terça-feira, 10 de junho de 2014

Fanfic "Desire And Crime"- Capítulo 36

Autora: Larissa Hale (Nyah / Larissa)
Sinopse: Edward Cullen conhecido como Antonny, é chefe da Cosa Nostra Americana com apenas 28 anos. Homem impiedoso. Não mede esforços para acabar com alguém e conseguir o que quer. É um homem temido por todos,até mesmo pelo amor. Isabella Swan,conhecida como La Belle ou apenas Bella,tem 24 anos e é prostituta do bordel de James. Uma pessoa considerada fria e sem sentimentos. Foi abandonada pelos pais quando tinha 6 anos. Desde daquele dia não acredita mais no amor. Duas vidas que se encontram apenas em uma noite,mas que pode mudar a vida deles para sempre. Apenas um encontro vai entrelaçar suas vidas pela eternidade....
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Capítulo 36

Os raios de sol entravam pela janela deixando o quarto iluminado. Ainda eram 8 horas da manhã. Os recém casados dormiam em um sono profundo e sereno. Bella estava deitada com a cabeça no peito de Edward; já ele a abraçava pela cintura, e o seu rosto estava infiltrado nos cabelos dela. Bella começou a se remexer, e com seus movimentos fez com que Edward despertasse.




Estavam em Paris a dois dias. Passaram quase esse tempo todo dentro do quarto, se amando. Saiam apenas para o almoço e o jantar. Mas hoje seria diferente. Hoje iriam passear pelas ruas de Paris. Bella estava louca para conhecer aquela cidade e seus famosos pontos turísticos, que só havia visto pela TV.





Edward abriu seus olhos lentamente, por causa da luz. Ele olhou para baixo e viu Bella acomodada em seu peito, e parecia bastante confortável. Ele, cuidadosamente se levantou e colocou um travesseiro em seu lugar, Bella na mesma hora o abraçou. Ele viu como aquela cena era tão infantil. Ele ainda não havia percebido que estava completamente nu, apenas quando olhou para baixo e viu seu membro ereto. Em sua mala ele pegou uma boxer e uma calça de moletom e foi para o banheiro, aonde fez sua higiene matinal e tomou um banho.






Depois de 20 minutos ele voltou para o quarto já vestido, e secava seus cabelos com uma toalha. Notou agora, que Bella havia mudado de posição. Ela dormia de barriga para cima revelando um pouco de seus seios.




Edward ligou para recepção do hotel pedindo para que mandassem o café no quarto.




Bella começou a despertar. Abriu os olhos devagar se acostumando com a claridade. Viu que Edward a observava, e lhe deu um sorriso preguiçoso.





–-Bom dia. – Ela disse com a voz rouca.





–-Otimo dia. Eu liguei para a recepção do hotel, eles irão trazer o café.



–-Ok. Eu vou tomar um banho. – Bella se sentou na cama e se espreguiçou.




Ela largou o lençol que tampava sua nudez, e foi desfilando até o banheiro da suíte. Edward adorava esse jeito de Bella. Ela não sentia-se envergonhada de andar nua em sua frente. Para ele era ótimo já, que pouparia seu tempo de ter que retirar a roupa dele, ou seja, rasga-las.





Cerca de 5 minutos depois o café da manhã enfim chegou. Bella saiu do banheiro com um daqueles roupões brancos e felpudos de banho.





–-Hum. Quanta coisa. – Ela disse observando as coisas que havia no carrinho.




Eles se sentaram para tomar café. Edward serviu Bella, colocando um croissant de presunto e queijo, e para acompanhar suco de laranja. Bella soltava um gemido a cada mordida que dava no croissant.




–-Quer parar de gemer? – Edward indagou.




–-Por que? Isso te incomoda? – Bella disse terminando de engolir.





–-Não. Isso me deixa excitado, e é uma coisa totalmente diferente.





Bella riu com esse comentário. Edward havia se transformado totalmente durante a lua de mel. Durante esses dois dias que estavam lá, Edward não havia nem se quer falado na palavra “trabalho”. Ele estava ocupado demais aproveitando seus únicos momento de paz.



Após o café, Bella e Edward acabaram fazendo amor. Edward como sempre brincou, dizendo que se continuassem com essa mesma rotina, nem iria mais precisar de academia, iriam queimar calorias de um modo natural.






Eram 10 da manhã, quando Bella e Edward tomaram outro banho. Edward e Bellairiam passear pelas ruas de Paris, visitar lugares importantes e depois almoçar em um bom restaurante.





Edward e Bella saíram do hotel. Estavam bem agasalhados. Paris tinha um clima tão romântico, não era á toa que era chamado de a Cidade do Amor. Edward levou Bella a um dos pontos turísticos mais com conhecidos em Paris, o Musée Du Louvre(Museu do Louvre), instalado no Palácio do Louvre. Era lá que se encontrava a Mona Lisa, A Vitória de Samatrácia, a Vênus de Milo. Sem contar, as pinturas de outros artistas bastantes famosos.




Após passearem pelo Museu, foram até o restaurante Le Bristol.




–-Nossa que restaurante chique. – Bella disse baixinho a Edward quando entraram no lugar.




–-Você ainda não viu nada querida. – Edward disse com as mãos no dorso das costas de Bella.




–- Puis-je les aider? (Posso ajuda-los?) – O maître do restaurante disse.





–-Oui, je vais avoir un coq au vin. (Sim. Eu vou querer um Coq Au Vin.) – Edward disse olhando no cardápio.





–-Et je voudrai Blanquette de veau, et le dessert Mille-feuilles. (E eu vou querer Blanquette de veau, e de sobremesa Mille-feuilles.) – Edward ficou surpreso ao ouvir Bella falar um frances perfeito.



O maître saiu deixando os dois sozinhos.





–-Eu não sabia que você falava Frances. – Ele disse.



–-Você nunca me perguntou. – Bella falou dando os ombros.





–-Você nunca me disse. – Ele rebateu.



–-Eu até meus dezoito anos estudava e morava em um orfanato de freiras, lá além de estudarmos as desciplinas comuns, aprendemos o Frances também. – Bella explicou.



A comida enfim chegou. O pedido de Bella era na verdade um ensopado de vitela, cenouras e manteiga, e pediu também um suco para acompanhar.




–-O que é isso? – Bella disse apontando para o prato de Edward e franzindo o cenho.



–-Isso é galo ao vinho tinto. – Edward disse e Bella fez careta.





Os dois comeram em meio a conversas. Edward, no passado, não gostava de demonstração publica de afeto com suas acompanhantes.. Mas com Bella era diferente. Ele sempre segurava na mão dela, ou lhe dava um selinho, ou afagava sua barriga.



–-Aqui pelo menos não tem aqueles paparazzi para nos perturbar. – Bella disse tomando seu suco.



–-Você que pensa. Sabe que eu sou conhecida. Tem fotógrafos por todos os lugares.




–-Quanta modéstia. – Bella disse rindo.




–-Eu sou seguro do meu potencial querida. É totalmente diferente. – Edward lhe deu um sorriso torto.





Bella revirou os olhos. Edward era tão narcisista quando o assunto era a sua imagem, principalmente, sua imagem publica.



–-Ok, senhor-eu-sou-lindo-e-perfeito o que vamos fazer depois?



–-Podemos fazer compras e voltar para o hotel.




Depois de comerem Edward e Bella foram passear pela Avenue Des Champs – Élysées, conhecida na frança como La Plus Belle Avenue Du Monde, ou avenida mais bela do mundo. É a avenida mais famosa de Paris, concentra-se lá prédios importantes, alem de lojas de marcas de roupas famosos, como Balenciaga, Chanel, Dior, Émporio Armani, Ferragamo, Hérmes, Miu Miu, Prada, e Chantal Thomassa, uma loja famosa de lingerie. Edward fez questão de comprar em todas as lojas. Bella decidiu comprar algumas lembrancinhas para todos. Depois das compras voltaram para o hotel.




Um pouco longe dali.....








–-“Recém casados passam lua de mel em Paris. “ humpft. – Aro resmungou jogando o jornal em cima de sua mesa.




Na capa do jornal havia uma foto de Edward e Bella em Paris. A noticia sobre eles estavam em todas as revistas e jornais.




–-Esses dois parecem feliz. – Uma mulher dizia enquanto massageava os ombros de Aro.



Aro se virou e olhou para a mulher, que se chamava Anne. Ele havia mandado ela dar opinião sobre algo.




–-Cala a porra da boca Marie e continue seu trabalho. – Ele disse ríspido.




–-Meu nome é Anne. – Ela o corrigiu.



Aro se levantou de sua cadeira e a encarou furioso. Ela avançou sob a mulher, a segurou pelo pescoço e prensou o corpo dela na parde.




–-Sua piranha preste atenção em duas coisa. Primeiro: nunca fala sem permissão. Segundo: nunca me corrija. Você foi paga para fazer seus serviços. Tem que fazer tudo que eu mandar entendeu? – Aro dizia apertando o pescoço da mulher.




Anne se debatia, tentava se soltar do aperto das mãos de Aro. Mas quanto mais ela se debatia, mais ele apertava.




–-Por favor.... Me solta. – Anne dizia já ficando roxa.




Aro a soltou e a jogou no chão. Anne começou a tossir com as mãos no pescoço.



–-Levanta do meu chão, e saia daqui antes que eu termine com sua vidinha miserável de prostituta barata.



A mulher diante daquelas palavras proferidas, se levantou meio trôpega e saiu correndo do escritório, esbarrando em Caius no caminho.




–-Ei, o que houve com a garota. – Ele apontou por onde a garota havia saído.



–-Aquela puta de merda me respondeu. Que ódio. Eu odeio quando esse tipinho de mulher fala sem minha permissão.



–-O seu problema Aro não é a desobediência da prostituta, e sim essa foto do Cullen com a mulher. – Caius disse se sentando.



Aro acendeu um charuto cubano e olhou com desdém para seu irmão.





–-O que me alegra nesse momento é saber que essa alegria dos pombinhos, vai acabar em breve. E eu me certificar para que tudo corra nos eixos. – Aro disse soltando a fumaça do charuto.




–-Eu já sei o por quê dessa sua obsessão com essa Isabella. Você não que só se vingar dos Cullen, você também quer que Isabella seja sua. Ela se parece tanto com a Sulpicia? – Caius disse zombateiro.




O sangue de Aro ferveu só de ouvir esse nome. A quanto tempo não ouvia falar dessa mulher? A anos.




–-Não diga esse nome perto de mim. – Aro disse com os dentes trincados.



–-O que vai acontecer? Aro já faz 5 anos. Supera. Você só tem essa obsessão por Isabella, porque ela era igual a Sulpicia. As duas eram prostitutas, morenas, e que você acabou se apaixonando. Mas há outra coisa que elas tem em comum, o fato de não amar você. Sulpicia te enganou durante 2 dois, sempre dizendo que re amava, mas acabou te trocando por traficantezinho de merda. Foi embora e nem ao menos se importou com você, e ainda te roubou. Agora, você quer descontar toda essa sua frustração e ódio em cima da mulher do Cullen, que é pela qual você esta apaixonado. – Caius dizia com um sorriso no rosto. Deboche. Ele parecia se divertir com o transtorno do irmão.





Aro deu um soco em sua mesa, fazendo as coisas ali balançarem.




–-Eu não estou apaixonado por Isabella. NÃO ESTOU! A única coisa que eu quero daqueles malditos Cullen é vingança. Isso é uma coisa que você também teria que fazer. E tem uma coisa, Sulpicia era apenas uma prostituta que eu fudia. – Aro disse com as mãos tremulas de raiva. Havia até se esquecido de seu charuto.




–-Diga o que quiser, mas eu presenciei tudo. Desde o primeiro momento que você retirou aquela mulher daquele puteiro, eu soube que ela iria afundar você. Ganhava joias, roupas caras, dinheiro, tudo. Você era um bobo apaixonado. Patético. – Caius disse.



Aro fechou os olhos tentando controlar sua fúria. Caius havia reaberto sua ferida, que era profunda.





–-Saia daqui. – Aro disse pegando sua arma e atirando próximo á Caius.




Caius deus os ombros e saiu, deixando Aro sozinho.



O Volturi se sentou em sua poltrona e fechou os olhos, se lembrou do seu passado.





Flash back 5 anos atrás.....









Aro Volturi, um jovem de 25 anos, lindo e rico. Buscava naquele lugar uma mulher que lhe desse prazer, apenas uma noite e nada mais. Foi até o bar e se sentou. Ao redor, mulheres semi nuas dançavam, riam e bebiam com seus clientes. Mas nenhuma daquelas mulheres agradava aos olhos de Aro.









–-Posso me sentar? – Uma voz delicada e feminina soou atrás dele.









Aro se virou, e viu algo que o deixou bastante satisfeito. Uma delicada jovem, com cabelos castanhos, feições delicadas demais para uma prostituta. Ela usava um short mínimo, que mal cobria suas coxas, um corpete que acentuava seus seios, e sapatos de salto.










–-Claro. Não vejo porque não. – Ele disse dando um sorriso de canto.








A mulher abriu um sorriso e se sentou ao lado de Aro.











Fim do flashback










Aro ,naquela época não parecia saber do perigo que corria ao se envolver com aquela mulher. Seu pesadelo estava apenas começando. Seu maior erro foi ter levado aquela maldita para dentro de sua casa, e de sua vida. Ele havia sido aconselhado, mas não quis ouvir.





Flashback....








–-VOCÊ FICOU MALUCO AO TRAZER ESSA MERETRIZ PARA DENTRO DE CASA!. – Marcus esbravejou.









–-Sulpicia não é meretriz. – Aro a defendeu.










–-Você a tirou daquele prostíbulo. Sabe o que vai acontecer? Ela vai te tirar todo o dinheiro que quiser, e depois vai te abandonar. Você será só um cliente que passou pela mãos dela. Isso é um conselho Aro. Abra os olhos. – Marcus disse abrindo a porta e saindo do quarto de Aro.










Fim do flashback.









Aro segurou e repuxou seus cabelos. Doía se lembrar daquilo. Dois saber que seu irmão estava certo, e que no final aquele par de pernas bonitas iria trai-lo. Sulpicia foi embora com um traficante, que ainda por cima trabalhava para seus rivais. Os Cullen.




Flashback...








–-SULPICIA, QUERIDA. – Aro gritou abrindo a porta da mansão.








Ele esperava que Sulpicia o recebesse com beijos e abraços, como sempre fazia durante esse dois anos que estava ali. Mas não foi isso que aconteceu. Na sala estava apenas Caius sentado no sofá.









–-Aonde esta Sulpicia?







–-A prostituta? Deve estar dando para algum macho por ai. – Caius disse com ironia.








–-Eu só não te encho de socos, porque eu tenho algo de importante para dizer a ela. Vou subir. – Aro ignorou o comentário do irmão e subiu as escadarias.








Em dois anos seus irmãos ainda não pareciam tolerar a presença de Sulpicia ali. Aro abriu a porta da suíte que dividia com ela. Em suas mãos, ele tinha uma caixinha de veludo. Lá dentro havia uma aliança. Ele iria pedi-la em casamento.










O quarto estava estranhamente silencioso. Aro franziu o cenho. Foi então ao Box e nenhum sinal dela. Ficou preocupado. Tinha receio que seus irmãos tivessem feito algo com ela. Vasculhou por todo o quarto, no closet, mas não havia nenhuma peça de roupa dela ali.








Aro se sentou na cama com as mãos no rosto. Viu um pequeno bilhete em cima do criado mudo. Ele abriu e começou a lê-lo em voz alta:








Aro,

Se estiver lendo esse bilhete é porque eu tomei a decisão de ir embora. Não posso dizer que você não significou nada em minha vida, eu estaria lhe enganando e a mim mesma. Não podia mais ficar com você pensando em outro, não podia mas te trair. Não me odeie, mas eu encontrei uma pessoa melhor para mim, e espero que o mesmo aconteça com você.



Adeus Aro, beijos Sulpicia.






Assim que terminou de ler o bilhete, Aro o amassou. Seus olhos estavam vermelhos de raiva. Como podia ter sido abandonado, e com apenas uma carta explicando? Sulpicia havia o deixado por alguém que ela considerava melhor que ele. Mas ninguém era melhor que ele.








Jurou naquele dia nunca mais se apaixonar, e ter pena de ninguém. Após aquele dia, Aro se tornou mais frio do que já era. Seus irmãos, por dias seguidos o jogavam na cara, dizendo como ele era um fracassado e patético por ter acreditado no amor de uma prostituta barata.








Fim do flashback....










Aro reprimiu a vontade de gritar e esbravejar, de tamanha que era sua raiva. Se pudesse voltar ao tempo, não teria colocado os olhos em cima daquela mulher, muito menos seu pau dentro dela. Ele tinha se fudido com isso. Mas agora tinha que pensar no futuro, no agora. Em sua vingança, que iria se iniciar em breve.



Isabella Swan. Se lembrava na primeira vez que a viu naquele bordel., tão sexy. Ah se ela não estivesse envolvida com o Cullen. Daria uma ótima amante, mas não passaria disso.



Aro Volturi poderia estar apaixonado por Isabella Swan, mas seu ódio pela família Cullen era muito maior, e isso incluía Bella.





Em Paris....

3 da manhã....






,

Bella permanecia imóvel e acordada em cima da cama. Havia perdido o sono e Antony não colaborava muito, porque ficava chutando a todo momento. Com certeza puxaria o gênio de Edward.




–-Ai filho, por que você não ajuda a mamãe e dorme um pouco, hein? Por favor. Eu quero dormir Antony. – Bella sussurrando enquanto acariciava sua barriga.




Edward se virou sonolento e olhou para Bella.



–-Não consegue dormir? – Ele disse, Bella suspirou e assentiu.



–-Antony só se mexe. – Ela resmungou.




Edward deu um suspiro, se sentou na cama e abaixou seu rosto bem próximo a barriga de Bella, pousou suas mãos ali e sussurrou algumas palavras em um idioma diferente. Parecia ser italiano. Como um passe de mágica, Antony parou de torturar sua mamãe com seus fortes chutes.




–-Como fez isso? O que disse a ele? – Bella disse surpresa.




–-Eu não fiz nada. Só tive uma conversa com ele. Nada demais. – Ele deu os ombros.



–-Obrigado. – Bella lhe deu um selinho.




Edward voltou a se deitar, e Bella fez o mesmo. Os dois se deitaram em conchinha. Bella recostada no peito de Edward, e ele com as mãos na proeminente barriga. Dormiram logo em seguida. Mais uma noite em Paris. Pena que já estava acabando.
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