sábado, 7 de setembro de 2013

Fanfic "Inferno em Teus Braços"- 7º Capítulo

loading
*Essa Fic é uma Adaptação do Livro "Inferno em teus Braços", do autor Robyn Donald.


Autora/Adaptação : Gabriela Galvão ("Gabi")
Sinopse: Isabella sabia que não podia escapar de Edward Cullen. Durante um ano, ele havia planejado cuidadosamente uma vingança terrível e agora a faria pagar por ter causado a morte acidental de sua esposa grávida. Ele a humilharia até que a dor fosse sua companheira inseparável; usaria seu corpo jovem até que ela lhe desse os filhos que queria.
Capítulos: 09
Censura: + 16
Capítulos Postados: 
// / / /


7º Capítulo

N-A: Gente desculpem nao ter postado ontem..Odeio furar com vocês, mas como tem saído muitas noticias essa semana a staff do Blog tem segurado alguns capitulos por causa do fluxo de postagens. Podem bater nas staffs kkkk  Ops esqueçam o que falei senao meninas nao postam mais fics minhas por aqui. Boa leitura pessoal, antecipei o horário da postagem para "compensá-los"..


7º Capítulo



Tanya tinha razão. Edward só foi se deitar às duas da manhã, e não adormeceu logo, ficando deitado de costas, as mãos em baixo da cabeça, pensando.

Mantida acordada por causa da atividade do bebê. Isabella tentou ficar imóvel, mas depois de algum tempo se levantou e correu para o banheiro.

Receou deitar-se novamente ao lado do marido. Apesar de todas as intimidades que tinham compartilhado, ainda se sentia tímida em relação a ele. Durante o dia, disfarçava esta timidez com uma atitude, mas no grande leito sua autoconfiança desaparecia, agudamente consciente de cada movimento dele, do calor de seu corpo. Edward sabia disso, ela via em seus olhos. Todas as vezes que, tendo que mudar de posição, evitava encostar nele. E sua timidez parecia causar prazer ao marido! Mas ele não se embaraçava, e agia muitas vezes como se ela não estivesse presente, andando pelo quarto, às vezes completamente nu.


Já devia estar acostumada, mas não conseguia. Foi até a janela se arrepiando de frio, enquanto olhava as nuvens. Havia luar e a água ao longe estava prateada. Mais distante, no mar aberto, um farol era a única luz.

— Vai se resfriar.

A voz de Edward a fez estremecer e virar para ele. Depois, voltou obedientemente para a cama.

— Está frio demais para andar sem um roupão — disse ele, tocando em seu ombro.

Ela estremeceu de frio. Ela ouviu uma praga abafada, e logo os braços fortes do marido a puxavam para junto de seu corpo quente e musculoso.

— Se continuar com essas infantilidades só para fugir de mim, vai ter que aguentar as consequências — disse, sem se importar com a tensão dela. — Fique quieta.

Devia estar mais cansada do que pensava, pois quando ia começar a protestar, um bocejo interrompeu a frase. Além disso, sentia-se muito confortável ali juntinho dele. Edward abraçava-a por trás, com uma das mãos sobre o ventre crescido.

— Boa noite. — Ele murmurou.

Isabella bocejou outra vez, vencida pelo cansaço.

Tanya Sterling e o pai ficaram mais um dia e uma noite, e foram embora depois do almoço. Isabella ficou aliviada quando os viu partir. Tanya passava o tempo todo jogando indiretas, até deixar claro que seu relacionamento com Edward tinha sido íntimo.

E ainda era, pelo que Isabella via. Atormentada pela sensação de ciúme, que nascera de uma hora para outra em seu coração, ela descobriu que a idéia de Edward na cama de Tanya a enfurecia. Fervia de raiva quando a outra pousava os olhos possessivamente em seu marido, embora tivesse que reconhecer que Edward não correspondia à aberta provocação. Continuava a tratar Tanya, com distante cortesia, mas isso não provava nada.

A vida pareceu ficar mais tranquila, depois daquele fim de semana. Só podendo dar pequenos passeios dentro da fazenda.

Isabella sentia-se cada vez mais limitada pelo tamanho e peso da criança. Começou a fazer roupinhas para o enxoval, e se comovia com elas. Mas não tinha coragem de mostrá-las para Edward.

Usando um maiô feito por Esme, tomava banhos de piscina, embora tivesse vontade de ficar ali durante horas.

A náusea acabou, mas ainda precisava tomar cuidado com o que comia, e cada vez se sentia mais deselegante e feia. Edward passava agora muito mais tempo em casa, apesar de estar ainda distante e indiferente.

Quando ele falou que ficaria naquele fim de semana em Auckland, ela ergueu a cabeça, subitamente zangada.

— Por causa do baile?

— Para dizer a verdade... sim. Quem...? Tanya, claro.

— Claro — respondeu, furiosa. Agora ele ia pensar que ela estava com ciúme. Mas não estava! É que fazia muito tempo que não se divertia!

— Tenho que ir, sinto muito - disse ele, suavemente,

— Claro — repetiu, com tanto sarcasmo, que esperou uma resposta malcriada.

Mas, em vez de impaciência, havia um imenso cansaço no rosto moreno e bonito.

— Você está com problemas? — perguntou, subitamente preocupada. — Parece cansado.

— Pareço? Então, você olha às vezes para mim!

— Não posso evitar.

Ele sorriu à resposta espirituosa e veio para perto dela, abraçando-a por trás.

— Essa resposta parece mais com você — disse, acariciando o rosto dela.

Isabella fechou os olhos, sentindo a carícia sensual, que desceu pelo pescoço lentamente, até as mãos pousarem nos seios.

Fazia tanto tempo que não a tocava assim, que Isabella se assustou com a imediata resposta de seu corpo.

— Não!

Edward se inclinou e começou a sussurrar em seu ouvido.

_ Não é verdade que não quer. Gostaria que eu ficasse aqui este fim de semana?

Mas estava tão assustada, que responder exatamente o contrário do que gostaria.

— Não! Prefiro que fique em Auckland.

Ele apertou seus seios e depois largou-a.

— Acho que, se não fosse, causaria muitos comentários. Meus amigos andam dizendo que tenho um ciúme tão doentio de você que nem a deixo sair.

— Ficarão desapontados quando me conhecerem. Mas não tenho a menor dúvida de que Tanya está se esforçando bastante para convencer a todos de que o boato é um absurdo.

— Talvez — disse ele, parecendo aborrecido. - Apesar de incrivelmente bonita, Tanya não é inteligente. Acha estranho que todos escutem a descrição que faz de minha nova esposa e ainda assim acreditem que venero o chão que você pisa. Afinal, por que eu casaria com você?

— Certamente, não pela minha aparência. Ou pela minha personalidade. Mas, mais cedo ou mais tarde, vão descobrir por quê. E o que você fará, então? Aposto que não será nada bom para a sua imagem. A maioria das pessoas, mesmo as mais duras, acharia seu plano cruel demais para aceitar. Gente normal não casa por vingança. Não receia que seus amigos fiquem desgostosos?

— De jeito nenhum. Se... e quando todos souberem que você causou a morte de Kate, direi que, depois, que a vi, fiquei tão impressionado que não quis perder o contato. — Sorriu, irônico. — E, quando nos encontramos depois de três anos, nos apaixonamos imediatamente. Uma história romântica, não concorda? Com a vantagem de ser quase verdadeira.

— Pois estou certa de que ninguém que conheça você vai acreditar nessa conversa mole.

— Tem, mesmo? Mas é surpreendente como as pessoas se deixam enganar! Olhe só sua mãe. Está crente que nos amamos loucamente.

Isabella desviou o olhar, odiando-o, odiando a si mesma por ter provocado aquela conversa. Não tinha mais ânimo para aguentar. Parecia incrível que no começo do casamento estivesse determinada a lutar contra Edward o tempo todo. Agora, só queria sossego, e, se isso era uma capitulação... bem, a culpa era de seu estado.

Mas ele não deixou assim, e insistiu

— Acho você difícil de entender. Pelas cartas que coloco semanalmente no correio, tenho a impressão de que já perdoou Renée pela responsabilidade parcial por nosso casamento; no entanto, seu ressentimento por mim continua o mesmo.

— Você não entende, minha mãe, ela é...

— Renée é uma mulher tola. Uma mulher tola e mercenária, que estava preparada para vender a própria filha, para que ela e a filha favorita continuassem a viver luxuosamente, o que considera um direito dela.

Isabella estremeceu, porque ele havia dito parte da verdade.

— Você não compreende... — insistiu, sem convicção.

— Compreendo muito bem. — Edward falou com tal desprezo, que ela corou. — É você que não compreende. Renée sabia exatamente o que estava acontecendo. Não fiz nenhuma tentativa de esconder minhas razões.

— Eu sei... — sentou-se, profundamente magoada. — Mamãe foi protegida a vida inteira. Papai... papai costumava caçoar dela por causa de sua falta de interesse pelos negócios, mas nunca tentou mudá-la. Ela sempre acreditou que se uma pessoa tinha pensamento positivo, tudo no fim dava certo

Levantou o olhar e viu o brilho de desdém nos olhos verdes, mas continuou a falar, pausadamente.

— Você não sabe o que é ser sempre julgada pela sua beleza, sua atração, suas qualidades de anfitriã! Nunca ninguém encorajou minha mãe a usar o cérebro. Casou com meu pai porque ele era bom e seus pais lhe disseram que daria um ótimo marido. E aprendeu a amá-lo. Naturalmente, esperou que... acreditou que comigo aconteceria a mesma coisa

— Mesmo sabendo que você estava profundamente apaixonada pelo rapaz da casa ao lado.

— Ela pensou que era uma coisa de criança.

_ E era?

A pergunta atingiu-a como uma flecha, a ponta envenenada pegando bem no coração. Isabella sentiu a boca seca.

— Já sabe a resposta.

— Oh, Deus, eu sei! — Edward deu uma risada. — Amor eterno — caçoou, segurando o queixo dela e obrigando-a a encará-lo. — Tem um prazer masoquista em bancar a mártir, Isabella? Quando chora em segredo, consola-se pensando que elas devem a felicidade a você? Pois bem, não a privarei dos pequenos prazeres que tem... mas lembre-se de que, quando geme em meus braços, não está pensando em Renée. Nem em Rosalie, nem no seu verdadeiro amor. Aquela sensação é por minha causa!

Beijou-a explorando sensualmente a boca morna com cruel prazer, até deixá-la trêmula de raiva e... sim... de desejo!

Quando a largou, ela limpou a boca com as costas da mão, num gesto de repúdio, e ele riu.

— Farei com você o que eu quiser. E possuirei você sempre que desejar.

— Tenho desprezo por você!

— Eu sei. E me divirto quando me despreza.

Ficou olhando para ela, que sentiu o sangue subir ao rosto, sabendo que ele se lembrava de sua ardente resposta na última vez em que fizeram amor.

Na manhã de sábado, Isabella acordou com dor nas costas, uma dor que provavelmente desapareceria depois de um passeio ou uma hora passada na piscina.

— Não está piorando, está? — perguntou Esme, preocupada.

— Não — respondeu, surpresa com o interesse da mulher.

— Não sei não - disse Esme, enquanto arrumava os travesseiros. — Não fique preocupada, não deve ser nada, mas acho melhor levantar os pés.

Agitada e abalada, Isabella obedeceu. A governanta trouxe uma pilha de livros para ela ler, mas não teve vontade de pegar nenhum deles. Apenas tomou uma xícara de chá e tentou descansar um pouco. Quando o telefone tocou, ela atendeu, contente de ter uma coisa para fazer.

— Alô, Tanya — respondeu, menos animada.

— Isabella, querida! Edward me disse que você está cada vez mais gorda!

— É verdade.

— Que bom para você. Posso falar com Edward, por favor? Sinto muito incomodar, mas algumas coisas saíram erradas para o baile desta noite, e, como ele vai me levar, precisa saber.

Isabella mordeu os lábios, esforçando-se para que sua voz saísse fria e serena.

— Sinto muito, mas ele não está. Foi à cidade.

— Ah... Ele parece estar passando muito tempo no apartamento, ultimamente. Preocupações com os negócios, imagino. Edward sempre gostou de passar os fins de semana em casa... Bem, irei até lá falar com ele, Tchau.

Isabella sentiu uma onda de revolta. Qualquer que fosse o lugar de Tanya na vida de Edward, parecia cada vez mais evidente que era sua amante e não tinha o direito de ser tão provocadora. Irritada porque não havia nada que pudesse fazer a respeito, curvou-se para a frente, pois a tensão fazia suas costas doerem ainda mais.

— Agora, eu vou decidir sozinha! — disse Esme, da porta — Vou ligar para o dr. Stewart.

Por mais que Isabella lhe dissesse para não ligar, ela não a escutou. O médico, uma hora depois, fez, um cuidadoso exame e acalmou-a.

— Não acredito que seja nada sério, mas fique na cama durante uns dois ou três dias. Onde está seu marido?

— Em Auckland.

— Está vindo para cá. — Notando o espanto de Isabella, acrescentou: — Ele seria capaz de me despedir, se eu não o avisasse.

Quando Edward chegou, Isabella estava deitada, só ela sabia que sua palidez não era por causa de seu estado.

— Tudo bem? — perguntou ele, entrando apressado no quarto.

— Não sei por que toda essa confusão. Afinal, foi só uma dor nas costas.

Aparentemente, ele tinha conversado com o médico, porque puxou uma cadeira ao lado da cama e começou a falar com Isabella, com calma:

— Uma dor nas costas pode significar um aborto. Stewart não acredita que seja, mas acha melhor tomar todos os cuidados.

— Não havia necessidade de você voltar — disse, sem se incomodar que ele a achasse ingrata. Não era isso o que esperava ouvir dela?

— E deixar Esme chocada? — perguntou segurando sua mão.

— Acha que ela ficaria chocada?

— Ah, sim. Está começando a ter esperança de que a convivência possa fazer o que o sexo não conseguiu até agora: salvar este casamento, e você sabe muito bem o que o bebê representa para mim.

— O quê?

— A razão de sempre. O velho desejo do homem de se perpetuar.

A curiosidade que sentia por ele era recente e, portanto, mais forte.

— Li em algum lugar que tudo o que somos, corpo e mente, é só um meio que a natureza usa para que nossos genes sejam transmitidos para outros seres. O instinto cego de reprodução.

— E acredita nisso?

— Às vezes. É uma brincadeira irônica, não acha?

— Que fizeram com você? Olhou para ele, curiosa. — Está arrependido, Edward?

— Não. — levantou-se devagar. — Não acredito em remorsos do passado. Eles afetam o presente e o futuro, e não levam a nada. — Sorriu, contrafeito. — Digamos que eu agiria de maneira diferente, agora.

— Ainda casaria comigo?

Ele sorriu novamente, porque sabia exatamente o que ela estava pensando.

— Oh, sim, minha pequena insegura. Minha vida seria insuportavelmente sem graça sem você explodindo perto de mim. Adoro ter meu vulcãozinho particular.

Por um momento, um momento horrível, Isabella receou que ele visse as lágrimas que aquela resposta tinha provocado. Mas conseguiu esconder o brilho suspeito, virando a cabeça no travesseiro e fingindo um bocejo.

— Vou sair agora. Se precisar de alguma coisa, toque a campainha.

Esperou que ele chegasse na porta, para perguntar, inocentemente:

— A propósito, Tanya conseguiu falar com você?

Edward parou imediatamente e olhou para ela, o rosto inexpressivo.

— Conseguiu. Ela estava lá, quando Esme ligou. Por que?

— Nada. Só que ela ligou para cá perguntando por você, e eu disse onde estava.

— Disse? Obrigado. Ela deve ter se esquecido de que eu tinha planejado passar o fim de semana na cidade.

"Mentira! Ela queria que eu soubesse que ia ser seu par, e você sabe disso, seu canalha!"

Ele saiu, deixando-a tensa.

Maldito Edward! O que importava se dormia com Tanya Sterling? A princípio, gostara de pensar que ele tinha uma amante. Mas, não alguém que ela conhecesse. E não tão linda! Edward não tinha o direito de trazer a amante ali!

Entretanto, Tanya não ia ao baile com ele, naquela noite. Embora tivesse dito que tinha vindo por causa de Esme, ela sentia um estranho prazer em poder controlar as ações dele, mesmo que fosse com um truque. E todo o remorso desapareceu, quando ele lhe contou que Tanya estava a seu lado, quando Esme ligou.

Não, a dor nas costas definitivamente não ia melhorar até o dia seguinte!

Ficou mais aliviada e adormeceu. Quando acordou, já era noite e Edward estava ao lado da cama, sorrindo. Isabella espreguiçou-se e depois, lembrando-se da "dor", pôs a mão nos quadris.

— Ainda dói?

— Um pouco — disse, envergonhada por mentir. Logo Esme chegou com uma bandeja.

— Ela ainda sente um pouco de dor — disse Edward, alegre. — Mas está passando.


Isabella olhou-o com súbita desconfiança, mas ele estava impassível. Mais calma, comeu o jantar que Esme tinha trazido. Certamente, ele nem suspeitava de sua pequena farsa... e como poderia? Quando se mexia, realmente sentia uma dorzinha enjoada nas costas; portanto, não estava mentindo. Não completamente.

Continua...

N-A:E ai? Gostaram? eu não disse que a Putânia iria uni-los kkkk... E a Bella experimentando o gosto do ciúmes do marido pela primeira vez. LOL Mas ainda não acabou não... ainda tem algumas pessoas que vão aparecer por ai... e gente para quem tinha duvidas sobre a personalidade do Edward , basta se ligar no que ele diz sobre a Bella, é o que ele sente mesmo... vocês vão entender, ele vai contar kkkk, mais ainda vai demorar... Ele é um demônio, vocês nem imaginam o que ele vai fazer kkkk... Essa Frase: - "e quando todos souberem que você causou a morte de Kate, direi que, depois, que a vi, fiquei tão impressionado que não quis perder o contato..." E essa aqui: - "Oh, sim, minha pequena insegura. Minha vida seria insuportavelmente sem graça sem você explodindo perto de mim. Adoro ter meu vulcãozinho particular..." é o que ele sente mesmo... Vão juntando o que ele fala... que vocês descobrem o final :D... E já está acabando, acreditam nisso? Então até Segunda Amores... Fiquem com Deus... Beijooosss

Gabi Cullen

2 comentários:

  1. Ansiosa pelo proximo post. Bjs.

    ResponderExcluir
  2. Mds kkkkkkkkkkk a fic ta otima,pena que ta acabando...anciosa para o proximo cap.
    Bjs.
    Giovanna.

    ResponderExcluir

Antes de comentar saiba que:
1. Você pode se Cadastrar com sua rede social para comentar é muito simples. Clique AQUI para saber mais.
2. Comentários, imagens e links ofensivos a Robert, Kristen ou ao trabalho realizado por esse fandom serão deletados e banidos.
2. Evitem usos de palavrões e confusões pois esses comentários serão deletados e colocados na lista de SPAM.
3.Links de sugestão de máterias por favor enviem para irmandaderobsten@hotmail.com ou no nosso chat.