segunda-feira, 2 de junho de 2014

Fanfic "Desire And Crime"- Capítulo 28

Autora: Larissa Hale (Nyah / Larissa)
Sinopse: Edward Cullen conhecido como Antonny, é chefe da Cosa Nostra Americana com apenas 28 anos. Homem impiedoso. Não mede esforços para acabar com alguém e conseguir o que quer. É um homem temido por todos,até mesmo pelo amor. Isabella Swan,conhecida como La Belle ou apenas Bella,tem 24 anos e é prostituta do bordel de James. Uma pessoa considerada fria e sem sentimentos. Foi abandonada pelos pais quando tinha 6 anos. Desde daquele dia não acredita mais no amor. Duas vidas que se encontram apenas em uma noite,mas que pode mudar a vida deles para sempre. Apenas um encontro vai entrelaçar suas vidas pela eternidade....
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Capítulo 28
–-Eu posso entrar? – Bella disse meio sem graça.


–-Claro. Por favor entre. – Renée disse com um sorriso no rosto. Ela ajudou Bella com as malas.


 –-Aconteceu alguma coisa? Você parece meio abatida. – Renée disse se sentando no sofá. Bella fez o mesmo.


–-Aconteceu algumas coisas. Eu não quero falar sobre isso agora. Será que eu poderia ficar uns dias por aqui? Eu prometo não te atrapalhar.


O coração de Renée bateu forte com esse pedido de sua filha. Essa era a chance de poder ficar perto de sua Bella.


–-Claro. Venha, eu vou lhe mostrar o seu quarto. Você precisa descansar.


Bella seguiu Renée por um corredor, e no final havia uma porta. O quarto era bem simples,porem aconchegante. Havia uma cama de casal, um guarda-roupa e uma escrivaninha.


–-Eu vou deixar você a vontade. Fique quanto tempo precisar. Se quiser conversar eu estarei aqui. – Renée disse dando um sorriso e saindo do quarto.


Bella deu um longo suspiro, engolindo as lagrimas que ameaçavam em cair. Se sentou na cama e ficou pensando. Uma nova vida. Agora, precisava arrumar um emprego e aprender a caminhar com seus próprios pés.


Enquanto isso.....


1 dia havia se passado. Edward continuava naquele quarto,trancando. Estava deitado na cama com a aliança de Bella em suas mãos. Seus olhos estavam fechados, mas não dormia. Apenas pensava. Seu corpo pesava toneladas, estava dolorido, como se um trator tivesse passado por cima de seu corpo e sua cabeça parecia que iria explodir a qualquer momento.


Nunca em muito tempo, havia se tornado tão dependente assim. Se sentia vazio e era isso que ele estava. Vazio. Um pedaço de seu coração havia sido arrancando de uma forma tão dolorosa e violenta.


A culpa de todo o seu sofrimento era Tânia. Assim que se levantasse dali, iria caça-la como um animal.


–-Menino Edward o jantar vai ser servido. – Sue disse batendo na porta.


Edward continuou em silêncio. Não queria falar e nem ver ninguém. Não agora. Estava se sentindo deprimido. O que sentia era muito além disso. estava com raiva. Não demoraria muito a começar a quebrar as coisas daquele cômodo, que agora parecia tão morto.


Com muito custo, ele se levantou e foi tomar um banho. Se livrou de suas roupas pelo caminho. Quando abriu o registro do chuveiro, e água gelada batendo em suas costas, foi como se fossem facas se cravando em sua carne. Mas ele logo acabou relaxando. Edward apoiou sua testa no azulejo e fechou seus olhos. Dentro daquele Box ainda estava o cheiro de Bella. Pensou nos momentos em que fizeram amor ali dentro.


–-Bella.... – Ele murmurou de olhos fechados.


Edward ficou no chuveiro por mais alguns minutos. Depois se secou e saiu.


Um lampejo de luz se acendeu na cabeça dele. Como não havia pensado nisso antes? O celular. Ele ainda não havia ligado para Bella. Precisava, não, ele iria rastrear a ligação. Só precisava ficar 3 minutos com ele na linha, e pronto, logo saberia a localização. Mas para isso iria ligar para Emmett. Eram ainda 21:30h e Emmett com certeza não estaria dormindo. Foi exatamente isso que ele fez, ligou para o celular do cunhado. Chamou....e chamou. No quarto toque, quando Edward pensou em desistir, alguém atendeu.


–-Alô? Edward, por que esta me ligando a essa hora? – Emmett disse arfante, como se tivesse corrido uma maratona.


–-Pare de acasalar com a minha irmã grávida, e me escute. – Edward foi curto e grosso.


–-Porra cara, você precisava atrapalhar logo agora? logo quando sua irmã parece uma tigresa feroz. – Emmett reclamou.


Edward bufou impaciente e irritado.


–-Eu não quero saber da sacanagem de vocês dois. Preciso que rastreie uma ligação. Bella foi embora sem deixar rastros. Ela viu Tânia me beijando. Preciso encontrá-la logo e rápido.


–-Uou sinto muito cara. Eu preciso de uns 5 minutos para começar.


Edward esperou os 5 minutos impacientemente. Não queria esperar nem mais um minuto sequer.


–-Pronto Edward, pode ligar pra Bella. 


Edward deu um longo suspiro. Pegou um celular que tinha uma número desconhecido. Sabia que se ligasse com seu celular, Bella não iria atender. Ele discou os números dela, com os dedos trêmulos.


No segundo toque, ele pode ouvir a voz que tanto ansiava.


–-Alô?


Edward nesse momento travou. O que iria dizer agora? sabia que Bella era cabeça dura. Seria difícil tentar convence-la.


–-Bella, sou, Edward. Por que foi embora?


–-Edward? Por que você acha que eu fui embora? Eu vi você beijando a vaca da Tânia. – Bella rebateu.


–-Foi aquele louca que me beijou sem meu consentimento. Você se enganou. Por favor, volte. Você sabe o quanto é perigoso você ficar sozinha, sem nenhuma proteção.


–-Minha decisão já está tomada. Não interessa mais o que eu vi. Eu sempre soube que nada disso pertencia a mim. – Bella respondeu engolindo seco.


–-E eu? Como eu fico? – Ele perguntou tentando controlar as lágrimas que já estavam por vir.


–-Eu sinto muito Antony. Até você vai ver que o meu lugar, não é ao no seu mundo. Tânia é perfeita pra isso.


–-EU NÃO TENHO NADA COM TANIA! – Ele esbravejou, pegando um vaso de cristal e o jogando na parede.


–-Sinto muito. – Bella desligou o telefone.


Ele torcia para que Emmett tivesse conseguido alguma coisa.


–-Conseguiu algo? – Ele perguntou seco.


–-Não deu tempo. Mas eu vou ver o que posso fazer. Tenha calma cara.


–-Obrigado Emmett. – Edward desligou o telefone em seguida.


Edward voltou a se deitar na cama e fitou o teto do quarto. Ele fechou os olhos e suspirou pesadamente. Aquilo parecia mais uma pesadelo. Esperava que aquilo terminasse logo, e tudo ficasse bem como era antes.


Em Forks.....


Após a ligação de Antony, que a deixou ressentida e com muitas saudades, Bella retirou o chip de seu celular e o quebrou. Sabia que Edward faria de tudo para encontra-la, até mesmo rastrear aquela ligação.


Ela ouviu batidas na porta. A porta se abriu, revelando Renée. Ela entrou no quarto com um copo de leite nas mãos.


–-Ainda não conseguiu dormir? Eu lhe trouxe um copo de leite quente. Eu sempre fazia isso quando você era pequena. – Renée disse abaixando o olhar.


Bella não tinha muitas lembranças nítidas de sua infância. Ela se lembrava apenas das partes em que esteve no orfanato. Era como se sua mente tivesse trancando toda a parte triste de suas memórias. Ela estranhamente se sentia bem ali.


–-obrigado. Edward acabou de me ligar. – Ela disse com um de tristeza. Renée se sentou ao seu lado na cama.


–-Vocês se resolveram?


–-Não. Eu acho que não há mais volta. Eu o vi beijando outra. – Bella disse com amargor na voz.


–-Em alguma vez, você viu Edward fazendo juras de amor a outra? Tem certeza que ele realmente a traiu? Será que tudo isso não foi uma armação dessa Tânia? – Renée indagou, enquanto Bella tomava o leite.


–-Eu não sei. Mas eu vi. – Bella disse balançando a cabeça.


–-Pense sobre isso ok? Boa noite. – Renée deu um beijo na testa de Bella e saiu do quarto.


Bella ficou com aquilo na cabeça. E se Renée tivesse certa sobre isso tudo? E se ela estivesse cometendo um erro? Se isso realmente fosse um engano, dois corações estavam saindo feridos dessa história.


Bella se deitou na cama e fechou seus olhos. Esperava ter uma boa noite de sono. Deixaria para tomar decisões no dia seguinte.


Em Seattle, Edward estava tentando fazer o mesmo, porém, estava sendo difícil. Era difícil olhar para o outro lado da cama e ver que estava vazio. Pior de tudo era  sentir o cheiro de morango impregnado nos travesseiros de Bella.


Pela madrugada Edward rolava pela cama sem conseguir pregar os olhos. Ele escutou seu estomago roncar alto. Não havia comido nada durante o dia todo. Ele então se levantou da cama e saiu do quarto. As luzes da casa estavam todas apagadas, mas Edward conseguia andar por ali com a maior tranquilidade, já que conhecia sua casa de cabo a rabo. Ele se dirigiu a cozinha e acendeu o interruptor, iluminando o lugar. Ele abriu a geladeira e pegou tudo necessário para fazer um sanduíche.


Depois que preparou seu sanduíche “monstro”, Edward se sentou na bancada da cozinha e deu uma mordida grande no seu lanche. Ele viu Max entrar na cozinha e olhar para ele.


–-O que foi? Esta com fome também? – Edward indagou ao cachorro, que deu latidos como se dissesse “Sim”.


Edward se levantou da bancada e foi até uns dos armário e tirou de lá um saco de ração. Pegou um pouco e colocou numa vasilha aonde estava escrito o nome Max. Uma ideia de Bella.


Depois de comer, Edward colocou a louça suja dentro da pia. Antes de sair da cozinha, ele apagou a luz e subiu as escadas, sendo seguindo por Max.


–-O que foi? Não consegue dormir sozinho não é? Eu sei como se sente. Hoje eu deixo você dormir no quarto. – Edward disse ao cachorro.


Edward se acomodou na cama, e Max se deitou no tapete aos pés da cama. Bem, Edward havia dito que ele dormiria no quarto,mas não disse nada sobre dormir em cima da cama.


Edward olhou para o relógio digital ao lado de sua cama e viu que ainda eram 5:00h da manhã. Ele fechou os olhos e tentou não pensar em nada, mas era completamente difícil, já que Bella era dona da maioria de seus pensamentos.


Edward acordou na manhã seguinte com uma terrível enxaqueca. Sua cabeça martelava, parecendo que iria explodir. Ele se levantou da cama e foi até o banheiro a procura de algum remédio. Abriu o armário do banheiro e viu lá vários frascos. Pegou um para dor de cabeça. O indicado seria apenas uma pílula, mas sua dor era tão forte, que ele tomou dois comprimidos de uma vez só.


Ele olhou seu reflexo no espelho. Estava pálido demais e com olheiras embaixo dos olhos. Em apenas dois dias já estava parecendo um zumbi. Parecia que estava há mais de uma semana sem dormir. Ele ligou a torneira e lavou seu rosto. Depois ele voltou novamente para o quarto. Mais uma vez ele ligou para o celular de Bella, mas agora só dava desligado ou fora de aérea.
Edward se jogou na cama frustrado. Nem uma única pista. Nada. Bella parecia ter sumido do mapa.


Em Forks...
–-Bom dia. – Bella disse entrando na pequena cozinha.


Renée que estava no fogão fazendo café, se virou assustada.


–-Ah bom dia. Pensei que fosse acordar mais tarde. – Renée disse sorrindo sem mostrar os dentes.


–-Já são 8 horas. Não consegui dormir muito,mas pelo menos consegui dormir um pouco. – Bella deu um pequeno sorriso.


–-Entendo. Sente-se o café já esta pronto.


As duas se sentaram e tomaram café em silencio. Era um silencio meio incomodo. Bella se sentia sem fala perto de Renée. Não sabia como começar um dialogo com sua mãe. Já Renée, se sentia meio constrangida com Bella bem ali na sua frente. Era meio embaraçosa toda aquela situação. Não tinham assunto. Renée queria fazer parte da vida de Bella. Queria saber o quanto havia perdido da vida filha, e quem sabe até consertar as besteiras que havia feito.


–-Está se sentindo bem? – Renée disse cortando o silencio e começando um dialogo.


–-Não. Não tem como eu me sentir bem. Sai de Seattle e da vida do homem que eu amava.


–-Não o ama mais?


–-Sim. Mas é tão confuso. Deveria estar com raiva dele. Mas eu não consigo. É estranho não é? – Bella disse com a voz falhando.


–-Não. Isso se chama amor.


–-Amor que machuca? Eu nunca ouvi isso. – Bella murmurou.


–-Quando eu conheci seu pa... quer dizer... Charlie, eu também me machuquei. Ele sempre foi um jovem muito bonito, e muito mulherengo. Mas com um tempo ele me disse que estava apaixonado por mim e me beijou.


–-Amor? Tanto amor que ele fez com você o que quis. Desculpa, eu não tenho direito de falar desse jeito com você. – Bella disse se arrependendo de suas palavras duras.


–-Não tem problema. Você tem razão. Mas Charlie nunca foi desse jeito. Ele mudou, se transformando em um homem sem escrúpulos. – Renée disse amargurada.


–-Por quê então ficou com ele por tanto tempo? – Bella indagou curiosa.


–-Eu realmente o amava. Acho que estava cega e não vi o mal que aquilo estava me fazendo, e consequentemente pra você. Bem, não vamos ficar falando sobre coisas sem importância. – Renée disse encerrando o assunto.


Bella aquiesceu-se. Não queria entrar em assuntos indesejáveis, ou seja, não queria falar sobre Charlie. Além de ser sem importância, era um assunto que deixava Bella estranha. Além do que, ela não estava tão bem assim emocionalmente para falar de seu passado.


Enquanto isso....


Edward ainda não havia saído do seu quarto. Nem para tomar café. Ele não atendia mais o telefone. Parecia ter entrando em uma depressão profunda. Sue estava muito preocupada, só havia uma coisa que teria que fazer. Ligar para Esme.


Edward estava sentado na cama com um copo de whisky na mão. Não sabia quantas doses havia tomado. Só sabia que havia passado do quarto copo. Ele era tão perito nisso, que nem bêbado ficava. Seus olhos estavam focados no nada. Alguém bateu na porta, mas ele continuou em silencio.


–-Antony, sou eu mamãe, abra a porta. – A voz de Esme soou do outro lado da porta.
Edward continuou mudo. Sua mãe insistia com as batidas. Até que em um momento ela pareceu desistir.


Ele se deitou na cama. O quarto estava uma verdadeira zona. Garrafas vazia pelos cantos, a persiana das janelas estavam fechadas deixando o quarto escuro, havia objetos quebrados. Parecia que ali havia acontecido a Guerra Civil Rússia.


Edward escutou a porta se abrir; como alguém havia entrado ali? A porta estava trancada. Com certeza nenhum de seus empregados seriam atrevidos a ponto de abrir aquela maldita porta.


–-O que houve aqui? Esse quarto parece uma zona. Edward Antony Masen Cullen. Levante-se daí agora. – Esme ralhou com as mãos em sua fina cintura.


Edward bufou contrariado, ainda de olhos fechados podia escutar passos de sua mãe pelo quarto.


Esme abriu as persianas deixando a claridade do sol entrar. Os olhos de Edward arderam com o contato da luz.


–-Você tomou essas quatro garrafas de whisky sozinho? Se você tivesse uma overdose ninguém iria saber. O que houve com você? Aonde esta Bella? – Esme indagou franzido a testa.


–-Bella foi embora. – A voz de Edward saiu mais rouca do que o normal.


–-O que? O que foi que você fez?


Com essa pergunta Edward se sentou na cama e olhou pra mãe descrente. Por quê toda culpa estava caindo sobre ele.


–-A culpa não é minha. A culpa é da vadia da Tânia. Ela me beijou, e Bella viu. Quando cheguei aqui, nem Bella e nem as coisas dela estavam aqui. Isso faz três dias.


–-3 DIAS? HÁ TRÊS DIAS QUE BELLA FOI EMBORA E VOCÊ NÃO DIZ A SUA FAMÍLIA? Ficamos preocupado, porque você não atendia o celular. – Esme disse seria.


Edward nunca havia visto sua mãe falar com ele daquela maneira.


–-Mãe, Bella me deixou. Então não me dê sermões agora. – Edward disse. Esme suspirou e sentou ao lado do filho na cama.


–-Eu não vim aqui para lhe dar sermões. Isso eu deixo para o seu pai. Você já foi atrás de Bella?


–-Eu não sei aonde ela esta. Já pedi a Emmett que rastreasse a ligação dela,mas ele não conseguiu.


–-Bella parece uma ninja. A culpa não é sua meu filho, e sim de Tânia. Mas antes de ir atrás dela, você precisa sair desse quarto. Comece fazendo essa barba. Você tem meia hora para fazer isso, e descer para tomar café comigo. – Esme disse se levantando e saindo do quarto.


Sua mãe tinha razão. Como ele iria procurar por Bella, sendo que ele nem ao menos saia daquele quarto? Ele foi para o banheiro e começou a fazer sua barba, que já começava a crescer. Espalhou o creme de barbear pelo seu rosto, pegou a lamina e passou retirando o creme, junto com a barba. Depois ele entrou no Box. Tomou um banho e vestiu uma roupa. O tempo todo que ele havia passado dentro daquele quarto, só usava cuecas.


Edward terminou de se vestir e desceu para o café. Não queria irritar sua mãe a deixando esperar.


Era a primeira vez em três dias enclausurado naquele quarto, vegetando, que Edward descia para tomar um bom café.


Horas mais tardes naquele mesmo dia.


O telefone celular de Edward tocou, ele rapidamente o atendeu, na esperança de ser alguma noticia de Bella.


–-Pronto.


–-Edward, sou eu Emmett. Pegamos Tânia.


Um enorme e involuntário sorriso surgiu nos lábios de Edward. Agora Tânia não iria escapar e ela mal podia esperar o que viria a seguir.


–-Ótimo. A leve para o galpão e não a deixe escapar.


Uma parte de seu plano recém planejado já estava meio caminho andando, e com certeza seria bem sucedido. Só faltava agora, encontrar Bella.

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