
E stavo attento a non amare prima di incontrarti / E estava atento a não amar antes de te encontrar
e confondevo la mia vita con quella degli altri / E confundia minha vida com as dos outros
non voglio farmi più del male adesso / Não quero mais me fazer mal agora
amore...amore / amor...amor

Vorrei donare il tuo sorriso alla luna perché / Vou doar seu sorriso a lua porque
di notte chi la guarda possa pensare a te / de noite quem a olhe possa pensar em você
per ricordarti che il mio amore è importante / Para lembrar que o meu amor é importante
che non importa ciò che dice la gente e poi / E não importa o que todos dizem, e depois
amore dato, amore preso, amore mai reso / Amor dado, amor retornado, amor nunca rendido
amore grande come il tempo che non si è arreso / Amor grande como o tempo que não desiste
amore che mi parla coi tuoi occhi qui di fronte / Amor que fala com seus olhos aqui na minha frente
e sei tu.... e sei tu.... e sei tu....  / e é você... e é você... e é você...
...il regalo mio più grande / ... o meu maior presente
Tiziano Ferro
***
Bella POV
Minha cabeça girava ao entrar no quarto que agora era meu. Abri as cortinas negras que cobriam a ampla janela. Tudo era tão surreal. Mas ao mesmo tempo parecia normal, destinado a ser. Eu tinha certeza que estava exatamente onde deveria estar.
Uma linda noite caia lá fora. Vi quando os Cullen se despediram me deixando sozinha com Edward. Um frisson tomou meu corpo. Sozinha com ele.
Edward estava tão atencioso e tão terno que me assustava. O que mudou? Ele lutou tanto para que eu não fosse transformada e agora viu que era inevitável? Não parece que ele brigou com Carlisle por ter me transformado. E Tânya? Onde ele entra nessa equação?
Várias coisas passavam por meus pensamentos. Pensamentos protegidos. Após Eleazar apontar meus escudos. Imediatamente eu podia senti-los. Foi estranho. Era uma parte de mim como um braço ao uma perna. Quando tentei mover o mais elástico, ele se moveu. Como um músculo atrofiado por falta de uso. Ele estava emperrado. Enquanto Edward se empolgava contando minhas, segundo ele, façanhas. Eu tentava manipular o escudo externo, como preferia chamá-lo. Eu o esticava e o retrocedia como a um elástico, foi emocionante ver que eu tinha uma habilidade.
Como eu poderia usá-lo? Será que ele protegeria só a mim? E se eu conseguisse colocá-lo ao redor de outros? O forcei mais e incrivelmente eu podia vê-lo se estendendo. Era magnífico. Aos poucos fui cobrindo Jasper que estava ao meu lado, a aura avermelhada agora estava em nós dois.
Fui atingida por uma gama de emoções vindas de todas as direções. O escudo retrocedeu batendo forte em mim me deixando atordoada. UOA!!! Isso foi demais. 
E se... Estiquei as bordas até Jasper novamente. Era muito penoso mantê-lo sem vacilar. Se realmente o que estava sentindo em primeira mão era o dom de Jasper, será que eu poderia sentir o de Edward? O forçando mais fui a Edward que estava ao lado de seu pai falando empolgado sobre o urso. O esforso era imenso. Sim, com Jasper e Edward dentro do escudo senti e ouvi mais do que eu podia ver. Mais uma vez perdi o controle. Eu podia acessar seus dons?
Postei-me displicente ao lado de Carlisle que ouvia atendo o relato de Edward. Sem muito esforso já o cobri com a película. Grande! O uso fazia o processo mais fácil. Edward entrou na linha de acesso. Com um pouco de concentração eu estava com os pensamentos de Carlisle pairando no ar. Imagens brilhantes de caçadas antigas e ursos enchiam meu redor. No fundo de sua mente Tânya saindo da sala num rompante e entrando em um carro juntamente com Carmen. Sua expressão furiosa. Carlisle estava preocupado em perder sua longa amizade.
Isso trouxe o escudo de volta com um baque surdo. Eu estava maravilhada e mortificada. Isso não era possível. Para onde Tânya tinha ido?
“Onde está Tânya?” Perguntei antes mesmo de pensar. Eu não queria causar mal estar entre a família.
“Eu pedi que ela voltasse para casa em Denali, Carmen a levou.” Carlisle falou calmamente, mas segundo o que pude ver ele estava preocupado mesmo não deixando transparecer. Isso é o que se ganha por ser tão curiosa.
“Não, por favor, não faça isso. Ela como esposa de Edward merece estár aqui. Não se incomodem por mim.” Eu quase engasguei ao usar a expressão esposa e Edward na mesma frase, minha visão se nublou e eu queria muito esmagá-la como um inseto. Tentei manter a expressão em branco como via todos ao meu redor fazer. O silêncio mortal que acometeu a sala me fez querer saber o que todos estavam pensando. Não cai no truque, eu queria aprender a lidar com meu dom antes de sair invadindo a privacidade dos outros. Era uma tentação muito grande. Porque todos estavam tão constrangidos?
Edward me surpreendeu me pedindo pra falar em particular. Por que eu não pude ouvir seus pensamentos quando lancei o escudo sobre ele? Ah... Ele não pode usar o próprio dom em si mesmo. Era como se uma parte de seu dom se desprendesse e se juntasse a mim sob meu escudo. Tentei mover o escudo interno, o menor sem sucesso. Ele estava preso.
“Claro.” Respondi e indo para o seu lado. Será que ele vai me informar que está indo pra Denali? Era isso que tinhamos para resolver. Minhas emoções estavam descontroladas. Eu estava tão irritada por não saber.
Alice nos parou para falar sobre um banho e se trocar e festa. Tudo que eu queria era acabar logo com isso. Pelo visto a paciência não era o meu forte nessa vida. Concordei com tudo mais para me livra de continuar a conversa, meu humor estava ladeira abaixo.
Subi em um segundo, queria distância para absorver o que aprendi. Deixando a janela reparei o restante do quarto. Sobre a cama roupas limpas e secas. Um suéter branco de lã e saia cinza clara, o mais surprendente era a lingerie branca e rendada, cinta liga, meias finíssimas e translúcidas dispostas por sobre o conjunto. Sério? Alice e sua fixação. Revirei os olhos para o scarpin ao lado da cama.
No chuveiro eu ponderei sobre o que falaria com Edward. Tudo estava tão bem durante a volta. Eu não queria ter voltado pra casa. Não queria ter perdido nossa bolha. Evitei molhar meus cabelos agora mais longos e cheios que antes.
A sensação da água escaldante em minha pele de granito era maravilhosa. Tudo era muito intenso e forte.
Sequei meu corpo e resolvi vestir a roupa que Alice escolheu, eu não tinha nada a perder mesmo. Nada mais me faria desconfortável. Já de calcinha e espartilho, calcei as meias altas e coloquei as ligas.  O efeito parecia bom. Nunca me vesti assim. Tão sensual e recatada ao mesmo tempo. Com os scarpins nos pés, fui até o enorme espelho no banheiro e me vi pela primeira vez desde a transformação. A bela morena refletida ali não poderia ser eu. Esquia, elegante e orgulhosa. Eu estava incrível. Toquei o reflexo sem acreditar. Cabelos escuros, longos e fartos desciam até a cintura em cascatas de cachos suaves. Seios fartos, lábios vermelhos e sensuais, meus olhos estavam um pouco assustadores mais sei que isso passaria com o tempo. As curvas do meu corpo mais acentuadas que antes. Realmente bom. Agora talvez, apenas talvez, eu poderia competir com Tânya. Fiz uma careta de desgosto voltando para o quarto e colocando o restante das roupas. Prendi parte do cabelo com um prendedor e desci.
O0 ~ 0O
Segui o cheiro delicioso de Edward até uma sala nos fundos do chalé. A casa estava às escuras, mas isso não me incomodou nem um pouco, minha visão era perfeita. O brilho alaranjado sutil me levou a ele. Parei junto a porta onde ele fitava a grande janela como eu tinha feito a minutos atrás no andar de cima. Encostei-me ao batente da porta admirando a sala iluminada por velas e a lareira acesa, tudo era tão agradável e aconchegante. Lembrei-me vagamente de querer me enroscar em uma das poltronas de frente a lareira com Edward. Mesmo de costas para mim ele era lindo. Alto e esguio, ele tinha se trocado também  jeans escuros, camiseta e uma camisa xadrez por cima. Aposto que Alice também tinha escolhido seu figurino. Olhando atentamente notei que ele estava descalço, mesmo seus pés eram atrativos para mim. Aguardei que ele reconhecesse minha presença. Ele sabia que eu estava aqui então esperei.
Após um suspiro ele se virou e seu sorriso torto faria meu coração disparar se ainda batesse.
Vindo até mim, Edward pegou minha mão e me levou para o sofá. Sentei-me, enquanto ele caminhava até a lareira e remexia o rescaldo colocando algumas toras no fogo. Ele então se aproximou e apagou as luzes, deixando a sala escura com o brilho sutil da lareira e das velas perfumadas. Era lindo, tão romântico.
Ele sorriu e se aproximou de mim sentando-se ao meu lado no sofá. De surpresa deitou-se me puxou em cima dele.
Era muito confortável. Meus dedos ainda possuíam a memória do tocar em Edward, firme e gelado. Agora ele era tão macio e morno. Eu queria me perder no cheiro que vinha dele.
“Eu não compreendo seu relacionamento com Tânya.” Iniciei a conversa sem rodeios. Era melhor cortar o mal pela raiz. Ele não parecia se importar com ela e, no entanto ela se apresentava como sua esposa. Era confuso e enervante.
Senti seus ombros se mexendo. “Não há relacionamento para ser compreendido.” Ele falou tranquilo.
“Ela se apresentou pra mim como Tânya Masen quando nos conhecemos. Vocês se casaram?” Minha voz era um fio, terror escorria de mim aguardando sua resposta.
Ele riu como se essa declaração fosse uma piada. “Claro que não. Tânya e seus delírios. Eu nunca me casei com ela Bella. Ela se apresenta assim por hábito. Um acordo que deixei que ela forjasse quando estávamos na Europa. Era melhor do que explicar o porquê de ela carregar o rapaz deprimido atrás de si ” Sua mão acariciava meus cabelos enquanto falava.
“Eu estava tão arrasado quando voltei do Havaí que não me importaria se ela me apresentou aos amigos como seu cachorrinho de estimação.” Eu estava sem fala.
Ele olhou nos meus olhos por um instante, seu olhar tão apaixonado que era quase surpreendente. Suas feições eram suaves, relaxadas, mas havia tanta intensidade em seus olhos que me assustou. Uma dúzia de emoções diferentes borbulhava abaixo da superfície revezando-se em brilhar. O mesmo fervor que fazia meu coração hoje parado disparar. A adoração evidente em seu rosto enviou ondas de choque através de minha alma. Será possível que nós nos sentimos da mesma forma?
Edward inclinou a cabeça ligeiramente e pressionou seus lábios contra os meus. O beijo foi gentil, doce, cheio de amor. Ele puxou para trás depois de um segundo para olhar em meus olhos antes de pressionar seus lábios nos meus novamente. Esse beijo foi mais forte, mais intenso, apaixonado. Havia poder por trás dele, o desejo borbulhando entre nós enquanto nossos lábios se moviam juntos em harmonia. Nossas línguas agora livres se misturando. Sua respiração deliciosa causou arrepios em minha espinha, sua doçura completamente inebriante. Senti sua língua macia e molhada varrer meu lábio inferior. Gemi de contentamento.
Ele mudou sua boca para meu queixo, minha mandíbula e garganta, dando beijinhos em cada centímetro de pele ali. Eu estiquei meu pescoço, jogando a cabeça para trás para lhe dar melhor acesso. Suas mãos talentosas subiram para minha cabeça correndo os dedos pelos meus cabelos, retirando o prendedor fora do caminho e jogando na mesinha ao lado. Meus olhos estavam fechados aproveitando a sensação de tê-lo sem reservas.
“Achei que nós fossemos falar.” Perguntei entre gemidos suaves e constrangedores enquanto uma de suas mãos massageava meu couro cabeludo e a outra descia pelo meu corpo pousando no meu quadril.
“Nós vamos. Depois. Agora eu preciso de você.” Sua voz era tão irregular quanto a minha. Eu estava no paraíso.
Senti Edward esfregando círculos lentos em meu quadril, deslocando depois de um momento para cima, passando a mão em minhas costas. Minha mente já estava nublada de vontade de devorá-lo. Ele trouxe seus lábios de volta aos meus e engasguei com a profundidade do beijo. Era avassalador e aberto como nunca. Ele puxou de volta imediatamente, obviamente, percebendo meu choque. Um sorriso preguiçoso brincou em seu rosto. Não precisávamos de mais reservas, ele podia me atacar sem restrições. Ele não quebrou completamente o beijo voltando a assaltar minha boca impiedosamente.
Mexi-me em cima dele para encontrar uma posição mais acessível. Eu queria acariciá-lo. Edward assobiou quando minha coxa raspou sua ereção, o inchaço óbvio em suas calças pressionado em minha perna. O fitei rapidamente, avaliando se deveria ou não levantar-me, o fogo em seus olhos me chocou. Eu senti meu corpo esquentar instantaneamente, o formigamento desceu pela minha espinha direto para o meu núcleo.
Edward inalou fortemente e fechou os olhos por alguns instantes me apertando nele. Quando reabriu, o desejo ainda estava presente. Ele inclinou-se mais uma vez e capturou meus lábios como se sua vida dependesse disso, o beijo suave foi esquecido e a chama lenta da paixão ardendo destruindo qualquer barreira a sua frente. Estávamos apaixonados.
Eu o queria mais do que eu jamais quis qualquer coisa em minha vida. A sensação de seus lábios contra os meus, a sensação de suas mãos em mim, eu estava à beira da loucura. Meu corpo não era mais meu, ele foi ultrapassado por alguma força externa me impelindo para frente, gritando pela liberação da longa espera. Eu não apenas o queria, eu precisava dele. Eu precisava dele como um humano precisava de ar para respirar.
"Toque-me", eu sussurrei quando ele puxou os lábios para longe me dando a chance de falar. Ele fez uma breve pausa antes de subir lenta e suavemente a mão por minha barriga até meus seios. Foi tão intenso que mesmo através da camada grossa do suéter de lã eu senti a eletricidade de nossa conexão, meus mamilos endureceram como o toque de fogo de seus longos dedos.
Eu precisava senti-lo, precisava de suas mãos em cima de mim. Todo meu corpo gritava por ele. Eu queria que ele me explorasse. Eu queria explorá-lo também, conhecê-lo como eu nunca conheci nenhum homem.
"Mais", eu respirei apenas suficientemente audível para nós. Ele empurrou-nos em uma posição sentada, com os lábios colados ao meu pescoço, minhas pernas ao lado dos seus quadris e meu centro pressionado diretamente em sua dureza. Ele puxou meu suéter o jogando pela sala. Minhas mãos passeavam por seu rosto, seus cabelos, suas costas largas. Eu respirava seu cheiro inebriante como o néctar perfeito dos deuses. No segundo seguinte eu estava para trás em minhas costas. Edward pairava por cima de mim, seu hálito na minha pele exposta ao mesmo tempo em que sua mão corria por toda a extensão do meu corpo, descendo pelos meus seios e meu estômago, fazendo o caminho para a minha coxa. Ele fez uma breve pausa antes de descansar suas mãos nos meus joelhos. Como uma tortura, lentamente ele foi subindo passando por baixo de minha saia.
Ele as manteve no exterior de minhas coxas, não chegando nem perto da parte de mim que pulsava por sua atenção. Atingindo o topo das minhas meias ele congelou. Seus dedos conectados com a liga. O gemido sexy que ele deu foi agradável de ouvir. Devo uma a Alice.
Sua mão na minha coxa era como a lenha alimentando o fogo arrastado do meu desejo. Ele estava tão perto, as pontas dos dedos a poucos centímetros de distância. Puxei os joelhos para cima, abrindo minhas pernas mais amplamente, implorando-lhe com o meu corpo.
"Por favor, Edward", eu murmurei. "Eu preciso de você". Uma lamentação torturada escapou de sua garganta. Ele pousou seus olhos nos meus, a expressão em seu rosto era impressionante. Ele me queria tanto quanto eu o queria, luxúria nublando sua expressão.
Um flash de emoções cruzou seus olhos por um segundo. Medo? E logo foi substituído por uma emoção crua, prima. Luxúria. Ele queria me tocar tanto quanto eu queria ser tocada. Ele queria me sentir tanto quanto eu queria que ele me sentisse, mas ele estava com medo.
Com medo de que isso significaria, para onde nos levaria. Do que poderia acontecer. Ele tinha medo de me machucar? Agora não mais no físico, mas meu coração? Eu tinha medo de ser ferida também, mas os nossos medos eram diferentes. Eu arriscaria qualquer coisa por ele. Será que ele arriscaria por mim? Eu precisava descobrir.
“Eu aprendi uma coisa com um amigo um dia.” Eu murmurei fora do contexto.
“Diga-me,” Seus olhos queimavam nos meus.
“O contrário de amor não é o ódio.”
“Não?” Sua expressão adoravelmente confusa.
“Não, o contrário de amor é o medo. Quem ama não tem medo Edward. O amor supera tudo.”
Porque nós estávamos na linha, no ponto de viragem de nossas vidas. Se atravessássemos esse ponto, nós simplesmente não poderíamos voltar atrás. Eu estava me dando para ele, mesmo sabendo todas as conseqüências possíveis, sabendo que eu poderia perdê-lo caso ele voltasse para Tânya. Minha vida poderia terminar facilmente, numa fração de segundo, porque o que eu estava pedindo a Edward era para deixar ir. Se entregar, porque eu estava me entregando.
Eu queria que ele deixasse algumas de suas paredes desmoronarem. Eu queria que ele estivesse inteiro aqui comigo porque eu estava inteira com ele.
Mas eu sabia que se eu cruzasse a linha, se eu me entregasse a ele e ele aceitasse minha entrega, eu nunca seria capaz de estar longe dele novamente. Eu nunca seria capaz de vê-lo com outra sem morrer. Eu não estava apenas dando-lhe o meu corpo, eu estava dando a ele a minha alma, em silêncio, eu estava pedindo-lhe para levá-la. Não seria apenas um conectar físico, mas nós estaríamos nos ligando espiritualmente. Edward acreditava que nós não tínhamos alma, mas eu discordava. Edward tinha uma alma sim e era a mais linda de todas.
E depois que nós cruzarmos essa linha, nossas almas se uniriam como nossos corpos, mas ao contrário de nossos corpos, nossas almas nunca se separariam novamente. Ele seria uma parte de mim enquanto eu andasse na terra, seja esse tempo 30 anos ou 30 séculos, e eu seria uma parte dele eternamente.
Eu sabia que após hoje, se Edward um dia decidisse ir embora, isso iria acabar comigo... Porque não se pode sobreviver apenas com a metade da alma.
“Porque você está me falando isso?” Ele parecia sincero. Seu corpo perfeito alinhado ao meu no sofá e seu rosto a centímetros dos meus beijos. Eu o queria tanto.
“Por que eu amo você. E meu único medo é te perder.” O veneno pinicava meus olhos. Isso era chorar nesse corpo inquebrável?
Eu estava sobrecarregada por emoções tão intensas que me sentia despedaçada.
Soluços sentidos deixaram seus lábios e ele enfiou o rosto em meu pescoço se escondendo em meus cabelos. Estávamos entrelaçados no sofá como se fossemos um. Eu esperei que ele falasse descendo a guilhotina sobre meu coração. Antes agora que depois.
“Você é a primeira coisa em que penso quando o sol se levanta e a última quando ele se põe. Cada pensamento, cada gesto, cada palavra. Minha vida é dedicada a você. Quando eu coloquei meus olhos em você, naquela pequena cama em seu quarto a tantos anos. Quando eu ouvi sua doce voz me pedindo para ficar com você em seu sono, eu sabia que não tinha volta. Eu era seu para sempre e sempre serei. Esteja você comigo uma década ou séculos. Eu vivo por que você vive Bella, eu pertenço a você para sempre.” Suas palavras eram permeadas por lágrimas não caídas. Levantei seu rosto e acariciei onde suas lágrimas deveriam estar.
“Eu também te amo minha Bella, mais que minha própria vida.” O beijo suave, mas cheio de significados selou nossa confissão. Alegria e alívio permeavam nosso momento.
Nossas roupas foram sendo retiradas, uma a uma, as peças deixando ao redor um rastro de paixão. Em um dado momentos nos estávamos deitados no chão de frente a lareira.
“Você está perfeita nesse tapete. Parece uma pintura.” Ele murmurava entre beijos. Seu olhar era faminto, esquadrinhando meu corpo apenas em lingerie branca tão propícia para a ocasião. Imagino o contraste entre meu corpo pálido com o tapete felpudo preto. Deixando pequenos beijos delicados em meus pés, ele retirou primeiro meus sapatos e então desceu minhas meias devagar, acariciando a pele sensível de minhas coxas até a panturrilha.
Com exceção de nossas roupas íntimas nós estávamos nus. De corpo e alma. Então a verdade me atingiu como um raio. Eu estava prestes a fazer amor com Edward. O homem dos meus sonhos. Tantas noites eu sonhei com isso e agora eu estava em pânico. Eu não sabia o que fazer.
“O que é amor?” Ele parou sua boca na minha barriga me fazendo estremecer.
"O que?" ele disse, arregalando os olhos e deixando um sorriso tímido transparecer. “Estou fazendo tudo direito espero. Você está confortável? Quer que eu pare?”
“Não!” Eu quase gritei fazendo seu sorriso se alargar. “É que eu não tenho muita experiência.” Disse sem jeito. “Não sei o que fazer.” Eu confessei morrendo de vergonha.
Os olhos de Edward se suavizaram em resposta a minha confissão.
“Tantos mal entendidos...” Ele falou balançando a cabeça com pesar. “Tanto tempo perdido.” Suas palavras me confundindo mais. O ardor no meu interior ainda queimando lenta e profundamente.
“Você ainda é virgem Bella. Ninguém nunca te tocou não é, apenas eu.” Ele afirmou mais que perguntou. Eu queria rastejar dentro de um buraco.
Era isso. Edward parou raso, deitou-se inteiro sobre mim. Seu corpo era tonificado e perfeito como sempre, mas sua pele agora convidativamente quente. Beijos castos foram depositados minha testa, olhos, nariz e boca.
“Não se preocupe amor, temos praticamente a mesma experiência nessa matéria. Ou seja, nenhuma.” Ele riu. Sério? E Tânya, onde se encaixava? Suas mãos passeando pela lateral do meu corpo me impedindo de pensar direito. Eu não queria trazê-la para esse momento em particular mais era inevitável.
“Eu não entendo... Tân..” Ele me silenciou com um toque de seus dedos em meus lábios. “Nunca houve ninguém. Nunca. Você foi a única mulher que eu sempre desejei e que eu sempre vou desejar. Seu lembra? Assim como eu sei que você é minha. Me perdoe ter duvidado disso.”
Eu respirei profundamente para me acalmar. Nesse momento seu perfume entrou pelas minhas narinas e garganta. Foi como uma dose de álcool correndo em meu sistema, aquecendo-me e me enchendo com um formigamento eufórico. Meu, ele sempre foi meu. A revelação me levou as alturas e eu estava voando. Eu queria mais. Eu queria tudo.
Sim, maisAlgo dentro de mim estava se contorcendo, rosnando... Algo estrangeiro lutando para fazer sua presença conhecida. Nada importava agora, iríamos juntos em direção ao sol. Superaríamos juntos a barreira do som. Alcançaríamos o impossível. Edward agora não era o único a abrigar um monstro dentro de si. Meu monstro era ganancioso, agressivo e confiante. Olhei com choque em seus olhos dourados e foi como se eu pudesse ouvi-lo rosnar também.
Ele entendeu minha necessidade então. Nossos lábios se moviam em conjunto com um senso de urgência descontrolada. Seus dedos agarraram meus braços me puxando mais perto. Minha respiração vinha em suspiros curtos, ele moveu sua boca febrilmente pelo meu pescoço, beijando e lambendo a minha orelha. "Bella, eu quero você. Te quero tanto ", ele respirou causando arrepios por todo o meu corpo e eu tremia em resposta.
“Também te quero, quero muito e quero agora.” Minha voz rachada pela penúria.
Eu jurei ter ouvido estalos, nossos peitos unidos em algo tão primitivo. Meu monstro libertou-se de todas as amarras restantes. Não havia como parar este trem desgovernado! Avidamente, Edward voltou seus lábios nos meus. Suas mãos estavam se movendo tão rapidamente sobre o meu corpo quanto as minhas no seu. Acariciando minhas coxas e meus quadris, trancando-me ao redor de suas pernas musculosas ao beijar-me com tamanha paixão.
Todos os meus sentidos foram amplificados com a recém-descoberta, cada sensação na minha pele era eletrizante. Meu corpo estava no piloto automático. Apenas instinto, sem controle, sem lógica. Mas quem precisava de lógica agora? Eu estava me afogando em prazer e eu não precisava de resgate. Eu só queria... Mais.
Quanto se poderia tomar antes de explodir? Deixei minhas mãos circular livremente sobre seu corpo. Elas memorizavam cada curva, cada centímetro de sua forma esculpida. Ele era tão suave, sedoso e macio, eu ao mesmo tempo firme, forte, Meu!
Seus longos dedos traçaram minha cintura e costelas. A partir do meu umbigo, ele lentamente beijou, lambeu e mordeu meu corpo enquanto se contorcia sobre mim. Seus olhos encontraram os meus e pude ver a cor incrível que eu nunca tinha visto verdadeiramente. Como ouro líquido fundido com manchas negras profundas. Um sorriso vagarosamente se espalhou pelo seu rosto. Minha respiração ficou travada. Naquele instante eu estava encantada por ele como eu nunca tinha sido antes. Eu agora estava pronta para ser mudada, não a mudança que ocorreu de humana para vampira, mas a mudança de menina para mulher - esta era a mudança que acontece quando uma mulher realmente se entrega para outrem, e isso muda quem ela é para sempre.
Cada célula alterada do meu corpo sabia que isso era algo que eu não precisava temer ou jamais me arrepender. Não entendo como tantas garotas correm rápido demais para essa parte de suas vidas. Não percebem que o dar-se a outra pessoa é o dom mais precioso de todos.
Tornar-se um com o outro... Eu estava tão feliz por ter esperado, de ser capaz de dar-me ao meu companheiro de corpo e alma. E ele esperou por mim também. Nada poderia ser mais perfeito.
Seu sorriso refletia o meu - Minha permissão para ser tomada por ele estava dada. 
Suas mãos deslizaram para os meus quadris, até minhas coxas e, finalmente, ele agarrou-me com firmeza atrás de meus joelhos. Puxando minhas pernas em volta de seus quadris. Eu as tranquei lá, ofegante, esperando o que iria acontecer. Naquele momento, ele levantou-me um pouco, e o tempo parou na expectativa  lentamente, ele entrou em mim.
Finalmente. Ele era nesse momento mais do que o amor da minha existência - ele era meu amante. Meu homem.
Nosso ritmo começou lento e paciente, com movimentos sutis. Ondas suaves em um oceano tranqüilo. Fluxo e afluxo.
Agarramo-nos fortemente um no outro. Nossos lábios apertados com firmeza, pernas e braços entrelaçados. Homem e mulher se tornando um só ser. Inquebrável. Indissolúvel. O tempo não tinha sentido. Tudo o que eu conseguia pensar e dizer era "não pare ... não pare nunca". E, sim, eu queria mais. Eu queria por toda a eternidade ...
A sensação de urgência se espalhou através de nossos corpos aumentando nosso ritmo. O oceano outrora tranqüilo se tornou um mar revolto se sensações e tormenta. Mais alto. Cada vez mais alto. E então estávamos caindo, juntos, no abismo do prazer sem fim. Voando nos braços um do outro. Meu anjo de pedra agora de carne e osso, fraco e indefeso em meus braços. Eu acariciava ternamente seus cabelo e seu rosto. Beijei seus lábios tão suavemente quanto o momento exigia. Nós nos protegeríamos. Eu agora era sua igual.
Edward me puxou para o seu peito e ronronou satisfeito. “Isso foi a coisa mais linda que me aconteceu. Foi mais... Foi tudo.” Ele pontuou a declaração com um beijo em cada palavra. “Te amo minha Bella, para sempre.” Era vivo, arrebatado, divino.
“Te amo meu Edward, para sempre.” Acompanhei seu júbilo. E então nos selamos nossa união eterna com beijos apaixonados.
Fizemos amor por horas, conhecendo o corpo um do outro, aprendendo nossas particularidades e necessidades. Eu me perderia nele para sempre se pudesse.
O fogo já a muito tinha sido extinto das velas e lareira quando ele me puxou do tapete. “Vem, quero tocar pra você.”
Nesse momento notei o lindo piano antigo a minha esquerda. Vestindo a camisa dele que estava no chão aos meus pés, deitei-me languidamente no sofá macio ancorando minha cabeça com a mão enquanto um Edward muito deliciosamente nu se sentava ao piano. Deus, ele era lindo!
“Você sabe que dia é hoje Bella?” Ele perguntou misterioso.
“Tenho que saber?” Eu ri de sua careta. 
“Talvez não, mas eu tenho.” Ele ficou sério agora. As teclas soavam baixinho iniciando a melodia suave.
“Hoje é treze de setembro. Amor, seu aniversário.” Sério? Eu não me lembrava.
“Eu não pude fazer uma canção exclusiva para você desta vez. Eu não toco a quatros anos, desde que minha inspiração, que é você...” Ele brincou. “Foi embora. Mas agora tudo é luz e eu quero viver novamente, cantar, tocar... Tudo que estiver ao nosso alcance. Eu quero te dedicar esta música.” E então a voz mais incrível e terna cantou pra mim.
No mais perfeito italiano, uma das músicas que eu ouvia a muito distante no Havaí  Uma alegria eufórica me possuiu e como um raio eu deixei a sala, subi as escadas e voltei com meu violão na mão. O sorriso no rosto de Edward era largo e feliz como o meu.
O acompanhei no presente mais doce que já recebi na vida. Cantamos juntos, olhando nos olhos um do outro e jurando nosso amor. Ele era meu maior presente.

  Nota da Autora:
Meus lindos leitores, sei que não agradei a todos nesses capítulo, eu fui mais doce do que perva, se é que vocês me entendem. Eu prometo escrever uma cena mais explícita e picante num futuro próximo. Só que para a primeira vez dos dois eu queria algo delicado. Não sexo selvagem contra a parede. rsrsrs
Escrever cenas assim é muito chato. Ler é muito legal mas escrever é trabalhoso demais.
Quarta tem festa de Alice e Bella fazendo mais testes com o escudo. Eu não mudei a versão da Stephenie, só acelerei o processo de amadurecimento do dom da Bella. Meses para se conseguir estender o escudo é muito tempo e eu sou impaciente.
Beijos.

  Imagens do capítulo:

Roupas que Bella e Edward estavam vestindo.
Imagine esta mesma roupa em Bella só que nas cores que foram propostas no texto.
Suéter Branco e saia cinza.
 Lingerie muito sexy e bem 'primeira vez' escolhida por Alice para enlouquecer Edward
 Piano antigo onde Edward toca para Bella.
 Espero que tenham gostado.
Até quarta.

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