quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Fanfic "Inferno em Teus Braços"- 9º Capítulo (Final)


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*Essa Fic é uma Adaptação do Livro "Inferno em teus Braços", do autor Robyn Donald.


Autora/Adaptação : Gabriela Galvão ("Gabi")
Sinopse: Isabella sabia que não podia escapar de Edward Cullen. Durante um ano, ele havia planejado cuidadosamente uma vingança terrível e agora a faria pagar por ter causado a morte acidental de sua esposa grávida. Ele a humilharia até que a dor fosse sua companheira inseparável; usaria seu corpo jovem até que ela lhe desse os filhos que queria.
Capítulos: 09
Censura: + 16
Capítulos Postados:  ///
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N/a: Oi Meus Amores...Ansiosas para o último capítulo? Esse capitulo vai clarear muitas coisas... Espero que vocês gostem desse final... Eu até consigo entender o Edward melhor agora gente... Ele teve um comportamento errado, mas pelas razões certas .E a Bella para mim amadureceu pra caramba... Boa leitura... Nos vemos lá embaixo¬¬

Anthony era um bebê muito bonito. Renée achava, e até Esme. Dormia quando devia dormir e acordava regularmente a cada quatro horas durante o dia.

O verão passava tranquilo. Multidões de veranistas apareceram para acampar nas praias, morando em barracas ou ainda nos poucos hotéis de luxo das redondezas. Em cada fazenda, barracas brotavam como cogumelos, e os barcos à vela e a motor cortavam as águas tranquilas do estuário.


Era um outro mundo, Embora Puhinui não tivesse sido invadido pelos turistas, a presença deles se impunha, e Rosalie juntou-se a um grupo cujo iate havia ancorado na baía, a convite de Edward. As vezes ficava com eles desde a manhã até a noite.

O grupo era animado e descontraído, formado por velhos amigos de Edward e aceitou Isabella e o bebê com incrível facilidade.

Renée estava feliz, inteiramente dedicada ao neto e a ajudar Esme. Para surpresa de Isabella, Esme aceitou a ajuda, e o relacionamento entre as duas era muito amigável.

Isabella sentia-se vegetando. O desespero que se abatera sobre ela ao chegar em casa tinha se transformado numa profunda melancolia. Enquanto os dias quentes passavam, ela foi se acostumando à tristeza como parte de sua vida.

Edward estava mais distante do que nunca, como se não se importasse com o que ela estava sentindo, sem querer nem mesmo feri-la.

Aproveitando as competições e as regatas, apresentou-a aos vizinhos. Os convites começaram a chegar; ele os aceitava, garantindo a Isabella que Anthony seria tão bem recebido como os pais. E tinha razão.

Um dia, ele lhe disse casualmente que tinha aberto uma conta no banco em seu nome. Mas ainda se recusava a deixá-la dirigir.

Depois de protestar muito ela não teve outro jeito, a não ser ceder.

Era uma boa motorista, mas o bom senso lhe dizia que a maioria dos carros com que cruzavam na estrada era dirigida por gente que tinha pouca ou nenhuma prática naquelas estradas íngremes e cheias de curvas. Aparentemente, as razões dele para mantê-la prisioneira naquela casa não existiam mais. Isabella olhava intrigada para o marido, prestando atenção em seus menores gestos: a maneira de rir, as brincadeiras bem humoradas com Rosalie, o respeito que provocava nos vizinhos, até mesmo o brilho nos olhos das mulheres quando o olhavam.

Então, um dia, ele partiu para Auckland, voltando algumas horas depois com uma pessoa.

— Você sabia? — perguntou Isabella a Esme, enquanto vestia uma saída de praia em cima do biquini.

— Sim eu sabia.

— Quanto tempo esse hóspede vai ficar?

— Edward não falou.

Isabella prendeu os cabelos, o sangue fervendo.

— Droga! Ele podia... — A voz parou na garganta, quando ela viu quem era o homem alto e elegante ao lado de Edward. Jacob, só a mão firme de Esme em seu braço evitou que corresse para o rapaz e se atirasse em seus braços.

— Felizmente, estavam um pouco distantes e ela teve tempo de recuperar um pouco a compostura. Mas o olhar que deu ao marido foi frio e cheio de ressentimento.

Jacob estava o mesmo, bonito, amável e, ao lado de Edward, muito jovem. Isabella estendeu a mão, com calma dignidade.

- Querido Jacob, que bom ver você novamente.

Ele pegou sua mão, mas antes hesitou um pouco, o que a deixou com raiva. Jacob não queria aborrecer Edward!

- Você está... ótima. Seu... seu marido me contou que já é mãe.

Ela nem olhou para Edward, não confiando em si mesma, embora pudesse sentir sua presença poderosa e ameaçadora.

— Não precisa se espantar tanto — disse, com falsa naturalidade. — Anthony já tem quase um mês.

— Parabéns. — Jacob olhou em torno, tentando esconder o mal-estar. — Sua casa é muito bonita.

— Obrigada. — Só então olhou para Edward, que parecia totalmente indiferente. Isso foi como se tivessem lhe dado uma bofetada. — Deve estar cansado e com calor. Chegou hoje de avião? Quer beber alguma coisa antes de ir conhecer seu quarto?

— Gostaria de tomar um banho. Catorze horas num jato deixam a gente suado e moído.

— Posso imaginar.

— Eu lhe mostro seu quarto — disse Edward. — Depois do banho, volte para o terraço, e tomaremos alguma coisa.

Depois que eles saíram, Isabella caiu sentada numa cadeira, o rosto branco como cera, tentando recuperair o controle. A emoção maior era uma revolta fria e impotente.

Como ele ousava? Como se já não tivesse feito o bastante! Esperar até que ela alcançasse uma precária estabilidade e então, cruelmente, trazer Jacob! Oh, como ele teve coragem?

— É fácil — disse Esme, como se ela estivesse falando em voz alta. — Devia conhecer melhor o homem com quem casou, para saber que não há nada que ele não ouse.

— Mas por quê? — murmurou Isabella. — Deve estar louco!

— Eu não acredito nisso. Edward é frio e calculista, e não conhece o remorso. Ele dirá por que agiu assim na hora certa.

— Meu Deus, tenho vontade de matá-lo!

— Não é a primeira vez, e você superou todas as outras — lembrou Esme, com uma ponta de ironia. — Ah, sim, você conseguiu, e não fique sacudindo a cabeça para mim. Tenho a impressão de que Edward está pagando para ver. Ele é um homem muito impaciente: não consegue esperar muito, quando quer uma coisa. Acho que, dessa vez, está farto de esperar.

— Mas o que ele quer? Tem tudo o que deseja.

— Tem mesmo? Não acha que precisa dar um jeito nesse cabelo?

Isabella resmungou uma crítica aos próprios cabelos e ao mundo em geral, sem entender o motivo de tal mudança de assunto mas aceitou o conselho e voltou desanimada para o quarto. Rosalie e Renée estavam passando o dia no iate, mas voltariam logo, e eles se sentariam todos juntos sob a imensa pérgola onde pequenos jasmins espalhavam um aroma delicioso..

E Edward, como sempre, estaria seguro, e sofisticado. Por que? Oh, ele era cruel! Era um diabo, e ela o odiava!

Em homenagem a Jacob, Isabella vestiu-se cuidadosamente, escolhendo um vestido azul que combinava com seus olhos. Quando se perfumou com Magie Noir, ficou séria. Era seu perfume favorito, e parecia ter passado uma vida desde que o usara pela última vez. Ficou alguns momentos sentada diante da penteadeira, o rostinho delicado revelando preocupação e sofrimento. Mas aos poucos recuperou a coragem.

Não sabia o que Edward pretendia com mais essa tortura. Só sabia que não lhe daria o prazer de ver o quanto estava abalada. Apesar de tudo, era bom ver Jacob novamente.

Naquela noite Edward estava encantador. Intrigada e cheio de desconfiança, o olhar de Isabella não o deixava, ele era alguns centímetros mais baixo do que Jacob, mas tão bem proporcionado e tão elegante, que o outro parecia desajeitado e alto demais. Não que Jacob estivesse em muita desvantagem. Depois dos primeiros minutos tensos, quando reencontrou Renée e Rosalie foi se descontraindo, ficando logo a vontade naquele ambiente acolhedor e refinado.

Mas Isabella não conseguia se acalmar. Cada nervo de seu corpo estava tenso, enquanto ouvia os dois homens conversando sobre trabalho. Não ficava nem um pouco surpresa ao notar o tom de respeito com que Jacob se dirigia a Edward. Naturalmente, seu marido tinha condições de conversar sobre computadores da mesma maneira que se sentia completamente à vontade discutindo sobre a vida das fazendas com os vizinhos. Aquele cérebro frio e claro não se deixava perturbar pelas emoções que atrapalhavam os pensamentos das pessoas comuns.

Na aparência, a noite foi muito agradável e civilizada. O jantar estava soberbo, todos conversaram e riram. Rosalie levou Jacob para dar um mergulho na piscina e depois os dois se sentaram num canto e conversaram por um bom tempo, em voz baixa.

Edward sentou-se no sofá ao lado de Isabella, mas não tentou encostar nela.

Quando ficaram sozinhos no quarto, ela se virou para ele, os olhos brilhantes. Mas, antes que pudesse falar, ele levantou a mão.

— Vai acordar o bebê.

— Sabe muito bem que ele tem um sono pesado. O que passou pela sua cabeça para trazer Jacob aqui? Que inferno!

- Não gosto de ouvir você praguejar. — Segurou o queixo dela e a fez olhar para ele. — Não faça mais isso. E, quanto ao seu namoradinho... bem, ultimamente você tem estado muito dócil., Pensei que devia recompensá-la.

— Tenho vontade de matar você.

Ele sorriu.

— Gosto quando reage assim. É mudança de atitude, em vez de querer bancar a menininha dócil. É melhor que me odeie, Isabella. Pelo menos, é uma emoção mais vigorosa do que a afeição aguada que tem por esse garotão. ,

— Eu amo Jacob! .

— É mesmo? — Soltou o queixo dela. — Pois eu duvido, querida.

- Gostaria que eu me apaixonasse por você, não é? Assim, ficaria realmente vingado pela morte de Kate! [

— Mas não culpo você pela morte dela.

— Eu... O que você disse?

Ele começou a tirar os documentos e a carteira do bolso da calça e colocou na mesinha.

— Jamais culpei você. A não ser nas primeiras semanas, até o inquérito terminar. Então ficou tudo bastante claro: houve culpa, de ambos os lados.

Apertando as têmporas, como se com isso pudesse evitar o turbilhão que fazia sua cabeça rodar, Isabella falou, debilmente:

— Mas... mas você disse, disse que por isso eu tinha que casar com você. Disse que eu era culpada.

— Eu sei. E por isso Jacob Black está aqui. Nada mais fazia sentido.

— Não compreendo — falou, esgotada.

— Sei que não. Talvez, se parasse de olhar para dentro de si mesma e olhasse um pouco em volta, você compreendesse. - Aquilo, dito num tom de aborrecimento, irritou-a outra vez.

— Está dizendo que eu não...

— Quer calar a boca? Vá para a cama. Tenho trabalho para fazer.

Só Deus sabia a hora em que ele viria para a cama. Isabella continuou acordada durante horas, mas nem sinal de Edward. O dia amanheceu, e ela não conseguia dormir. Vestiu um maiô, pegou um roupão do quarto. Quem sabe, nadar lhe faria bem. Foi até a praia. A água estava bastante fria, mas revigorante, e o estuário, mais bonito do que nunca. Nos morros, os carneiros ; baliam, seguindo pelos caminhos estreitos. Uma garça voava serenamente no céu. Isabella voltou para a areia, sacudindo os cabelos molhados, a figura pequena e delicada banhada pela luz dourada do sol da manhã.

— Oi! — chamou Jacob, chegando pelo caminho estreito que descia pelo penhasco.

— Oi! - respondeu, corando. Era ridículo ficar embaraçada. Jacob a vira de biquini centenas de vezes. No entanto, vestiu depressa o roupão.

— Desculpe, não queria assustar você — disse ele, as mãos nos bolsos, sorrindo para ela. — pois eu levei um susto enorme. Pensei que não ia encontrar ninguém.

— O sr, seu marido não acorda cedo?

— Geralmente acorda, mas ele ontem trabalhou até tarde.

Jacob baixou os olhos. Parecia inquieto e desnorteado. Era incrível que, depois dos longos anos de companheirismo e amor, estivessem ali, dizendo coisas banais, em vez de conversarem sinceramente.

— Ele é um homem brilhante. — Isabella concordou, com um gesto de cabeça. — Quando recebi sua carta, eu... bem, eu sofri e me desesperei. Esperava casar com você, depois que terminasse a bolsa. — Ergueu os olhos para ela. — Não era tanto tempo para esperar, só dois anos. E você era tão jovem!

— Sim, é verdade. — Seria ela mesmo quem estava falando tão calmamente, enquanto seu coração se despedaçava?

— Aos poucos, consegui ver as coisas do seu ponto de vista. E quando conheci Edward... Bem, agora compreendo por que a impressionou tanto. Ele sempre consegue tudo o que quer, não é mesmo?

Sim, havia uma real admiração no rosto de Jacob, como se Edward fosse um super-homem.

— É, consegue — disse Isabella, sem entusiasmo.

— Então, foi melhor para você, não? Deve admirá-lo muito, para me dar o fora daquele jeito. Ele me disse, enquanto vínhamos para cá, que vai transformar minha bolsa numa pesquisa permanente. É dono de uma firma que está pesquisando alguns componentes muito interessantes.

Sentindo o coração estourando, Isabella começou a andar. Então, Edward tinha acenado com uma posição brilhante para Jacob e ele mordera a isca? Começou a se lembrar de pequenos fatos.

"Você é quem ama", Edward havia dito. "E ele é o amado."

Tinha razão. Ela nunca havia percebido o oportunismo de Jacob, mascarado por sua bondade e bom gênio. Mas Edward percebera e aproveitou essa fraqueza para conseguir o que pretendia. E Jacob estava ali agora por alguma razão.

Chegando ao topo do penhasco, ele disse, muito alegre:

— Estou contente porque você está feliz, Isabella. Mas seria difícil ser infeliz morando numa casa tão linda, com essa paisagem espetacular. E também amadureceu. Está mais calma. Desconfio de que é a maternidade. Parece ter feito maravilhas para domar o seu gênio.

Se pudesse ver dentro dela, saberia o quanto estava errado. Mas Isabella sorriu e se despediu, caminhando pela grama ainda molhada de orvalho até o terraço de seu quarto. As trepadeiras que havia plantado para dar sombra já começavam a brotar. No ano seguinte, estariam chegando em cima, e no outro ano... Não fazia sentido. Nada mais fazia sentido. Toda a sua vida tinha amado Jacob. Primeiro, como irmão; depois, como homem, e agora não o amava mais. Ele sorrira para ela e nada tinha acontecido, nenhuma emoção, nenhuma magia! Tudo havia desaparecido, como as folhas de outono, e sentia uma tristeza tão grande como a que sentira com a morte do pai. Chegando ao quarto, foi direto até o berço. Anthony já estava acordado, como sempre acontecia aquela hora, olhando interessado para a própria mãozinha. Sorriu para o filho e olhou a cama vazia, odiando-a, odiando aquele quarto e aquela bela casa, odiando o marido mais do que tudo, porque agora sabia por que ele tinha trazido Jacob de volta.

—Teve um tête-a-tête agradável?

Isabella virou-se imediatamente, e toda a sua revolta explodiu. Edward tinha a aparência satisfeita de um homem cujos planos acabavam de ter o mais estrondoso sucesso. Ela poderia matá-lo de tanta raiva, mas era estupidez demonstrar o que sentia

— Por que o trouxe ele de volta, Edward? — perguntou, controlada.

Ele a observou, os olhos semicerrados.

— Ora, acho que sabe — disse, com calma enfurecedora.

— É muito esperto. Pois bem, funcionou. Agora, você me roubou também minha única lembrança romântica. Espero que esteja muito feliz. Merece estar. Trabalhou com muito empenho para esse resultado. Acho que nunca desprezei ninguém como desprezo você.

O brilho dos olhos dele era intenso, mas nada disse. Depois de algum tempo, deu meia-volta e a deixou sozinha no quarto enorme, enquanto o filho continuava a brincar inocentemente com as mãozinhas.

Isabella mordeu com força o lábio e, como uma sonâmbula, foi para o banheiro tomar uma ducha e lavar os cabelos. Tinha que levar Anthony ao médico naquela manhã.

Aparentemente, o ambiente estava alegre na hora do café, mas Isabella sentia o olhar de Rosalie sobre ela o tempo todo e Jacob parecia um pouco tenso. Renée esbanjou seu charme habitual e Edward continuava amável como sempre. Foi Carlisle quem levou Isabella e Anthony ao médico. Quando voltaram, Edward não estava por perto.

De fato, só Esme estava em casa.

— Acho que eles estão no iate — disse, quando Isabella lhe perguntou. — Como foi no médico?

— Tudo bem. Anthony está cem por cento e eu, também.

— Pois você não parece. Por que não descansa um pouco? Levo seu almoço daqui a dez minutos.

— Não posso fazer isso, você já tem trabalho demais.

Mas Esme estava irredutível. Depois de comer, Isabella sentia-se tão cansada que resolveu dormir até ter que amamentar outra vez

Fazia calor, mais calor do que na véspera. O sol se refletia nas águas do estuário, dando a impressão de que era uma superfície de espelho, o ar estava parado e abafado.

Isabella estava deitada na cama, o bebê em seus braços. Ela vestia um biquini e Anthony só uma camisinha mesmo assim, a cabecinha bronze estava úmida de suor, mas era tão gostoso ficar com ele, que Isabella cedeu à tentação e conservou-o em sua cama. Era tão pequenino, mas crescia tão depressa! Um dia, ele seria tão grande como o pai, alto, forte, poderoso; só esperava que não tivesse um coração tão insensível.

Encostou o rosto no dele, sorrindo quando o bebê fez uma careta. Uma sombra fez com que virasse a cabeça. E, quando Edward se aproximou, o sorriso sumiu de seus lábios.

— Acalme-se — disse ele, com tranquilidade. — Acabei de colocar Jacob no avião para Christchurch. Ele pediu que eu lhe transmitisse suas despedidas.

Ela não esperava nada disso.

— Rosalie foi também. — continuou Edward. — Vai ficar com os pais dele até Renée voltar.

Isabella olhou o rosto sério do marido, procurando em vão por alguma coisa, alguma expressão. Houve um longo silêncio antes que ele falasse novamente:

— Se você quiser, pode voltar com Renée.

Ela não podia acreditar no que ouvia. Seu coração começou a bater dolorosamente no peito.

— Por... por quanto tempo? — perguntou, confusa.

— Pelo tempo que quiser. Para sempre, se é o que deseja. Para ela, soava como um dobre de finados.

— Sabe muito bem que não posso deixar Anthony — murmurou apertando o filho nos braços. Ele respondeu, ainda sem nenhuma expressão:

— Pode levá-lo com você,

Isabella tinha a impressão de que o mundo inteiro havia parado. Arregalou os olhos, mas ainda não conseguia ler nada no rosto impassível do marido.

— Tudo que eu peço — continuou ele — é que me deixe visitar o menino... e que o traga aqui algumas vezes por ano, para que eu... para que ele cresça me conhecendo.

— Por quê?

Edward encolheu os ombros, num gesto de indiferença

— Provavelmente, ele será meu único filho. E não quero que cresça sem me conhecer.

— Por quê? Por que está me deixando partir? Ele enfiou as mãos nos bolsos.

— Por que não pretendia que você fosse assim tão infeliz. Várias vezes, disse que eu era pretensioso. Talvez seja mesmo. Nunca tive dificuldades para conseguir as mulheres que queria. Concluí que, depois da primeira reação de revolta, aconteceria o mesmo com você. Não pensei encontrar um caráter tão forte como o seu. Portanto, você venceu. Pode partir. E acrescentou, com alguma malícia:

— Mas, se fosse você, não voltaria para Jacob Black. Ele é um bom sujeito, mas muito mole para uma mulher como você. E vai acabar se apaixonando por Rosalie. É só uma questão de tempo.

— Você é um verdadeiro demônio!

Os olhos verdes brilharam mais uma vez.

— Não, definitivamente, ele não é páreo para você! Aqui está um presente. Isso é para compensar pelo ano miserável que você passou.

Isabella olhou para ele com raiva; depois, para o colar que Edward colocou em cima da sua perna, e depois para o filho adormecido. O colar estava pesado e frio em sua coxa, uma enorme esmeralda e uma fileira de brilhantes.

Pegou a jóia, jogou-a para o lado e se levantou. Quando Anthony estava ajeitado no berço, sob o cortinado, ela voltou e examinou o colar.

— Coloque em mim — pediu, com indiferença, e virou-se de costas para ele, levantando os cabelos para deixar a nuca livre.

Os dedos dele mal lhe tocaram a pele, mas ela estremeceu do mesmo jeito.

— Que tal ?

Os olhos de Edward brilhavam de raiva, e os lábios estavam lívidos, o que a preveniu de que estava chegando ao limite. Sentiu uma ponta de medo, antes que ele começasse a falar:

— Como você é linda, não fazendo concessões, exigindo seus próprios valores.

Isabella sabia agora. Suas suspeitas tinham se transformado em certeza. Por um segundo, seus olhos brilharam de triunfo e, em seus lábios apareceu a sombra de um sorriso. Então, de repente, aquela sensação diminuiu até morrer, e ela sentiu um gosto amargo na boca. Levou as mãos ao rosto e explodiu em lágrimas, lágrimas desesperadas, que vinham do coração, o corpo sacudido por violentos soluços.

Edward a princípio deixou-a chorar, até que ela caiu na cama. Então, abraçou-a com tanta força, que ela estremeceu.

- Não chore, meu amor — disse ele, a voz transtornada. — Por favor, não chore! Está livre para partir quando quiser. Por favor... não chore.

Mas a tensão acumulada durante todos aqueles meses levou algum tempo para se dissipar. Finalmente, quando as lágrimas acabaram e secaram, ela se apoiou nele, exausta, a cabeça em seu peito, escutando as batidas fortes do coração do marido.

— Está melhor?

Isabella sacudiu a cabeça para dizer que sim, ainda soluçando. Ele a sentou na cama e foi buscar uma toalha de rosto.

— Devo estar horrível — disse, aceitando a toalha.

— Humm... Os olhos estão um pouco inchados.

Edward falava como sempre, com a voz controlada e irônica, mas, quando olhou para ele, viu a incrível verdade em seus olhos. Estavam fixos no rosto dela, com uma súplica tão clara, que Isabella corou.

— Então? O que vamos fazer agora? — perguntou ele. — Será que posso ousar esperar que você não vai se vangloriar como bem poderia?

Ela suspirou, antes de responder:

— Não sou muito diferente daquelas mulheres que você conquistou — disse, esquecendo o orgulho. Se o abandonasse agora, ele nada faria para traze-la de volta. Assim, o que tinha que fazer era se render. — A única diferença é que juro que não estou interessada em seu dinheiro.

Ele respirou fundo, e foi com incerteza na voz que fez a pergunta que queimava em seus lábios:

— Está certa disso, Isabella? Porque não vou me contentar apenas com o seu corpo, embora ache que morreria se não pudesse nunca mais tocá-la. Mas quero você toda: coração, corpo e alma. Minha, para sempre.

— E por que acha que resisti tão ferozmente? Porque eu sabia que, se cedesse um pouco, você me conquistaria. Lutei por minha independência, e, quando a consegui, descobri que a única liberdade que desejo é a liberdade de seu coração.

Ele acariciou sua boca, o pescoço delicado, os ombros.

— Com você, não há meias-medidas, não é, Isabella? Quando odeia, odeia com toda a alma. Será assim também no amor?

— Por que não tenta descobrir?

Ele sacudiu a cabeça, os cílios negros escondendo o brilho dos olhos.

— Não quero apenas sexo, embora seu corpo me dê um prazer infinito. Agora, sexo não é o bastante para mim.

— É um bom começo — murmurou ela, pegando a mão dele e pousando sobre o seio.

Antes que tivesse tempo para pensar, Edward já a havia puxado para a cama, a boca faminta sobre a dela.

— Sua feiticeira! Eu devia ter fugido de você na primeira vez que a vi, em vez de resolver casar com você.

Ela levantou os grandes olhos para ele.

— Mas você me ama — disse, sem esconder a alegria da voz.

— E como! Pensei que podia obrigá-la a casar comigo e transformá-la numa esposa razoavelmente feliz. Na primeira vez em que nos vimos senti uma enorme atração, e tinha certeza de que você corresponderia. Por isso, não estava preocupado.

— Mas isso foi... quando você ainda estava chorando por Kate — disse Isabella, uma ruga vincando a testa. — Não podia ter prestado tanta atenção em mim.

— Não? — perguntou ele, sorrindo e tocando-lhe o ombro com os lábios quentes. — Confesso que eu estava em choque. Amava Kate. Não como amo você, é claro. Mas ela era doce e meiga e dependia inteiramente de mim. Chorei muito por ela. E, um mês depois de sua morte, conheci a garota de cabelos avermelhados e grandes olhos azuis, que olhava para mim como se eu fosse um diabo, e que me deixou louco de raiva quando começou a rir logo que pensou que eu não a escutava mais. Quando estive diante dessa garota de dezesseis anos, o ar entre nós ficou carregado por uma intensa atração sexual. — Mais uma vez, ele a beijou. — Só o que eu queria era levá-la para meu quarto, despi-la e me tornar dono daquele belo corpo. Por que mais acha que planejei tudo para deixá-la inteiramente em meu poder?

Ela o olhava, incrédula.

— Não acredito em você!

— Não? Então, por que acha que envolvi seu pai, fazendo com que arriscasse sua fortuna?

A reação dela foi imediata. Seu corpo ficou tenso e Edward teve que segurá-la para que não se afastasse. Parecia novamente com o homem que a forçara a casar.

— Foi exatamente isso que eu fiz — disse, com aspereza, obrigando-a mais uma vez a enfrentar o lado sombrio de seu caráter. — De propósito e só com uma coisa em mente: deixar você numa tal posição que não poderia se negar a casar comigo. Só que, e por favor, querida, pense nisso, embora eu não pretendesse deixá-la escapar, não queria que você fosse infeliz. — Deu um risinho cínico. — Sou tudo o que você xingou, mas não sou um monstro. Eu realmente acreditava que você poderia ser imensamente feliz a meu lado.

— Presunçoso! — brincou, beijando-o no rosto. Dentro dela, o desejo estava crescendo, levando a um certo torpor nas pernas e no ventre. Percebia que ele também a desejava.

— Acho que sou, mesmo. Muitos homens ricos certamente dirão a você que não é difícil comprar qualquer mulher que se deseja. E eu seria um idiota se não soubesse que tenho uma coisa que quase todas as mulheres querem.

- Chama-se magnetismo sexual — murmurou no ouvido dele.

— E você não é idiota.

A cabeça brnze inclinou-se e veio se apoiar entre seus seios,

— Há um ano, eu diria exatamente isso. — Colocou a mão entre o sutiã do biquini e a pele dela. — Só não imaginava que uma mocinha pequena e frágil, mas com uma vontade de ferro e com um orgulho invencível, me faria mudar tanto.

Aqueles dedos acariciando sua pele a estavam pondo maluca. Fazia tanto tempo desde a última vez em que tinham se amado! Isabella sentia o desejo crescer, mas dessa vez não ia resistir. Dessa vez, se entregaria em total abandono.

— Se eu não pensasse que ainda estava apaixonada por Jacob, teria cedido antes — confessou.

— Maldito Jacob! — disse ele, brincando. — Eu estava com um ciúme doido e seu desprezo frio era um desafio. Tinha esperado ensinar uma virgem tímida; em vez disso, só encontrava na cama um corpo inerte. Era a mesma coisa que fazer amor com uma boneca, e me deixava um gosto amargo na boca. Você se recusava a se submeter, e para mim não era o bastante. Além disso, estava evidentemente infeliz e ressentida.

— Então, você ficou terrivelmente cruel.

Ele concordou, e por alguns instantes abraçou-a, o rosto contra os cabelos em desordem.

Isabella começou a desabotoar a camisa dele, percebendo que o corpo do marido se enrijecia. Gostava de ficar olhando-o, sentindo-o; o futuro se mostrava muito promissor e traria para ambos felicidade completa. Mas, naquele momento, queria sentir uma porção de pequenos prazeres.

— Você está procurando encrenca — murmurou Edward, enquanto ela acariciava os ombros dele.

Ela sorriu. Era excitante flertar assim.

— Bem, não é encrenca que eu quero agora...

— Podemos...?— perguntou, tenso.

— O dr. Stewart disse hoje que já podemos ter relações conjugais.

— É isso que nós temos? — caçoou ele, e abraçou-a, apaixonado, deixando-a sentir o quanto a desejava.

— Está querendo me seduzir?

— Acho que devo estar. Embora seja um absurdo um homem ter que seduzir a mulher que está casada com ele há quase um ano.

Agora, os olhos verdes soltavam chispas ardentes, tão devastadoras como as carícias que ele fazia com a boca em seu pescoço.

Isabella escutava os próprios gemidos, sentia a onda de desejo avançando mais, cada vez mais. Suas mãos sobre o corpo dele foram ficando mais ousadas. As carícias de Edward agora a atormentavam, pois ansiava pela posse viril e total, dominando-a, afinal.

— Diga que me ama — pediu ele, olhando-a febrilmente, os lábios quase colados aos dela.

— Eu te amo, amo com todas as minhas forças. Edward... por favor...

— E que me quer — insistia ele, o olhar cheio de dúvida, tão tenso que ela teve medo.

— Você sabe...

— Diga!

— Quero você! — falou completamente dominada pelo incrível magnetismo dele. Abraçou-o e puxou-o para ela. — Eu te amo tanto, que poderia morrer por você.

Então, a respiração dele tornou-se mais pesada, enquanto, murmurava loucas palavras de amor e paixão, coisas que ela nunca, sonhara ouvir, até que afinal seus corpos famintos chegaram a explosão do êxtase tão intensamente que ficaram exaustos, nos braços um do outro.

Foi Isabella quem falou primeiro.

- Se eu fizesse alguma idéia de que podia ser assim, não acredito que teria forças para resistir tanto.

— Por que acha que eu ficava tão alucinado, sua bobinha? Eu sabia que havia fogo em você.

— Foi por isso que decidiu não... não me procurar mais depois daquela última vez.

— Em parte — respondeu ele, beijando-a demoradamente, e sorriu ao sentir que ela se abandonava. — E mais uma consciência culpada. E também, autodesprezo.

Ele rolou na cama e ficou de costas, deitando-a sobre seu corpo.

— E...?— murmurou Isabella, acariciando o rosto bonito do marido.

Edward sorriu.

— Tive esperança de que você sentisse falta de meus carinhos. Não me diga outra vez que eu sou pretensioso!

Isabella sorriu, maliciosa. Mas logo ficou séria e beijou-o suavemente.

— O que existia entre você e Tanya Sterling? Não responda, se não quiser.

— Não me incomodo nem um pouco. Antes de casar com você, eu de vez em quando saía com ela. Beijei-a algumas vezes e disse que era linda, e nisso você tem que concordar comigo. Mas foi idéia dela viajar para Melbourne comigo e Eleazar. Você ficou com ciúme?

— Sabe muito bem que fiquei louca de ciúme - respondeu ela, sorrindo, porque agora tudo aquilo parecia incrivelmente tolo.

— E por isso, deu um jeito para que ela fosse ao baile sozinha? Ela levantou os límpidos olhos azuis para ele. Edward sorria, maliciosamente.

— Bem, só em parte. Eu realmente tive uma dor forte nas costas, mas passou, e você podia ter ido ao baile.

Rindo, ele a beijou até quase deixá-la sem fôlego.

— Espertinha, não? Bem que eu tive minhas dúvidas, e como torci para estar certo! Foi o primeiro sinal de esperança que você me deu! Quando descobriu que estava se apaixonando por mim meu amor?

- Quando Anthony nasceu, eu quis tanto você perto de mim! Sentia que, se estivesse a meu lado, nada de mal aconteceria. Mas só percebi que estava mesmo apaixonada esta tarde, quando você disse que eu podia ir embora e levar Anthony. Então, soube que você me amava. E em vez de sentir o gosto da vitória, só tinha vontade de chorar.

— Rebelde até o fim! Mas, se me queria na hora do parto por que sonhou com Jacob Black depois que voltou para casa?

— Acho que foi a renúncia final, o meu subconsciente me dizendo uma coisa que eu me recusava a reconhecer. — E contou o sonho.

— Eu tive a impressão de que meu coração ia estourar dentro do peito — disse Edward, sombrio, puxando a cabeça dela para descansar em seu ombro. — Naquele momento, percebi que tinha que fazer com que vocês dois se encontrassem novamente. Você tinha o direito de escolher. Mas meu Deus, não imagina como fiquei com medo de que você se decidisse por ele. A idéia de passar o resto da vida sem você me enchia de terror.

—Terror? — perguntou, atônita levantando a cabeça e vendo a confirmação nos olhos de!e. — Oh querido! — Abraçou-o com força. — Querido, você deve ter percebido... você tem bastante experiência para...

— Experiência eu tenho até demais. Mas que diabo ela me ajudou? Eu sabia que você tinha atração por mim, mas era tão fria! Todas as vezes que fazíamos amor, parecia que eu a degradava, e estava cada vez mais apaixonado por você.

— Quando...?

— Oh... desde o começo. Mas tive certeza quando a encontrei no banheiro, no dia em que Stewart confirmou sua gravidez.. Você estava com um vestido verde, pálida e assustada. Tive vontade de abraçá-la, apertá-la contra o coração. Você parecia uma criança indefesa, e me senti um canalha.

— E eu cuspi veneno em você — murmurou, com remorso.

Um barulhinho vindo do berço chamou a atenção dela. Dando, um suspiro resignado, Isabella se desvencilhou dos braços de Edward e correu até o quarto de vestir para pegar um roupão.

Quando voltou, olhou o marido deitado de costas, os braços cruzados sob a cabeça, belo em sua nudez, olhando-a com amor.

- Como uma estátua grega - brincou ela, sorrindo. - Uma estátua grega muito sexy - inclinou-se e beijou-o nos lábios. - E com o filho faminto!

— E também com uma mulher muito sexy... Vai amamentar assim?

— Por que não? Ele é muito pequeno para perceber que eu não tenho nada por baixo. Acha que eu devia mesmo me vestir?

Edward afastou um pouco o roupão para beijar a coxa nua.

— Não, acho que não vale a pena. Não, quando sei que vou tirar tudo daqui a pouco.

0 forte rubor fez com que Isabella parecesse muito jovem, mas a resposta foi de uma adulta:

— Ouvi falar que a maioria dos deuses gregos era insaciável, especialmente no que se referia a sexo. Estou percebendo que é verdade.

Depois de se amarem mais uma vez, tomaram banho juntos e sentaram-se no terraço, à espera de Renée, que passara o dia no iate.

Aconchegada nos braços de Edward, Isabella perguntou, subitamente preocupada:

— Será que seremos sempre assim felizes?

— Isso é só o começo, meu amor. Você me fez passar por maus pedaços, minha adorada e geniosa esposa. Se eu fosse menos forte, teria desistido de tudo há meses.

Os braços dela se apertaram em torno dos ombros dele. e beijou-lhe o pescoço, apaixonadamente.

- Mesmo...?

— Não - respondeu Edward sorrindo, enquanto ela o provocava com a ponta da língua. — Não desistiria nunca. Preciso de você para ser feliz.

Isabella ficou subitamente séria.

— Eu te amo. Muito!

Entregues à sua louca paixão, eles se beijaram. Isabella sentia-se cada vez mais envolvida pela magia das carícias dele.

Mas a maior alegria era a de saber que a amava. Um amor tão duramente conquistado. Sua felicidade futura estaria baseada num misto de respeito, afeição e desejo, e na completa entrega um ao outro.

Teria outros momentos de pura felicidade, mas nenhum jamais seria igual a esse, quando finalmente seu coração trancado se abrira para ele. Isso era tudo que ambos desejavam agora!


                                                                          ***Fim***

N/A: E ai? Gostaram? Eu gostei gente... eu sofri com a Bella, e entendi cada palavra que o Edward disse para a Bella... e como vocês disseram nos comentarios o Edward não amava a Kate como a Bella pensava... Ele se apaixonou por uma adolescente... Eu também entendi o que o motivou... o ciumes, e a rebeldia dela... Eu amei a parte em que ele diz que ela pode ir embora, mais que sempre levasse o menino para ele ver... que provalmente seria o ultimo filho dele... Eu quase chorei.. se eu tinha duvida de que ele não a amava acabaram quando eu li... E vocês o que acharam? Lembrando que nao é uma história que tenha saido da minha cabeça, eu  apenas adaptei a fic de um livro "Inferno em teus Braços", do autor Robyn Donald.. O fim realmente é mais ou menos assim.

Bom, eu queria agradecer a vocês meus amores por terem comentado e apoiado essa fic desde o início. Vcs foram 10 comigo! Tenho mais 2 Projetos novos que serão postados aqui no IR em breve, então a gente se vê por aí nao vou dize adeus, no máximo um "até já" =)

Gabi

Um comentário:

  1. Meeeu Deus eu ameeei haha...amei esse cap,amei a fic,muito boa mesmo....espero que nao demore a postar mais fics.
    Bj.
    Giovanna.

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