quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Fanfic "Cinquenta Tons de Medo" - 21º Capítulo (Final +Epílogo)

Cinquenta Tons De Medo
Sinopse: Isabella Swan Grey era casada com o milionário Christian Grey, com vida perfeita aos olhos da sociedade. Carros, jóias, imóveis, tudo uma fachada para uma vida de submissão que ela não aceitava, porém para manter as aparências, ela convive com um homem que a faz viver sobre a pressão de ser vigiada e controlada.Na intimidade os jogos a atraem, no entanto na vida, ela detesta ser controlada como é em quatro paredes.
Um plano... Uma fuga... Uma nova identidade... Surge Anastácia Steel.
Mas, Edward Cullen entra na sua vida mostrando que o amor pode sim trazer felicidade e liberdade.
Mas ambos tem um passado nebuloso e ambos vivem uma mentira.
Surge um triângulo perigoso, onde cada olhar, cada gesto, é monitorado.
Classificação: +18
Categorias: Cinquenta Tons de CinzaSaga Crepúsculo 
Personagens: Anastacia Steele, Angela Weber, Bella Swan, Billy Black, Charlie Swan, Christian Grey, Edward Cullen, Elliot Grey, Jacob Black, James, Jasper Hale, Jessica Stanley, Katherine Kavanagh, Mia Grey, Mike Newton, Rosalie Hale, Tanya
Gêneros: Drama, Hentai, Lemon, Mistério, Romance, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Autora: Izis Cullen

PS: Fanfic dividida em duas fases:

*Vídeo Trailer da primeira fase da fanfic: http://www.youtube.com/watch?v=kZ4p5gE2Dvg

*Vídeo Trailer da segunda fase da fanfic: http://www.youtube.com/watch?v=avOEHNMV9B0&feature=youtu.be



21º Capítulo

Bella pov
“Amor, é o nível ou grau de responsabilidade, utilidade e prazer com que lidamos com as coisas e pessoas que conhecemos.”
Fala-se do amor das mais diversas formas: amor físico, amor platônico, amor materno, amor à vida.
Mas geralmente nunca sabemos exatamente em que grau esse amor nos atinge, e se realmente é amor.
Pode-se amar mais de uma pessoa? Ou pode-se amar de diferentes formas alguém?
Renúncia? Até que ponto ela está ligada ao amor ou a expectativa de nossas vidas? A Bíblia fala de amor de várias maneiras e um dos primeiros mandamentos é amar a Deus a cima de todas as coisas, mas que coisas?
O segundo mandamento diz que devemos amar ao próximo, mas até que ponto nós sabemos quem é o próximo se não a nós mesmos, individualismo, creio em minha concepção que não, e sim uma realidade, como dar amor se nem você saber realmente o que ele significa.
Sete meses passou tão rápido, e minha mente ainda vaga nesta dúvida? Certamente que ela perambula em uma quase certeza.
O choro agudo de Anabelle ecoava no apartamento, sim era amplo aconchegante e decorado cada detalhe por mim, meu gosto.
Terminei de esquentar a mamadeira da garotinha que estava impaciente. Contornei a bancada que separava a sala de jantar, caminhei pelo corredor estreito, cheguei à terceira porta que era o quarto da minha pequena princesa.

– Tome minha fofucha, está mal acostumada quando seu pai cuida de você ele te dá tudo que quer vamos ter uma conversinha com aquele papai coruja.
Somente o quarto de Aninha que fora Edward quem decorou, ele manteve o padrão do antigo quarto na casa dos meus amigos, no entanto pelo fato dele ser maior ele abusou em algumas coisas.
– Coisinha fofa da mãe. - a garota tinha uma fome de leão, e sugava a mamadeira com uma força impressionante, ela se alimentava muito bem, porém entre todas as refeições o senhor Cullen fez questão de acostuma-la a tomar uma mamadeira, o médico já havia alertado que isso a deixaria muito acima do peso.
Debrucei nas grades do berço observando ela segurando a mamadeira firme e forte, mostrando o quanto essa garota era imponente, desde pequenina.
O telefone tocou alto o suficiente para me retirar de meu estado hipnótico por minha própria filha. Eu o carregava sempre comigo, então puxei ele do bolso de trás do meu short jeans que usava dentro de casa.
– Alô. - enquanto falava ao telefone não tirava os olhos da pequena criança em minha frente.
“Bella, vou me atrasar hoje, tenho que seguir... quer dizer tenho muitas coisas neste caso para fazer e creio que só chegarei depois da uma hora da tarde.”
– Edward. - sorri para a tentativa de ele disfarçar seu trabalho. - Tudo Bem, eu vou ligar para Editora e dizer que vou mais tarde, e peço para me enviar em por e-mail algum manuscrito depois do almoço ela costuma dormir não é mesmo?
“Bella somente na hora de dar a sopinha não adianta eu já te falei ela gosta da sopinha de batata, ela não gosta daquela de abóbora.”
– Edward, ela é minha filha também, eu sei do que ela gosta e ela tende a ser mais enjoada quando está com você.
“Só estou avisando, agora tenho que ir, dá um beijo na fofucha, não demoro muito.”
Desliguei o telefone.
– Esse seu pai é um bobão, e você abusa, imagina quando tiver tamanho, garota vai dobrar ele direitinho.
Edward cuidava de Aninha para eu trabalhar, voltei a ser uma editora agora em outro local esse consegui com meus méritos mesmo! Como prometido eu estava cuidando de meus interesses, Edward e eu ainda não tínhamos nada definido a não ser o fato de que ele era pai de Anabelle e eu a mãe.
Ele realmente entendeu minha decisão de manter o emocional separado por um tempo, eu não podia deixa-lo de ver por minha filha, mas como eu havia dito, eu estava em tempo com relacionamentos.
Meu foco girava em torno de cuidar de Aninha, comprei um apartamento muito bom para nós duas, um carro e consegui meu trabalho.
Finalmente eu podia dizer que estava realizada comigo mesma.
Avisei a editora de meu atraso e lógico que eles enviaram algum trabalho para eu fazer enquanto Edward não chegava.
Enquanto estava esquentando a sopa de Aninha claro que eu esquentei a de abóbora, somente comigo ela comia essa, Edward era um molenga ele fazia todos os gostos desta menina.
– Aí vai um aviãozinho.
Barulhos saíam de sua boca, eu ria com cada balbuciar que ela dava.
– Vamos menina, aí vai mais um.
Eu ria com a bagunça e a lambança que ela fazia para comer uma sopinha.
Olhando minha pequena ali em minha frente eu conseguia analisar filosoficamente o que realmente poderia definir um amor.
Em anos de faculdade de literatura estudamos filosofia e nela engloba os vários tipos de amor que os filósofos estudam, hoje vivenciando todos estes amores eu arrisco dizer que diferencio cada um deles.
Em grego, Philia significa altruísmo, generosidade. A dedicação ao outro vem sempre antes do próprio interesse. Nesse tipo de amor abrimos mão de tudo para interesses de outra pessoa, não me vejo amando um homem a este ponto, e nem deveria, seria até mesmo estupidez.
Mas ao olhar Anabelle eu via que eu faria tudo por ela, isso demonstra que sim eu a amo acima de qualquer coisa, uma forma incondicional de amar.
Peguei-a em meus braços.
– Hora de limpar essa bagunça.
A levei até seu quarto, limpei toda aquela sopa espalhada em suas roupas, troquei sua frauda, verifiquei cada dobrinha nova que ela tinha ganhado, e ela era realmente linda, passei a pomada para assaduras, coloquei a frauda, uma roupa limpa, e a peguei no colo.
Fui até a sala liguei o som na música que Edward costumava tocar para ela, e aninhei minha pequena criação esse pedaço de mim em meus braços, enquanto a música embalava aquele momento só nosso.

Ao som de Band of Horses - For Annabelle eu comecei a embalar a minha pequena.



If I want to walk home with you

Hearing every word, thinking it's true
In a barren field for us to cut through
On our victory lap 'cross an old street cat
Se eu quero ir para casa com você
Ouvindo cada palavra, pensando que é verdade
Em um campo estéril para nos cortar
No nosso colo vitória "cruzar um gato de rua de idade

– Sabe minha pequena Anabelle, a vida não é tão fácil como pensamos, nem tudo é preto no branco e sua mãe teve que passar por muita coisa para chegar aqui, se um dia filha você se perguntar: “porque mamãe e papai e não estão juntos” se até lá ainda não for a hora, eu te digo linda não é simples.

That turns to stop and see you

A small stone somewhere in your shoe
All day long
All day long
Long
sso transforma para parar e ver você
Uma pequena pedra em seu sapato em algum lugar
O dia todo
O dia todo
Longo

Os olhos dela estavam atentos a minha boca era como se ela entendesse cada palavra do que eu dizia, não que realmente entendesse, mas nós tínhamos uma ligação única, daquelas mágicas impressionante.

– Meu pequeno presente, veja bem mamãe fez uma bagunça na vida para entender certas coisas, mas espero que você minha flor saiba distinguir.

Eu continuava ao embalo da música e vi quando a sua pequena boquinha se abriu em bocejo sorri com a imagem, passei minha mão em seu rostinho tão delicado.
The old folks wake up for the day
Seeing the monsters have lingered from the past
And a great bird is flying away
From our family tree; something wrong with me
Os velhos acordar para o dia
Vendo os monstros permaneceu do passado
E um grande pássaro está voando longe
Da nossa árvore de família, algo de errado comigo

– Minha pequena Anabelle, sabia que sua mãe já amou sim seu tio Christian, hoje eu posso dizer que sim, pois como disse há vários tipos de amor, sabe aquele amor que uma pessoa sente por outra, sei que boba você não sabe, mas filha vai saber você é mulher, é um tipo de amor muito consciente, uma ligação física sim minha florzinha você é nova demais para entender, mas era um tipo de sensualidade que me levou a sentir uma atração física intensa, e até eu entender isso eu precisei sabe fazer essa bagunça.

I've got a secret or two

Hiding somewhere but
It won't take long
No it won't take long
Lon
Eu tenho um segredo ou dois
escondido em algum lugar, mas
Não vai demorar muito
Não, não vai demorar muito
Longo

Os embalos a deixaram sonolenta, eu vi seus olhinhos se fechando, mesmo ali com minhas lamúrias, mas ela sempre seria minha amiga e confidente e isso ela tinha que aguentar.

– Papos de mamãe já te dão sono? - acariciei mais uma vez aquele pouco de cabelo que se acumulava em sua testa.

– Minha pequena eu vou te contar o meu segredo aquele que nem seu pai sabe, ainda, pois eu sou estúpida demais para admitir, eu estou em estado de Pragma, isso mesmo, mamãe está usando palavras difíceis, bem é prático filha, isso eu estou em estado de praticidade, em busca de minha realização, eu quero me encontrar, mas ao mesmo tempo eu sei quem pode me dar tudo isso junto, um amor tanto inconstante daqueles avassaladores e ainda pode me dar essa praticidade, ser um bom marido, um ótimo pai. - Dei um toque na ponta do nariz da pequena que já estava quase ressonando em meu colo.
– Eu quero um amor, que me de isso, mas sabe de uma coisa, ele está bem ali na minha frente, é sim pequena seu pai, ele é o melhor homem do mundo, mas a estúpida aqui está somente dando margem para qualquer sirigaita vir e abocanhar ele, pois é isso que vai acontecer não é mesmo, e não queremos papai com outra né, tio Christian tem a tia Leila, e está fazendo ele muito feliz, mas nós duas pequena...
– Vocês têm a mim.
– Edward!!! Nem percebi que já havia chegado.
– Sim cheguei, mas achei tão lindo você aí se abrindo com ela, pelo menos a alguém você se abre.
– O quanto você ouviu? - meu espanto era grande.
– O suficiente para saber que você é uma estúpida. - ele sorriu torto.
– Vai se achar agora porque eu estava aqui soltando meus pensamentos.
Foi ali que percebi que meus olhos estavam molhados.
– Na verdade, eu ia dizer que você não é estúpida, você não me conhecia de verdade e falando a verdade nem eu te conhecia realmente esse tempo foi ótimo.
– Foi?
– Sim, pois acho que está na hora de parar de brincar de papai e mamãe da Anabelle, e brincar de outra coisa.
– De que?
Ele foi chegando próximo de mim, depositou um beijo na testa de Anabelle, que já dormia profundamente em meu colo, e olhou bem em meus olhos.
– Brincar de ser feliz.
Seus lábios tocaram os meus senti meu corpo todo tremer já fazia tempo que não sentia certas sensações, desde que tive Aninha enquanto amamentava os hormônios de meu corpo somente tinham foco nela, depois eu desliguei a parte de mim que dominava essas sensações, eu foquei em outros objetivos, e minha mente não mais pensava em ser possuída por desejo.
– Ana. - falei deixando seus lábios em busca de ar. Lembrei-me da pequena entre nós.
– Melhor colocá-la no berço.
Fui até o quarto dela, depositei-a no berço, liguei a baba eletrônica, saí fechando a porta devagar, quando fui surpreendida pelas enormes mãos de Edward em minha cintura.
E mesmo essa ansiedade, expectativa, necessidade… A qual dominava meu corpo agora nada me preparou para a sensação de êxtase que invadiu meu corpo.
Todas as células do meu corpo estavam conscientes da presença dele, do seu cheiro tão perto de mim, me dando certa sensação de luxúria junto com uma vontade louca de acabar com toda aquela palhaçada de tempo.
Tempo? Que tempo, era como se nunca estivéssemos separados.
Tudo nele me atraía, para cada vez mais perto, como se meu corpo quisesse se fundir ao dele, Eu só podia existir sendo parte dele. Eu pertencia a ele.
Seus lábios chegaram até meu pescoço eu sentia uma corrente elétrica fluindo em minhas veias, religando cada terminação nervosa que estivera desligada nesses meses.
– Vamos... - Empurrei Edward até a parede ao lado, abri a porta que levava ao meu quarto, Edward até já dormiu algumas noites aqui em casa, porém ele usava o quarto de hóspedes, hoje estaríamos em minha cama.
– Calma Bella, devagar, eu quero te ver, a saudade é tamanha que nem imagina.
As palavras foram ditas enquanto suas mãos deslizavam por minhas curvas, eu usava uma regata branca básica para o dia a dia, até mesmo umas manchas da sopinha que dei agora a pouco a Anabelle estavam nela, o que me fez corar.
– Sua filha gosta de uma bagunça. - sim ela é muito agitada.
Ele sorriu e pude ver veneração em seu olhar, quando ele a retirou por cima de meus braços, somente de sentir seus dedos tocando o pouco de minha pele, assim que a minha regata estava no chão, ele desceu suas mãos pela curva de meu corpo, chegando até minha cintura e ali ela pausaram, seus lábios chegaram até os meus, ele deu um leve beijo nada muito profundo, e logo estava beijando meu queixo, descendo por meu pescoço, senti suas mãos dando a volta em minha cintura e chegando a minhas costas.
Seus beijos continuavam descendo e sua mão segurou firme no fecho do meu sutiã, e o abriu com agilidade, assim que ele se afastou para retirar a peça que estava em nosso meio, ele logo se inclinou e abocanhou um dos seios.
Pendi minha cabeça para trás sentindo a boca quente e sua língua traçando o contorno dos meus mamilos entumecidos de prazer. Sua língua áspera estava me levando a loucura.
A sensação estava me queimando por dentro, e um fogo que estava ali guardado estava explodindo agora.
Ele se afastou e alcançou o fecho do meu short.
– Você sabe o que é vê-la vestida desta forma sempre e não poder nem toca-la?
– Não. - respondi meio entorpecida.
Ele se ajoelhou e desceu o short em minhas pernas e igualmente a sensação de religação dos sentidos eu sentia por onde seus dedos tocavam à medida que meu short deslizava.
Saí de dentro dele, e Edward pegou a borda de minha roupa íntima, não antes de se enterrar entre minhas pernas respirar profundamente.
– Seu cheiro é inebriante, como senti falta disso.
Ele desceu então a calcinha de renda revelando minha intimidade e minha nudez.
Exposta, ainda bem que agora estava contente com meu corpo, pois depois de ganhar Anabelle, eu fiquei acima do peso, então entrei em um regime, e caminhadas, voltei a academia.
Mas nem sempre nosso corpo será o mesmo, mas eu nem estava pensando neste detalhe, mesmo quando Edward depositou um beijo em minha barriga próximo a cicatriz da Cesária.
– Edward. - eu peguei em seu queixo erguendo para me olhar eu sentia-me envergonhada dele estar olhando aquela parte do meu corpo marcada. - Não aí não.
– Não sinta vergonha Bella, isso é uma prova de nosso amor, foi dali que nossa pequena saiu, e você é linda e eu nem vejo isso, eu só tenho olhos para a mulher que você é.
Certamente aquela podia ser considerada a cena mais romântica que estava tendo, Edward de joelhos em minha frente, dizendo aquelas palavras.
Ele levantou-se e retirou sua camiseta azul, e a jogou ao lado, me puxando e selando meus lábios nos dele.
Arrepios surgiam nos pontos em que suas enormes mãos me tocavam, e se espalhavam pelo meu corpo, me causando tremores. Enquanto me beijava lentamente, saboreando cada toque, com paciência, as pontas de seus dedos exploravam minhas costas da base da nuca até a curva dos quadris.
A língua dele percorreu meus lábios e depois invadiu minha boca, essa invasão me causou a sensação de que o fogo que estava até agora concentrado em meus membros me deixando entorpecida e sem ação, agora se acederam e me levaram a loucura e uma explosão.
Ele mordeu meu lábio inferior, e eu agora deixei o entorpecimento enlaçando minhas mãos em sua nuca e o puxando mais e mais para mim, se fundindo.
Gemi entre seus lábios e ele soltou uma leve risada rouca.
Ele deslizou as suas mãos até minha intimidade e sorriu ao encontrar ali a umidade que era necessária.
Minhas mãos desceram até a base de sua coluna arrancando dele um suspiro profundo.
Então eu cheguei ao fecho da sua calça, e arranquei, a hora de ser gentil já estava no final.
Afastei dele recuperei meu fôlego, dei um leve sorriso malicioso mordi meus lábios.
Ele me encarou levantando a sobrancelha, enquanto eu retirei sua calça por completo, o virei e ele deixou seu corpo cair no colchão.
Subi em cima dele segurei seu membro o encarei, minha boca salivou, mas meu corpo estava muito eufórico e necessitava de alívio, eu mataria minha vontade depois, antes eu tinha outros desejos.
O toquei de leve, quando ele me segurou me virando.
– Não, eu quero te provar antes.
Ele simplesmente colocou seu corpo em cima do meu. Seus lábios foram descendo até alcançar o ponto exato do calor que o meio de minhas pernas emanava.
Seus lábios chegaram a minha intimidade sua língua buscou passagem e eu sentia que estava escorrendo.
– Edward... — gemidos agora eram ecoados, assim que ele encontrou aquele ponto exato.
Segurei os lençóis e soltei um leve grito, tentando não ser muito alto, ele colocou seus dedos em minha intimidade e agora além de sua língua era os dedos trabalhando.
Sentia que um orgasmo se aproximava, eu arqueei meu corpo senti a sensação crescer dentro de mim, sentia o fogo crescendo em meu corpo, e como uma bomba ele explodiu em êxtase.
O senti sugando cada gota do líquido que escorreu, então retornou os beijos por meu corpo agora sensível depois de um orgasmo intenso.
Chegou a meus lábios e se encaixou entre minhas pernas, senti seu membro somente em minha entrada, mas ele estava saboreando meus lábios como se estivesse com sede.
– Você não tem ideia de quanta saudade estava e quanto tive que me segurar estes dias. Eu só pensava em quando novamente estaria dentro de você.
Não me dando nenhuma chance de resposta ele penetrou em mim, de uma só vez, o senti gemer neste instante, e se mover, assim que meu corpo se recuperou eu o ajudei com os movimentos.
Sentia seu membro dentro de mim, eu me contraía, minhas mãos foram as suas costas o arranhando e isso arrancava mais gemidos e palavras desconexas.
– Isso Edward.
– Vamos Bella goza mais para mim.
E ali naqueles movimentos, nós dois nos liberamos, quando Edward pôs a cabeça em meu peito, eu o acariciei.
Nenhuma palavra precisava ser dita, sabíamos que a partir dali seria um novo passo, Edward e Bella.
Eu queria dizer algo, queria tentar descobrir o que seria nosso futuro, mas era melhor assim tudo ao seu tempo, não iria casar amanhã, não iria o chamar para morar aqui assim também, tudo seria ao seu tempo, então eu podia aproveitar todos os momentos com ele ali ao meu lado.
Ou não, pois a babá eletrônica estava ligada e no volume alto, o que me tirou do meu estado de repouso me colocando em estado de mãe, me lembrei da Anabelle, do meu trabalho, Edward chegou cedo, mas nem sabia mais que horas eram.
– Edward, a bebê, eu tenho que trabalhar!!!
– Calma Bella, se arrume eu vou busca-la.
Edward vestiu as suas calças, e rapidamente estava indo ao quarto de Aninha, eu levantei, fui até o banheiro joguei uma ducha rápida no corpo, e coloquei minha roupa.
Ao sair de meu quarto já pronta para trabalho hiper atrasada eu já trabalhava somente meio período e ainda estava saindo de casa as duas da tarde.
A cena que vi foi a mais a linda, Edward estava descalço, somente com sua calça de peito nu, e estava dando a mamadeira para Aninha.
– Eu poderia me acostumar a esta cena todos os dias.
– Quando quiser Baby, há seu tempo.
Pisquei para ele, fui a sua direção beijei a testa de minha pequena e depositei em seus lábios um leve selinho.
Sim eu iria me acostumar a isso, iria me acostumar a ser feliz.
               

Epilogo
(UM ANO DEPOIS)
POV NARRADOR
A jornada sempre é dura e na vida nem sempre temos o rumo que queremos, em meados de acontecimentos aos quais não sabíamos que podiam nos aparecer e enfim dar de cara com eles. São as coisas que chamamos de inesperado.
Não temos bola de cristal para prever o futuro, e nem ao menos uma varinha mágica para mudar o passado, então o que nos resta é acordar todos os dias e decidir: hoje eu vou fazer o meu melhor.
Vamos analisar o final de cada um dos personagens desta estória, que sei não ter agradado a todos, mas ela saiu de uma mente humana, e humanos falham, assim como cada personagem nesta estória teve suas falhas.
Até um ponto dela não se sabia ao certo distinguir quem era o vilão, quem era o mocinho, mas nem sempre o vilão é um vilão completo e nem sempre o mocinho é perfeito.
Isso se chama contos de fadas, e aqui temos personagens que retratam a vida real.
Começamos então pela considerada vilã, sim Helena, o que podemos falar do seu fim trágico? Ela procurou sim, ela teve uma vida de depravação e depois de maquinar a morte da mãe de Christian, ela mesma entrou na vida tanto de Carrick, como de Christian e Elliott, mas a quem ela marcou mais?
Christian que foi induzido a entrar neste mundo? Ou Carrick que acreditou amar uma mulher que não existia? Ou existiu, pois para ele ela foi uma boa esposa. E Mia? - O que dizer deste sofrimento em sua vida? Helena se foi e lógico que em seu enterro as pessoas choraram, não por hipocrisia, mas por amor, sim se pode amar uma pessoa mesmo sabendo das maldades dela, isso acontece todos os dias, as cadeias e penitenciárias estão cheias de mães, esposas e filhos que vão visitar alguém, mesmo essa pessoa tendo feito alguma maldade.
Carrick estava decidido que sua vida não dependia de encontrar mais uma esposa, ele viajou muito com sua filha e depois de um tempo voltou a se dedicar aos seus negócios, não tão promissores como o de Christian, mas ele se ocupava de suas partes das ações.
E um belo dia, Carrick estava tomando café e lendo o jornal, sentado à mesa perto da entrada, seu celular tocou.
– Alô.
“Papai sou eu!”
– Mia, meu amor, como vai à viagem?
“Vai muito bem, voltamos em quatro dias.”
– Isso é ótimo, então você e seu marido estão convidados a um almoço.
“Sim , ai pai, está tão bom as Bahamas, obrigada pelo presente, se eu pudesse nem ia embora, mas temos que voltar ao mundo real. Sabe como amo estas viagens, ainda mais com meu maridinho, fui, beijos”
Mia desligou logo o telefone e abraçou seu marido que estava ao seu lado, o beijou apaixonadamente, ela vestia somente uma camisa de seda por cima de seu biquíni, mas Jake só tinha uma coisa em mente ao invés do passeio que Mia queria.
Ele a jogou na cama.
– Jake pare, vamos nos atrasar para o passeio.
– Minha pequena, nós não estamos aqui para passear e sim para nos amar.
Ele depositou um beijo cheio de luxúria, e claro que o passeio foi para o espaço.
Mesmo casados há algum tempo eles eram unidos e seu casamento sempre estava em um grau quente, Jake trabalhava com Edward, mas sempre que podia pegava uma folga para as famosas viagens que Mia amava.
Carrick continuava ali lendo seu jornal, e feliz por sua filha estar contente com seu marido.
Mas assim que ele fechou o jornal, uma mulher atrapalhada esbarrou com sua bolsa na xícara de café, e o fez virar na camisa branca dele.
– Mil perdões, eu sou uma estabanada mesmo.
– Calma, não foi nada.
Ele viu o nervoso da pobre mulher que estava tentando se desculpar.
– Aliás, sou Esme.
Ele sorriu ao ver o olhar daquela mulher, ela sorriu em resposta, e ali aquela sensação desconfortável e ao mesmo tempo boa, do frio na barriga que dominava e o calor no peito que crescia.
– Sente-se, não se preocupe eu vou pedir ao garçom dois cafés, me acompanhe.
Ele pegou seu celular e mandou uma mensagem para o escritório, ele não pretendia voltar, um dos motivos era a sua camisa, mas o outro era maior, a mulher loira de olhos claros, que estava ao seu lado.
No escritório da presidência da Grey’s Interprise, Christian Grey estava nervoso com uma das empresas que seus investimentos estavam sendo aplicados, pois estava quase falindo.
– Incompetentes, não podem ao menos fazer algo direito? Vendem essa porcaria a qualquer preço, ao menos assim ela não dará mais despesas.
Ele desligou o telefone na cara do pobre homem que só estava seguindo ordens, mas Christian não tolerava funcionários que não seguiam as ordens dele.
O sinal sonoro em sua mesa chamou.
– Sim Irina pode falar. - ela voltara a ser sua secretária e assistente, e ali ficou.
– Senhor Grey, a senhorita Leila está subindo.
– Sim obrigado Irina, certifique-se de que nas próximas 2 horas eu não tenha nenhum compromisso, e você pode sair para um café e volte depois.
Geralmente Leila não era avisada ao chegar, mas hoje Christian tinha outros planos.
Ao ver Leila entrar em seu escritório, ele sorriu largamente para a morena que além de conquistar seu coração, tinha conquistado todo seu mundo, aceitado ser sua submissa aos fins de semana e também ser a sua companheira.
– Chris esta sem sua secretária?
– Eu a mandei tomar um café, quero privacidade.
Ela olhou de forma maliciosa conhecia o homem com quem tinha seu relacionamento.
– E o que planeja senhor Grey?
Christian abriu a gaveta de sua mesa e pegou uma caixinha pequena, contornou a mesa do escritório e foi até ela.
– Leila, nós passamos por muita coisa juntos, eu já fui precipitado no passado, mas hoje eu tenho certeza do que vou fazer.
O coração de Leila disparou, e sua respiração deu uma falha ao imaginar o que viria a seguir.
– O que você está fazendo?
– Estou agora criando outro laço, um mais forte, e desta vez eu tenho certeza de que vai dar certo. – Leila. - ele se ajoelhou em sua frente, abriu a caixa que tinha um anel. - Já estamos juntos a mais de dois anos, mas eu sinto em meu coração que você é a mulher certa, case-se comigo?
Leila sentiu as lágrimas chegarem a seu rosto, sorriu e estendeu sua mão para o homem que ela tinha plena certeza que amava e que sabia que ela entenderia sempre os dois mundos em que ele necessitava viver, e aceitava.
– Sim.
Depois do anel nos dedos, os dois se entregaram a luxúria de um beijo apaixonado.
Mas Christian queria outro lugar, queria privacidade, então ele desligou seu computador, não antes de ler o e-mail de seu irmão Elliott.
– Vou ver o e-mail dele e já saímos para comemorar meu amor, ele depositou um beijo na mão de Leila.
“De Elliott Grey”
“Para Christian Grey”
Assunto: Fim de semana (golfe).
Meu mano, e aí como vão às coisas?
Aqui a Europa anda como sempre, Rose vai pedir transferência, cara sério nem vejo a hora, aí eu também vou voltar e tentar fixar por aí mesmo, voltamos esse fim de semana para o aniversário da pequena da Bella, cara cada foto dela, ela está linda, Rose pira naquela menina, e sério, eu penso até que ela quer casar logo e ter a dela, eu to ferrado cara, mas enfim é isso, beijos mano, e assim que chegar não me escapa de uma partida de golfe.
Christian pensou em responder o e-mail à altura, mas preferiu uma resposta rápida:
“De Christian Grey “
“Para Elliott grey”
Assunto:- RE: Fim de semana (golfe)
Sim, está quase ferrado, mas desejo muitas felicidades, Golfe claro, eu ainda quero lhe mostrar como se joga direito, um abraço e até o fim de semana.
– Vamos?
Christian pegou nas mãos de Leila e saíram do escritório em direção ao elevador, assim que eles entraram Christian imprensou Leila na parede e sussurrou em seu ouvido:
– O que tem os elevadores?
(***)
No outro lado da cidade de Seattle, Jacob e José se preparavam para mais uma de suas exposições, eles agora estavam em um alto nível de sua carreira.
– Onde coloco esse José?
– Jacob, tem que padronizar as cores e locais, vejamos, ai que difícil, ele é um local aberto, mas ao mesmo tempo a sua foto está meio escurecida, que dúvida.
– Viu meu dilema agora.
– Vamos colocar com as fotos de locais abertos, assim mostra que a iluminação pode variar.
A exposição seria um sucesso, Jacob depositou um beijo terno e leve em seu companheiro e marido José.
– Katy e Rose vão vir ao aniversário da pequena Aninha.
– Sei disso acabei de ler os e-mails das duas loiras.
– Sim, aquelas malucas das suas amigas.
Os dois riram juntos, pensando em como seria todos reunidos na festa da pequena Anabelle.
Não muito longe, isso seria algumas quadras de onde a exposição seria, o apartamento aonde Bella e Anabelle viviam estava uma enorme bagunça, em meio a brinquedos pelo chão, a mesa estava abarrotada de papeis que Bella tentava colocar ordem, hoje ela não fora para a editora, pois Edward teve que trabalhar em um caso, tanto um como outro concordavam em uma coisa, Aninha deveria estar aos olhos de um dos pais, nas raras vezes quando Mia estava na cidade, ela olhava a pequena.
Jacob e José também eram grandes amigos que amavam estar com ela, no entanto Bella deixava qualquer coisa se esse fosse o caso.
Aninha se tornara uma criança mimada, pois os brinquedos e bagunças ocupavam quase todo o apartamento, como se ela fosse à pequena rainha, mas isso era mesmo.
Bella amava vê-la construir pequenas torres com os blocos coloridos, ela até se perdia em seus afazeres por admirar a pequena.
Ainda mais quando a menina sorria para ela, fazendo-a abandonar o seu trabalho somente para beijar-lhe a testa e ajudá-la com sua importante construção.
– Veja, vamos deixar bem colorido.
– Clorido mama?
– Co. Lo. Ri. Do.
Sorria ao tentar ensinar as palavras mais difíceis, mas Aninha era muito esperta.
– Pega vemelho mama.
– Tome, vou pegar um amarelo também.
As duas estavam sempre em perfeita sintonia.
Bella estava sempre absorta em seus momentos com Aninha, que se esquecia de muitas coisas, até mesmo de ouvir os barulhos, e nem percebera a hora que Edward chegou, colocou seu casaco na cadeira, e as chaves na bancada da entrada.
Edward cruzou os braços e observava as duas mulheres de sua vida ali esparramadas no chão, montando os blocos coloridos.
Edward não ligava de chegar a casa e ver aquela bagunça, ele preferia mil vezes Bella dando atenção à pequena princesa da casa, do que sendo uma mãe maníaca por limpeza.
Na TV, um DVD da Vila Sésamo estava passando, Edward já vira aquele episódio milhares de vezes, mas a pequena sempre pedia o mesmo.
Ele respirou aliviado, pois nada era melhor do que chegar o final do dia e encontrar aquela bagunça e aquela cena.
– Edward, nem o vi chegar.
Bella levantava, entregando um bloco verde nas mãos de Aninha.
– Estava somente observando vocês neste momento.
– Essa pequena vai longe, acho que teremos uma pequena arquiteta.
Eles sorriram assim que olhavam as várias torres que ela fazia.
– Papa, quelo tete.
– Oh minha pequena sua mãe não lhe dá?
– Nanão, mama não gosto.
Os dois riram juntos. Ana não gostava das mamadeiras de Bella, ela tentava diminuir o consumo de açúcar da filha e já Edward abusava.
– Vamos minha princesa, farei uma mamadeira, mas só metade, pois tem que jantar.
– O jantar Edward! Esqueci-me de tudo, de fazer comida, de terminar minhas avaliações!
– Calma Bella, faremos qualquer coisa, eu te ajudo, façamos assim eu dou um banho nela e você faz qualquer coisa.
– Tudo bem. - Bella suspirou, ela não saberia o que fazer se não fosse Edward sempre aqui a ajudando.
O relacionamento dos dois já estava em um nível avançado, mas ainda nada definido.
Edward já praticamente morava ali.
(***)
O Fim de semana chegou e junto à festa de Aninha.
No Local todos estavam, era muita gente, mas os principais eram o que importava, os quais sempre fariam parte desta jornada.
Mia e Jake que estavam cada dia mais felizes, eles acabaram de chegar de sua viagem.
Jacob e José, que hoje além de companheiros, eram os fotógrafos mais bem pagos de Seattle, e não mediam esforços em flashes na pequena Aninha.
Rose e Elliot que agora teriam residência fixa, depois de muitas idas e vindas em um relacionamento conturbado, eles agora estavam juntos definitivamente.
Uma das coisas mais inusitadas que houve, foi o entendimento entre Kate e Jasper, duas pessoas que se conheceram por tanto tempo, em um dia eles estavam ali juntos, e pelo visto felizes.
Charlie, pai de Bella, esse seria sempre o solitário assumido, e já Carlisle, ele estava muito feliz, visto que parecia ter encontrado uma mulher em que estavam conversando durante essa semana, e marcaram de sair.
Os pais de Anabelle estavam ali correndo com tudo, a felicidade estampada em seus rostos.
Christian e Leila chegaram à festa, e agora o clima não mais era pesado, visto que todos podiam se dizer que estavam felizes.
A festa corria muito bem, até que depois do bolo, Edward chamou a atenção de todos.
– Bem, sei que não é costume em uma festa infantil, mas sei que no nosso caso isso é o momento mais especial.
– Edward o que está fazendo? - Bella perguntou.
– Bella, eu quero que aceite. - ele abriu uma caixa com um anel, ela reconheceu, era o mesmo anel de tempos atrás. - Quer se casar comigo?
Os olhos de Bella ficaram marejados com as lágrimas que se formavam, ela não tinha como decidir outra coisa, eles já viviam como um casal.
– Sim Edward, eu aceito.

N/A: Bem galerinha, às vezes é duro dizer, mas chegamos ao final da história. Primeiro quero agradecer a todas as leitoras maravilhosas que comentaram, seja elogiando ou puxando minha orelha por causa das cenas mais picantes. Segundo quero agradecer as mais de 300 leitoras fantasminhas, isso mesmo se todas comentassem imagina só, mas mesmo assim, apesar de serem"ghosts", amo cada uma.
Quero fazer um pedido, mesmo as que nunca comentaram, me deixem um oi aqui no final, quero saber da opinião de vocês.
Temos leitoras que vieram por procurar Crepúsculo, outras cinquenta tons, algumas em busca de crossover, e muitas que já eram minhas companheiras em outros sites.
Team Cris e as Team Edward, esse foi o ponto alto desta fic tanto aqui no Irmandade como no Nyah, e eu tinha que tentar me concentrar no foco da fic e esquecer disso, pois digo comentários influenciam muito.
Eu particularmente fiquei feliz com o final de cada personagem, e lembrando jamais será um fim, pois a vida não tem um fim, só com a morte, e o que CTM mostrou foi isso, podemos viver, mudar de ideia refazer a vida, se reerguer quebrar tabus, e mesmo assim, não será o fim.

Beijos a todas !! E a gente se esbarra na esquina em uma próxima fanfic xx

Izis Cullen


Um comentário:

  1. Q bom q bella finalmente se resolveu,rsrs
    Ed é sua vida belita...kk
    Parabéns pela fic.bjs

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